Vale a pena ler o desenrolar dos acontecimentos no dubai, e como estão a abalar os mercados europeus de acções.
Teremos uma nova crise na europa devido à queda do dubai?
Se os investidores resgatarem o dinheiro o dubai poderá não ter capacidade de pagar os 56 bilioes de dolares que está a dever, na sua maioria a empresas europeias.
:) GG Abu-Dabi **
"Where the dreams come true"
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
BPN já cobra comissões na sua rede de ATM
São apenas 77 caixas automáticas, de um universo de 13 mil ATM, mas pode ser um precedente importante. Quem levantar dinheiro na rede NetPay paga como se estivesse no estrangeiro
Levantar dinheiro numa caixa automática pode dar direito ao pagamento de uma comissão. Isto se o consumidor o fizer numa das 77 ATM da rede NetPay.
A revelação da cobrança desta comissão é feita pelo próprio dono da rede NetPay - o Banco Português de Negócios (BPN). Em resposta a um e-mail que circula na Internet, o banco emitiu um esclarecimento explicando que são aplicadas taxas se o levantamento for feito com "cartões com a marca Multibanco e que são normalmente emitidos sob uma insígnia internacional - Visa ou Mastercard - que funcionam a crédito e a débito (vulgarmente designados por duais ou mistos) e permitem que em ATM Sibs (Multibanco) o cliente possa efectuar levantamentos a débito (default) ou a crédito".
Ora, estes cartões correspondem a mais de 90% dos que circulam em Portugal, ou seja, cerca de 18 milhões. Trata-se daqueles que ostentam a marca Multibanco e são também Visa/Electron ou Mastercard/Maestro. Permitem levantar dinheiro a débito em Portugal e no estrangeiro e funcionam como cash-advance (levantamento a crédito), operação sujeita a comissão.
No caso dos levantamentos feitos com estes 18 milhões de cartões nas 77 ATM da rede NetPay, estes "são considerados pelas entidades emissoras dos cartões como cash-advance e são comissionados como tal pelas entidades emissoras dos referidos cartões". A NetPay não usa o processador nacional, a Sibs, e processa as suas operações no exterior.
O BPN, que não adianta o valor da comissão, diz que estas são cobradas pela Visa ou Mastercard. Mas não alerta os utilizadores da sua rede de ATM para o facto de estarem a pagar uma taxa sobre a operação.
Levantar dinheiro numa caixa automática pode dar direito ao pagamento de uma comissão. Isto se o consumidor o fizer numa das 77 ATM da rede NetPay.
A revelação da cobrança desta comissão é feita pelo próprio dono da rede NetPay - o Banco Português de Negócios (BPN). Em resposta a um e-mail que circula na Internet, o banco emitiu um esclarecimento explicando que são aplicadas taxas se o levantamento for feito com "cartões com a marca Multibanco e que são normalmente emitidos sob uma insígnia internacional - Visa ou Mastercard - que funcionam a crédito e a débito (vulgarmente designados por duais ou mistos) e permitem que em ATM Sibs (Multibanco) o cliente possa efectuar levantamentos a débito (default) ou a crédito".
Ora, estes cartões correspondem a mais de 90% dos que circulam em Portugal, ou seja, cerca de 18 milhões. Trata-se daqueles que ostentam a marca Multibanco e são também Visa/Electron ou Mastercard/Maestro. Permitem levantar dinheiro a débito em Portugal e no estrangeiro e funcionam como cash-advance (levantamento a crédito), operação sujeita a comissão.
No caso dos levantamentos feitos com estes 18 milhões de cartões nas 77 ATM da rede NetPay, estes "são considerados pelas entidades emissoras dos cartões como cash-advance e são comissionados como tal pelas entidades emissoras dos referidos cartões". A NetPay não usa o processador nacional, a Sibs, e processa as suas operações no exterior.
O BPN, que não adianta o valor da comissão, diz que estas são cobradas pela Visa ou Mastercard. Mas não alerta os utilizadores da sua rede de ATM para o facto de estarem a pagar uma taxa sobre a operação.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Alguém com bom senso:: Carlos Tavares propõe capitalização das empresas não financeiras
Carlos Tavares considera que é preciso capitalizar empresas não financeiras e não só os bancos e diz que é preciso eliminar "alçapões" da regulação e supervisão.
Carlos Tavares considera que é preciso capitalizar empresas não financeiras e não só os bancos e diz que é preciso eliminar “alçapões” da regulação e supervisão.
Para o responsável é necessário “aplicar de forma estrita as exigências da directiva dos mercados e intermediários financeiros a intermediários, fiscalizar análises de crédito e ‘reearchs’, harmonizar e racionalizar informação financeira e desalavancar a economia”.
“Esta é talvez a grande questão. Tornar a economia menos dependente do endividamento, capitalizando empresas não financeiras e não só os bancos”, sublinhou o presidente da CMVM, explicando que “o que tem aumentado muito é o endividamento das empresas não financeiras que superou o PIB no final de 2007. Este é um grande risco por causa do risco de aumento dos ‘spreads’”.
Por causa do endividamento, considera Carlos Tavares, "este é um bom momento para as empresas virem para a bolsa, através da cotação ou dos fundos de capital de risco”.
"A recapitalização das empresas vai ser necessária", alertou o responsável, acrescentando que "é um bom momento para as empresas se prepararem para ir ao mercado".
“Há que aperfeiçoar os modelos de regulação europeu e mundial”, alerta ainda o presidente da CMVM, acrescentando que “deve-se reajustar o paradigma da política monetária em termos objectivos” e “há que restaurar os valores tradicionais da banca, de confiança, credibilidade e defesa dos clientes”.
por:
Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
Carlos Tavares considera que é preciso capitalizar empresas não financeiras e não só os bancos e diz que é preciso eliminar “alçapões” da regulação e supervisão.
Para o responsável é necessário “aplicar de forma estrita as exigências da directiva dos mercados e intermediários financeiros a intermediários, fiscalizar análises de crédito e ‘reearchs’, harmonizar e racionalizar informação financeira e desalavancar a economia”.
“Esta é talvez a grande questão. Tornar a economia menos dependente do endividamento, capitalizando empresas não financeiras e não só os bancos”, sublinhou o presidente da CMVM, explicando que “o que tem aumentado muito é o endividamento das empresas não financeiras que superou o PIB no final de 2007. Este é um grande risco por causa do risco de aumento dos ‘spreads’”.
Por causa do endividamento, considera Carlos Tavares, "este é um bom momento para as empresas virem para a bolsa, através da cotação ou dos fundos de capital de risco”.
"A recapitalização das empresas vai ser necessária", alertou o responsável, acrescentando que "é um bom momento para as empresas se prepararem para ir ao mercado".
“Há que aperfeiçoar os modelos de regulação europeu e mundial”, alerta ainda o presidente da CMVM, acrescentando que “deve-se reajustar o paradigma da política monetária em termos objectivos” e “há que restaurar os valores tradicionais da banca, de confiança, credibilidade e defesa dos clientes”.
por:
Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
Quedas de 70 % no mercado de memórias abala Qimonda
O preço das memórias RAM, que a Qimonda produz em Vila do Conde, baixou 70 % por ano em 2007 e 2008, disse fonte da administração cessante da empresa.
"A crise na Qimonda não é de hoje, já vem desde Setembro de 2007. A causa dela é o preço das memórias, com uma desvalorização de 70% em 2007 e de mais 70% em 2008" e após a substituição da administração pelo gestor judicial, realçou a fonte.
As quedas do preço resultaram do "aumento de capacidade de produção de todos os produtores em mais de 100% em 2007 e da redução da procura" em 2008.
"É uma indústria de capital intensivo e não de mão-de-obra intensiva, o que faz com que a paragem ou redução de produção tenha custos superiores ao prejuízo de produzir e vender abaixo do custo", salientou, em declarações à Lusa.
A fábrica já têm uma nova tecnologia que foi apresentada como a solução para assegurar o futuro do mercado de memórias. No entanto, a empresa "necessita de investimento para fazer esse salto tecnológico".
"Era para isso que serviria o apoio estatal", realçou a fonte, notando que esse empréstimo seria "diferente do apoio ao sector automóvel, que suporta os salários".
Algumas das causas da actual crise no mercado das tecnologias de informação são: a sucessiva baixa de preços das memórias RAM, a concorrência asiática e a cada vez maior utilização de serviços gratuitos baseados na Web, sem necessidade de compra de hardware ou software.
A situação tem vindo a agravar-se devido à crise internacional, levando nos últimos dias grandes empresas como a IBM, Microsoft, Philips, Intel e Motorola a anunciarem acentuadas quedas de receitas e, em muitos casos, despedimentos de milhares de trabalhadores.
Alguns analistas alegam as alterações de comportamento dos consumidores como co-responsáveis por esta crise, ao verificarem um aumento da procura de equipamentos e programas mais baratos em relação aos mais apetrechados tecnologicamente
in: JN
as: 12h39m
"A crise na Qimonda não é de hoje, já vem desde Setembro de 2007. A causa dela é o preço das memórias, com uma desvalorização de 70% em 2007 e de mais 70% em 2008" e após a substituição da administração pelo gestor judicial, realçou a fonte.
As quedas do preço resultaram do "aumento de capacidade de produção de todos os produtores em mais de 100% em 2007 e da redução da procura" em 2008.
"É uma indústria de capital intensivo e não de mão-de-obra intensiva, o que faz com que a paragem ou redução de produção tenha custos superiores ao prejuízo de produzir e vender abaixo do custo", salientou, em declarações à Lusa.
A fábrica já têm uma nova tecnologia que foi apresentada como a solução para assegurar o futuro do mercado de memórias. No entanto, a empresa "necessita de investimento para fazer esse salto tecnológico".
"Era para isso que serviria o apoio estatal", realçou a fonte, notando que esse empréstimo seria "diferente do apoio ao sector automóvel, que suporta os salários".
Algumas das causas da actual crise no mercado das tecnologias de informação são: a sucessiva baixa de preços das memórias RAM, a concorrência asiática e a cada vez maior utilização de serviços gratuitos baseados na Web, sem necessidade de compra de hardware ou software.
A situação tem vindo a agravar-se devido à crise internacional, levando nos últimos dias grandes empresas como a IBM, Microsoft, Philips, Intel e Motorola a anunciarem acentuadas quedas de receitas e, em muitos casos, despedimentos de milhares de trabalhadores.
Alguns analistas alegam as alterações de comportamento dos consumidores como co-responsáveis por esta crise, ao verificarem um aumento da procura de equipamentos e programas mais baratos em relação aos mais apetrechados tecnologicamente
in: JN
as: 12h39m
Saiba como trabalha a Quimonda de Vila do Conde
12h41m
A empresa Qimonda, em Vila do Conde, fabrica as memórias de acesso aleatório (RAM) que estão inseridas num sem números de dispositivos electrónicos, das mais conhecidas marcas, com que lidamos habitualmente.
As memórias integram computadores, telemóveis, consolas de jogos, televisores e máquinas fotográficas digitais, leitores de DVD e MP3, impressoras, servidores e sistemas de navegação geo-referenciada (GPS). Intel, Microsoft, Dell, LG, Sun, Asus, Sony e Nintendo são algumas das marcas que utilizam as memórias RAM da Qimonda.
Toda a produção de Vila do Conde da Qimonda é enviada por avião para a Alemanha, em quatro voos diários fretados exclusivamente para o transporte de mercadoria e fardamento.
"São oito voos diários, quatro do Porto para a Alemanha e outros quatro da Alemanha para o Porto", disse à agência Lusa fonte da administração cessante da Qimonda Portugal.
"São servidas 1.200 refeições diárias, distribuídas por almoços, jantares e ceias", referiu , recordando que a fábrica labora sem interrupção, 24 horas por dia, sete dias por semana.
Os operadores da fábrica trabalham três dias por semana, em turnos de 12 horas, rotativamente com entrada às 07h00 ou às 19h00, incluindo um fim-de-semana em cada dois.
"Em 2008, estiveram, em média, 20 camas reservadas diariamente em hotéis do Norte de Portugal para clientes, técnicos e fornecedores da empresa", realçou a fonte, acrescentando que há em Vila do Conde "dezenas de casas alugadas por funcionários da empresa que são de fora do concelho".
No total, são 15 os concelhos onde residem trabalhadores da Qimonda, muitos dos quais usam a estação Natureza do Metro do Porto, construída propositadamente para servir a fábrica e que deixará de ter utilidade caso a empresa feche.
A empresa proporciona todos os anos mais de 30 estágios a finalistas dos cursos de Engenharia das Universidades do Porto, Minho e Aveiro.
Criada em 1996, como Siemens, a fábrica de Vila do Conde iniciou a produção em 1998, com 300 pessoas, num terreno vendido pela câmara local por meio cêntimo. Em 1999, a fábrica passa a ser detida pela Infineon e em 2006 mudou de nome para Qimonda.
Actualmente tem 1.800 trabalhadores, com média etária de 35 anos, dos quais 300 engenheiros.
Ao lado da fábrica de memórias RAM, continua a ser construída uma unidade da Qimonda de componentes para painéis solares, com previsão de entrada em funcionamento no final de 2009 e de criação de 200 empregos.
in: Jornal de Noticias
A empresa Qimonda, em Vila do Conde, fabrica as memórias de acesso aleatório (RAM) que estão inseridas num sem números de dispositivos electrónicos, das mais conhecidas marcas, com que lidamos habitualmente.
As memórias integram computadores, telemóveis, consolas de jogos, televisores e máquinas fotográficas digitais, leitores de DVD e MP3, impressoras, servidores e sistemas de navegação geo-referenciada (GPS). Intel, Microsoft, Dell, LG, Sun, Asus, Sony e Nintendo são algumas das marcas que utilizam as memórias RAM da Qimonda.
Toda a produção de Vila do Conde da Qimonda é enviada por avião para a Alemanha, em quatro voos diários fretados exclusivamente para o transporte de mercadoria e fardamento.
"São oito voos diários, quatro do Porto para a Alemanha e outros quatro da Alemanha para o Porto", disse à agência Lusa fonte da administração cessante da Qimonda Portugal.
"São servidas 1.200 refeições diárias, distribuídas por almoços, jantares e ceias", referiu , recordando que a fábrica labora sem interrupção, 24 horas por dia, sete dias por semana.
Os operadores da fábrica trabalham três dias por semana, em turnos de 12 horas, rotativamente com entrada às 07h00 ou às 19h00, incluindo um fim-de-semana em cada dois.
"Em 2008, estiveram, em média, 20 camas reservadas diariamente em hotéis do Norte de Portugal para clientes, técnicos e fornecedores da empresa", realçou a fonte, acrescentando que há em Vila do Conde "dezenas de casas alugadas por funcionários da empresa que são de fora do concelho".
No total, são 15 os concelhos onde residem trabalhadores da Qimonda, muitos dos quais usam a estação Natureza do Metro do Porto, construída propositadamente para servir a fábrica e que deixará de ter utilidade caso a empresa feche.
A empresa proporciona todos os anos mais de 30 estágios a finalistas dos cursos de Engenharia das Universidades do Porto, Minho e Aveiro.
Criada em 1996, como Siemens, a fábrica de Vila do Conde iniciou a produção em 1998, com 300 pessoas, num terreno vendido pela câmara local por meio cêntimo. Em 1999, a fábrica passa a ser detida pela Infineon e em 2006 mudou de nome para Qimonda.
Actualmente tem 1.800 trabalhadores, com média etária de 35 anos, dos quais 300 engenheiros.
Ao lado da fábrica de memórias RAM, continua a ser construída uma unidade da Qimonda de componentes para painéis solares, com previsão de entrada em funcionamento no final de 2009 e de criação de 200 empregos.
in: Jornal de Noticias
Lucros da McDonald's aumentaram 80%
A crise económica parece ser "amiga" dos restaurantes de comida rápida. A maior cadeia do género anunciou ter registado em 2008 um aumento de 80% nos seus lucros.
A McDonald's, maior cadeia de restaurantes de comida rápida do mundo, anunciou hoje um aumento de 80 por cento no lucro em 2008, com os baixos preços que praticam a serem preferidos devido à crise económica.
Segundo o presidente da McDonald's, Jim Skinner, a cadeia de restaurantes aumentou ainda o número médio de clientes por dia para 58 milhões, lucrando 4,3 mil milhões de dólares (3,76 dólares/acção) em 2008, um aumento de 80 por cento relativamente a 2007.
As vendas da cadeia aumentaram 6,9 por cento nos Estados Unidos, 8,5 por cento na Europa e 9 por cento na Ásia, Médio Oriente e África.
A McDonald's, maior cadeia de restaurantes de comida rápida do mundo, anunciou hoje um aumento de 80 por cento no lucro em 2008, com os baixos preços que praticam a serem preferidos devido à crise económica.
Segundo o presidente da McDonald's, Jim Skinner, a cadeia de restaurantes aumentou ainda o número médio de clientes por dia para 58 milhões, lucrando 4,3 mil milhões de dólares (3,76 dólares/acção) em 2008, um aumento de 80 por cento relativamente a 2007.
As vendas da cadeia aumentaram 6,9 por cento nos Estados Unidos, 8,5 por cento na Europa e 9 por cento na Ásia, Médio Oriente e África.
Em Espanha
Hyundai paga prestação do carro a clientes que fiquem sem emprego
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.
Esta medida entrará em vigor a partir de 1 de Fevereiro e consiste no pagamento de uma prestação máxima de 600 euros por mês aos seus clientes que percam o emprego, segundo o jornal espanhol “Expansión”.
No entanto, as ajudas da fabricante duram um máximo de 12 meses, o que leva o valor total da ajuda para os 7.200 euros.
“A situação que vivemos é extraordinária e requer medidas extraordinárias. Muitas pessoas necessitam de adquirir um veículo e não o fazem devido à incerteza quanto ao seu futuro laboral. O que pretendemos é generalizar a confiança aos nossos clientes para que estes não adiem a compra”, referiu o director geral da Hyundai em Espanha, Diego Gutiérrez-Colomer citado pelo jornal espanhol.
Para os trabalhadores que sejam despedidos e que tenham adquirido um veículo sem recorrer a um financiamento, a Hyundai oferece um seguro de 350 euros mensais durante um ano.
Por:Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
In: Jornal de Negocios
Hyundai paga prestação do carro a clientes que fiquem sem emprego
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.
Esta medida entrará em vigor a partir de 1 de Fevereiro e consiste no pagamento de uma prestação máxima de 600 euros por mês aos seus clientes que percam o emprego, segundo o jornal espanhol “Expansión”.
No entanto, as ajudas da fabricante duram um máximo de 12 meses, o que leva o valor total da ajuda para os 7.200 euros.
“A situação que vivemos é extraordinária e requer medidas extraordinárias. Muitas pessoas necessitam de adquirir um veículo e não o fazem devido à incerteza quanto ao seu futuro laboral. O que pretendemos é generalizar a confiança aos nossos clientes para que estes não adiem a compra”, referiu o director geral da Hyundai em Espanha, Diego Gutiérrez-Colomer citado pelo jornal espanhol.
Para os trabalhadores que sejam despedidos e que tenham adquirido um veículo sem recorrer a um financiamento, a Hyundai oferece um seguro de 350 euros mensais durante um ano.
Por:Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
In: Jornal de Negocios
Autoeuropa terminará 2009 com 80% do seu plano executado
A Autoeuropa deverá chegar ao fim deste ano com 80% do seu plano de investimento de 541 milhões de euros executado. A estimativa foi dada ontem pela directora-financeira da empresa, Dinah Kamiske, indicando que o projecto (que visa preparar a fábrica para novos modelos, flexibilizando as linhas de produção) passará incólume à crise instalada no sector automóvel.
A Autoeuropa deverá chegar ao fim deste ano com 80% do seu plano de investimento de 541 milhões de euros executado. A estimativa foi dada ontem pela directora-financeira da empresa, Dinah Kamiske, indicando que o projecto (que visa preparar a fábrica para novos modelos, flexibilizando as linhas de produção) passará incólume à crise instalada no sector automóvel.
A unidade portuguesa da Volkswagen comprometeu-se em 2007 a investir 541 milhões de euros até 2010. "Estamos a obter o dinheiro directamente da Volkswagen AG", disse Dinah Kamiske, explicando que a Autoeuropa está pouco exposta à deterioração da concessão de crédito, já que os financiamentos são feitos pela Volkswagen como um todo. Quando este ano terminar, faltará investir 20% dos 541 milhões anunciados. Esses 108 milhões de euros serão aplicados "principalmente" em 2010, embora uma parte residual possa estender-se ao ano seguinte, de acordo com a mesma responsável.
por:Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
In:Jornal de Negocios Online
A Autoeuropa deverá chegar ao fim deste ano com 80% do seu plano de investimento de 541 milhões de euros executado. A estimativa foi dada ontem pela directora-financeira da empresa, Dinah Kamiske, indicando que o projecto (que visa preparar a fábrica para novos modelos, flexibilizando as linhas de produção) passará incólume à crise instalada no sector automóvel.
A Autoeuropa deverá chegar ao fim deste ano com 80% do seu plano de investimento de 541 milhões de euros executado. A estimativa foi dada ontem pela directora-financeira da empresa, Dinah Kamiske, indicando que o projecto (que visa preparar a fábrica para novos modelos, flexibilizando as linhas de produção) passará incólume à crise instalada no sector automóvel.
A unidade portuguesa da Volkswagen comprometeu-se em 2007 a investir 541 milhões de euros até 2010. "Estamos a obter o dinheiro directamente da Volkswagen AG", disse Dinah Kamiske, explicando que a Autoeuropa está pouco exposta à deterioração da concessão de crédito, já que os financiamentos são feitos pela Volkswagen como um todo. Quando este ano terminar, faltará investir 20% dos 541 milhões anunciados. Esses 108 milhões de euros serão aplicados "principalmente" em 2010, embora uma parte residual possa estender-se ao ano seguinte, de acordo com a mesma responsável.
por:Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
In:Jornal de Negocios Online
Queda do euro "fortalece" contas das empresas
A crise económica não traz apenas más notícias. As empresas que optaram por internacionalizar os seus negócios e têm receitas em dólares estão a beneficiar com a subida da moeda americana contra o euro. Uma ajuda às contas de 2008, penalizadas pela quebra nas vendas e na rentabilidade.
A crise económica não traz apenas más notícias. As empresas que optaram por internacionalizar os seus negócios e têm receitas em dólares estão a beneficiar com a subida da moeda americana contra o euro. Uma ajuda às contas de 2008, penalizadas pela quebra nas vendas e na rentabilidade.
A maior exposição a outros mercados permitiu às empresas portuguesas diversificar as fontes de receita. Mas também as deixou mais expostas às variações cambiais. A crise financeira obrigou as autoridades monetárias a intervir nas taxas de juro e no câmbio, provocando acentuadas flutuações nas moedas.
in: Jornal de Negocios ONline
A crise económica não traz apenas más notícias. As empresas que optaram por internacionalizar os seus negócios e têm receitas em dólares estão a beneficiar com a subida da moeda americana contra o euro. Uma ajuda às contas de 2008, penalizadas pela quebra nas vendas e na rentabilidade.
A maior exposição a outros mercados permitiu às empresas portuguesas diversificar as fontes de receita. Mas também as deixou mais expostas às variações cambiais. A crise financeira obrigou as autoridades monetárias a intervir nas taxas de juro e no câmbio, provocando acentuadas flutuações nas moedas.
in: Jornal de Negocios ONline
O ambiente começa a arrefecer??
"As vendas de casas subiram 6,5 por cento em Dezembro, o maior aumento dos últimos sete anos, já que a queda dos preços fizeram atrair mais compradores. Mas os economistas afirmam que essa tendência não tem sustentação já que é preciso ter em conta a actual onda de despedimentos em massa."
in wall street journal
COMENTÁRIO DO CREATEINOVATE:
Parece que o mercado imobiliário dos estados unidos recomeça após esta crise? será que irá abrandar os seus efeitos? ou já vem tarde?
Esperamos para ver.
-Com esta série de despedimentos a nível global das grandes empresas, na esperança de terem lucros acima do esperado, será que haverá alguém disposto a comprar casas sem saber como as irá pagar?
-Voltarão os bancos a emprestar dinheiro sem garantia, para voltar a vender os seus "créditos envenenados" para daqui a uns anos haver nova crise no sub-prime?
ou irá a super potencia criar algum organismo para regular este mercado?
-Mercado este que já deu provas de ser um dos mercados mais importantes do mundo que conhecemos e que chamamos "evoluído" trata-se de chupar dum lado para alguém ganhar.
-E que já vimos que o facto de haver alguém com lucros fabulosos não é bom para ninguém, pois esta crise para além de haver entidades a lucrar imenso, não é nada bom para a economia global.
Veremos no que vai dar.
in wall street journal
COMENTÁRIO DO CREATEINOVATE:
Parece que o mercado imobiliário dos estados unidos recomeça após esta crise? será que irá abrandar os seus efeitos? ou já vem tarde?
Esperamos para ver.
-Com esta série de despedimentos a nível global das grandes empresas, na esperança de terem lucros acima do esperado, será que haverá alguém disposto a comprar casas sem saber como as irá pagar?
-Voltarão os bancos a emprestar dinheiro sem garantia, para voltar a vender os seus "créditos envenenados" para daqui a uns anos haver nova crise no sub-prime?
ou irá a super potencia criar algum organismo para regular este mercado?
-Mercado este que já deu provas de ser um dos mercados mais importantes do mundo que conhecemos e que chamamos "evoluído" trata-se de chupar dum lado para alguém ganhar.
-E que já vimos que o facto de haver alguém com lucros fabulosos não é bom para ninguém, pois esta crise para além de haver entidades a lucrar imenso, não é nada bom para a economia global.
Veremos no que vai dar.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Jerónimo Martins dispara mais de 10% com subida nas vendas
As vendas anuais da Jerónimo Martins não surpreenderam os analistas mas a subida anunciada foi suficiente para animar os investidores. As acções dispararam mais de 10% na sessão de hoje, ainda assim um movimento anulou parte das perdas sofridas nas restantes sessões de 2009.
in JN
in JN
70 mil euros/mes??
O Partido Socialista questionou Miguel Cadilhe, na comissão parlamentar de inquérito ao BPN, sobre a remuneração do antigo líder do banco, questionando a sua oposição à nacionalização decidida pelo Governo.
No início da audição que decorre esta tarde na Assembleia da República, o PS foi o primeiro a interpelar o antigo ministro das Finanças.
O deputado Ricardo Rodrigues questionou Miguel Cadilhe sobre quais eram os interesses do gestor que possam justificar que seja contra a nacionalização.
O mesmo responsável questionou Cadilhe se este tinha um plano poupança reforma de 12 ou 15 milhões de euros e se ganhava 70 mil euros por mês.
“Um deputado teria que trabalhar 200 anos para ter uma reforma desse valor”, adiantou Ricardo Rodrigues.
No início da audição que decorre esta tarde na Assembleia da República, o PS foi o primeiro a interpelar o antigo ministro das Finanças.
O deputado Ricardo Rodrigues questionou Miguel Cadilhe sobre quais eram os interesses do gestor que possam justificar que seja contra a nacionalização.
O mesmo responsável questionou Cadilhe se este tinha um plano poupança reforma de 12 ou 15 milhões de euros e se ganhava 70 mil euros por mês.
“Um deputado teria que trabalhar 200 anos para ter uma reforma desse valor”, adiantou Ricardo Rodrigues.
As duas locomotivas do mundo
A Alemanha continua a ser o principal exportador mundial de produtos seguido de muito perto da China, segundo os dados da Organização Mundial do Comércio para os primeiros onze meses de 2008. A China, entretanto, ultrapassou a Alemanha em produto interno bruto e alcançou o 4º lugar depois dos EUA, Zona Euro e Japão, ou a terceira posição se a Zona Euro não for considerada como um bloco.
A guerra pela liderança das exportações mundiais de produtos continua entre a Alemanha e a China, as duas locomotivas actuais do comércio internacional.
A Alemanha lidera a exportação de produtos desde 2003 quando ultrapassou os Estados Unidos.
Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), divulgados esta semana por um dos seus peritos, a Alemanha manteria a liderança durante os onze meses de 2008, com um total de 1,4 biliões de dólares (triliões na designação anglo-saxónica, ou seja 1.400 mil milhões de dólares) de produtos exportados, distanciada ainda da China por uma barreira de 60 mil milhões. Contudo os analistas prevêem que esta corrida possa ser ganha, finalmente, pela China em 2009.
Fruto deste dinamismo económico externo (a China é uma economia aberta em 38%, um ponto percentual mais que a portuguesa), o produto interno bruto (PIB) da República Popular cresceu 13% em 2008, dois pontos percentuais mais do que em 2007, um ritmo de crescimento que já não se observava naquele país desde 1993.
5 maiores economias:
Estados Unidos, a Zona Euro, o Japão, a China e a Alemanha.
(dados I.N.E.)
Banco mundial ai anuncia 2,1% / contracção do comercio
Em
A guerra pela liderança das exportações mundiais de produtos continua entre a Alemanha e a China, as duas locomotivas actuais do comércio internacional.
A Alemanha lidera a exportação de produtos desde 2003 quando ultrapassou os Estados Unidos.
Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), divulgados esta semana por um dos seus peritos, a Alemanha manteria a liderança durante os onze meses de 2008, com um total de 1,4 biliões de dólares (triliões na designação anglo-saxónica, ou seja 1.400 mil milhões de dólares) de produtos exportados, distanciada ainda da China por uma barreira de 60 mil milhões. Contudo os analistas prevêem que esta corrida possa ser ganha, finalmente, pela China em 2009.
Fruto deste dinamismo económico externo (a China é uma economia aberta em 38%, um ponto percentual mais que a portuguesa), o produto interno bruto (PIB) da República Popular cresceu 13% em 2008, dois pontos percentuais mais do que em 2007, um ritmo de crescimento que já não se observava naquele país desde 1993.
5 maiores economias:
Estados Unidos, a Zona Euro, o Japão, a China e a Alemanha.
(dados I.N.E.)
Banco mundial ai anuncia 2,1% / contracção do comercio
Em
Trichet excluiu 0%
Ao contrário dos estados unidos da américa...
Ver info:
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, excluiu hoje baixar a principal taxa directora para zero por cento, durante uma entrevista difundida pela televisão japonesa NHK.
Trichet foi hoje questionado após a decisão do BCE de reduzir esta taxa em meio ponto percentual, descendo-a para os dois por cento, um número histórico.
"Se me perguntarem se podemos ir até zero, respondo-vos «não, não podemos»", afirmou aos jornalistas da NHK.
No entanto, Trichet não excluiu novas descidas no futuro.
"À questão, «Serão os dois por cento o valor mais baixo que vão atingir?» respondo-vos «não, vamos ver o que é necessário»", disse.
O BCE deixou perceber que em Março pode haver uma possível nova redução desta taxa, que determina o nível do crédito nos dezasseis países do euro, para fazer frente à degradação rápida da economia na zona euro.
Desde Outubro, a taxa directora foi reduzida no total de 2,25 pontos percentuais.
Em dez anos de existência, o BCE nunca desceu tanto a taxa directora.
A Reserva federal norte-americana e o Banco do Japão baixaram a sua principal taxa de juro quase a zero.
LMP
Lusa/Fim
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O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, excluiu hoje baixar a principal taxa directora para zero por cento, durante uma entrevista difundida pela televisão japonesa NHK.
Trichet foi hoje questionado após a decisão do BCE de reduzir esta taxa em meio ponto percentual, descendo-a para os dois por cento, um número histórico.
"Se me perguntarem se podemos ir até zero, respondo-vos «não, não podemos»", afirmou aos jornalistas da NHK.
No entanto, Trichet não excluiu novas descidas no futuro.
"À questão, «Serão os dois por cento o valor mais baixo que vão atingir?» respondo-vos «não, vamos ver o que é necessário»", disse.
O BCE deixou perceber que em Março pode haver uma possível nova redução desta taxa, que determina o nível do crédito nos dezasseis países do euro, para fazer frente à degradação rápida da economia na zona euro.
Desde Outubro, a taxa directora foi reduzida no total de 2,25 pontos percentuais.
Em dez anos de existência, o BCE nunca desceu tanto a taxa directora.
A Reserva federal norte-americana e o Banco do Japão baixaram a sua principal taxa de juro quase a zero.
LMP
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Amorim inaugura primeira instalação mundial de reciclagem de cortiça
A Corticeira Amorim inaugura quarta-feira, em Santa Maria da Feira, a primeira unidade mundial de reciclagem de resíduos de cortiça, que transformará rolhas usadas em aglomerados para isolamentos, material para aeronáutica e caiaques, entre outros novos produtos que recorrem ao material.
Na ocasião serão ainda entregues as primeiras rolhas recolhidas na campanha de reciclagem Green Cork, promovida pela Quercus em parceria com a Corticeira Amorim, e que serão depois transformadas em novos artigos.
Na ocasião serão ainda entregues as primeiras rolhas recolhidas na campanha de reciclagem Green Cork, promovida pela Quercus em parceria com a Corticeira Amorim, e que serão depois transformadas em novos artigos.
Toyota e Honda em corte
TÓQUIO (Reuters) - As duas principais montadoras do Japão, Toyota e Honda, cortarão ainda mais produção para se adequarem a estoques inchados, em um momento em que a venda de automóveis despenca. A terceira colocada Nissan deve transferir parte da produção ao exterior para cortar custos.
Enquanto isso, a Fuji Heavy, fabricante da marca Subaru, é a mais recente empresa automotiva a prever perdas neste ano fiscal, diante de um cenário em que a expansão da recessão global prejudica a demanda em mercados maduros e coloca um freio nas vendas em mercados emergentes.
mais em:
Enquanto isso, a Fuji Heavy, fabricante da marca Subaru, é a mais recente empresa automotiva a prever perdas neste ano fiscal, diante de um cenário em que a expansão da recessão global prejudica a demanda em mercados maduros e coloca um freio nas vendas em mercados emergentes.
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Vista Alegre está suspensa em bolsa
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM) suspendeu hoje a negociação das acções do grupo Vista Alegre. Os títulos da empresa, que subiram já 40 por cento este ano, registaram hoje um volume de negociação pouco habitual.
Segundo um comunicado emitido pela CMCM no seu site, “a suspensão manter-se-á até que se proceda à divulgação de informação relevante sobre o emitente”.
No comunicado, a CMVM informa ainda que o seu conselho directivo tomou esta decisão com base no artigo 214º e da alínea b) do n.º 2 do artigo 213º do Código dos Valores Mobiliários, que determina a suspensão das acções caso “ocorram circunstâncias susceptíveis de, com razoável grau de probabilidade, perturbar o regular desenvolvimento da negociação”.
As acções da Vista Alegre Atlantis chegaram hoje a valorizar 22 por cento, chegando aos 11 cêntimos. Ao longo da sessão foram transaccionadas 600 mil acções, um valor bastante acima da média diária de 34 mil acções dos últimos seis meses.
Já os títulos da Vista Alegre Participações transaccionados hoje atingiram os 1,3 milhões face à média diária de 159 mil acções dos últimos seis meses.
in: publico
Segundo um comunicado emitido pela CMCM no seu site, “a suspensão manter-se-á até que se proceda à divulgação de informação relevante sobre o emitente”.
No comunicado, a CMVM informa ainda que o seu conselho directivo tomou esta decisão com base no artigo 214º e da alínea b) do n.º 2 do artigo 213º do Código dos Valores Mobiliários, que determina a suspensão das acções caso “ocorram circunstâncias susceptíveis de, com razoável grau de probabilidade, perturbar o regular desenvolvimento da negociação”.
As acções da Vista Alegre Atlantis chegaram hoje a valorizar 22 por cento, chegando aos 11 cêntimos. Ao longo da sessão foram transaccionadas 600 mil acções, um valor bastante acima da média diária de 34 mil acções dos últimos seis meses.
Já os títulos da Vista Alegre Participações transaccionados hoje atingiram os 1,3 milhões face à média diária de 159 mil acções dos últimos seis meses.
in: publico
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Portugal escapa à onda de despedimentos no Barclays
Portugal vai escapar à onda de despedimentos que está a afectar o departamento da banca de investimento do Barclays. Fonte próxima da instituição garantiu ao Negócios que "não estão previstos despedimentos" a nível interno, uma vez que "há pouca gente" a trabalhar nessa área em Portugal.
De acordo com fontes citadas pela agência noticiosa AFP, o Barclays vai despedir 2.100 funcionários na área de investimento. Isto é, distribuindo-se pelos três grandes ramos dessa actividade: o Barclays Wealth (gestão de fortunas), o Barclays Capital (especializado em gestão de risco e emissão de dívida pública) e o Barclays Global Investors
De acordo com fontes citadas pela agência noticiosa AFP, o Barclays vai despedir 2.100 funcionários na área de investimento. Isto é, distribuindo-se pelos três grandes ramos dessa actividade: o Barclays Wealth (gestão de fortunas), o Barclays Capital (especializado em gestão de risco e emissão de dívida pública) e o Barclays Global Investors
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Lucros recorde de 6,5 mil milhões um ano antes Deutsche Bank com prejuízos de 3,9 mil milhões
Agudizar da crise no último trimestre do ano teve efeitos nos resultadosO banco alemão Deutsche Bank obteve prejuízos de 3,9 mil milhões de euros no exercício de 2008, contra os lucros recorde de 6,47 mil milhões um ano antes.
Os dados foram avançados esta quarta-feira pela entidade, que destacou o impacto negativo do agudizar da crise sobre os resultados do quarto trimestre.
Desta forma, nos últimos três meses do ano, o maior banco alemão ficou no vermelho, com prejuízos de 4,8 mil milhões, contra os lucros de 953 milhões no último trimestre de 2007.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1032254&div_id=1729
Os dados foram avançados esta quarta-feira pela entidade, que destacou o impacto negativo do agudizar da crise sobre os resultados do quarto trimestre.
Desta forma, nos últimos três meses do ano, o maior banco alemão ficou no vermelho, com prejuízos de 4,8 mil milhões, contra os lucros de 953 milhões no último trimestre de 2007.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1032254&div_id=1729
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3 mil despedimentos tinham já sido anunciados em 2008 Motorola vai despedir 4 mil em 2009
Objectivo é poupar um total de 1,13 mil milhões de euros
A Motorola prepara uma redução de quatro mil postos de trabalho em 2009, que se somam aos três mil já anunciados em 2008.
A Motorola prepara uma redução de quatro mil postos de trabalho em 2009, que se somam aos três mil já anunciados em 2008.
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