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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Steorn quebra regra fundamental da energia, criando energia apartir de teconologia nao recorrendo a degradação.

A tecnologia está num estado de desenvolvimento constante. Nos últimos três anos a empresa centrou-se no aumento da potência de alimentação e no desenvolvimento de sistemas de testes que permitem a execução de uma análise detalhada.

A tecnologia da Steorn parece violar o ‘Princípio da Conservação da Energia’, considerado por muitos como o princípio mais fundamental no nosso entendimento actual do universo. Este princípio declara simplesmente que ‘a energia não pode ser criada nem destruída, apenas muda de forma’.

A Steorn está a fazer três reivindicações para a tecnologia:
- A tecnologia tem um coeficiente de desempenho superior a 100%
- O funcionamento da tecnologia (isto é, a criação de energia) não é derivada da degradação das partes componentes.
- Não existe uma fonte ambiental identificável para a energia (o que pode ser testemunhado pelo arrefecimento da temperatura ambiente do ar)
- Da soma destas reivindicações resulta que a tecnologia cria energia gratuita.

Isto representa um desafio importante ao nosso entendimento actual do universo e, claramente, tais reivindicações necessitam de validação independente de terceiros credíveis Em 2005, a Steorn embarcou num processo de validação independente e abordou uma ampla selecção de instituições académicas. A vasta maioria destas instituições simplesmente recusaram ver a tecnologia, no entanto, várias fizeram-no. Os que se encontravam preparados para concluir os testes confirmaram as nossas reivindicações, no entanto, ninguém irá fazê-lo publicamente.

No início de 2006, a Steorn decidiu procurar a validação da comunidade científica num fórum público e, como resultado, publicaram o desafio no The Economist. A empresa está a procurar um júri de doze cientistas de física experimental qualificados para definir os testes necessários, os centros de testes a utilizar, monitorizar a análise e, em seguida, publicar os resultados.

A Steorn decidiu publicar o desafio no The Economist devido à amplitude da sua audiência. “Optámos por o fazer aqui, em vez de o fazer numa revista científica simplesmente porque queremos que o público em geral esteja ciente de que este processo está a ser iniciado e para obter o suporte, reconhecimento e interesse do público pelo que estamos a fazer”.

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