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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Gripe A: casos confirmados em Portugal sobem para 140

Portugal registou mais 10 casos da gripe A, confirmados laboratorialmente, nas últimas 24 horas. Segundo comunicado do Ministério da Saúde, as autoridades portugueses já contabilizaram 140 infecções causadas pelo novo vírus.

Neste momento estão referenciados quatro casos no Hospital Curry Cabral, em Lisboa: “um homem de 48 anos, que regressou dos EUA, um homem de 27 anos, proveniente do Rio de Janeiro, bem como uma mulher de 25 anos e um homem de 21 anos, correspondentes a casos de transmissão secundária”.
Também no Hospital de São João, no Porto, estão a ser acompanhados quatro casos: “um homem de 19 anos, que chegou de Madrid, um adolescente de 15 anos, que veio de Londres, e duas mulheres, uma de 20 e outra de 31 anos, ambas provenientes de Palma de Maiorca”.
O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, está a acompanhar “uma adolescente de 15 anos, que veio de Londres”, e o Hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, segue “um homem de 30 anos, proveniente do Reino Unido”.
“O surgimento de casos de transmissão secundária e o aumento de casos importados eram previsíveis pelas autoridades de saúde pública, tendo em conta a evolução natural da epidemia. Não há, por isso, qualquer razão para alarme, mas sim para uma atenção redobrada”, realça o comunicado do Ministério da Saúde.

Prevenir a transmissão através de antirectrovirais (ART)

Preventing HIV transmission with antiretrovirals

Kevin M De Cock a, Siobhan P Crowley a, Ying-Ru Lo a, Reuben M Granich a & Brian G Williams a

a. Department of HIV/AIDS, World Health Organization, 20 avenue Appia, 1211 Geneva 27, Switzerland.

Correspondence to Siobhan P Crowley (e-mail: crowleys@who.int).

Bulletin of the World Health Organization 2009;87:488-488. doi: 10.2471/BLT.09.067330

Three of the most extraordinary events in global health over the past 30 years have been the emergence of the pandemic of HIV/AIDS, the development of antiretroviral therapy (ART) capable of arresting HIV progression and reducing mortality, and scale-up of therapy in low- and middle-income countries. By the end of 2007, approximately 3 million people were accessing ART in resource-constrained settings,1 an unimaginable achievement a few years previously, yet one whose expansion and sustainability are threatened by resource constraints and competing priorities. Adding complexity are scientific uncertainties – where is the pandemic going, what is the best way to use ART for individual health and what role can ART play in HIV prevention?

By the end of 2007, an estimated 33 million persons were living with HIV and 2.7 million had become newly infected that year.2 Sub-Saharan Africa has 67% of all estimated infections. At the risk of oversimplification, two broad patterns have emerged globally: HIV affects the general population in sub-Saharan Africa but elsewhere is largely concentrated in specific groups at risk. Eight countries in southern Africa have an adult HIV prevalence of 15% or above.

Although the annual incidence of HIV infections globally peaked around the mid-1990s,3 the absolute number of people living with HIV in Africa continues to increase as a result of persistent high incidence and population growth rate. Universal access remains a remote aspiration unless HIV transmission is substantially and rapidly reduced.

There is little doubt that ART has preventive effects; what is uncertain is how best to apply it and combine it with other evidence-based prevention interventions for maximal synergy and benefit. For HIV-negative persons, guidelines already exist concerning use of ART for post-exposure prophylaxis,10 and results of randomized controlled trials of pre-exposure prophylaxis will soon become available. It is the treatment of persons who are already infected, however, that may have the widest impact. The rationale seems simple: transmission only occurs from infected persons who are numerically far fewer than HIV-negative susceptible persons; viral load is the greatest risk factor for all modes of transmission; ART lowers viral load; prevention of mother-to-child transmission offers proof of concept; and there is observational evidence of reduced transmission from discordant heterosexual couples when the index partner is on ART.11,12

Several papers have proposed expanded use of ART as a means of limiting HIV spread13,14 and further impetus to this discussion was given by a mathematical model published by WHO scientists in late 2008.15 Their paper reported that in an HIV/AIDS epidemic of southern African severity, universal voluntary HIV testing on an annual basis followed by immediate ART could reduce HIV incidence by about 95% within a decade, with cost-saving over the medium term. Formidable challenges to such an approach include conducting the necessary research; operational and financial feasibility; ethical and human rights challenges, acceptability; and the potential for drug resistance and toxicity.

Widespread early therapy for HIV is intellectually compelling because it targets viral load, the major biological risk factor for transmission and disease progression. Delaying treatment until HIV has inflicted severe damage on the immune system and further transmission occurs is a different practice to the approach of other infectious diseases such as tuberculosis. Earlier diagnosis and treatment offer opportunity for “positive prevention” emphasizing other health interventions, as well as enhancement of sexual and reproductive health and rights of persons living with HIV.16 Nonetheless, the world requires evidence before policy development on ART for HIV prevention can be envisaged.

WHO will organize a consultation in late 2009 to examine research priorities, operational considerations and ethical and human rights concerns around the use of ART for HIV prevention. Additional questions other than impact in generalized epidemic settings include relevance to concentrated epidemics, impact on tuberculosis incidence, prevention of mother-to-child transmission and cost implications.

At a time when other avenues of HIV prevention research, including vaccine evaluations, have given discouraging results, how to use ART for the greatest simultaneous therapeutic and prevention benefit is perhaps the most pressing question in HIV research.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

CGTP E UGT

E tinham que vir os comunas com as suas ideias de merda =D


CGTP E UGT

Ao nível do trabalho, tendo em atenção o elevado nível de abstenção que se espera nas empresas, a centrais sindicais já lançaram um aviso com a CGTP e a UGT a alertarem para o facto da Gripe A não poder ser usada como pretexto para os patrões deixarem de pagar salários.

De acordo com a lei do trabalho, todos os trabalhadores em risco de ficarem infectados com o vírus da gripe A, e que sejam impedidos de trabalhar, irão perder 25 por cento do ordenado, o que significa que num vencimento de mil euros são menos 250 euros por 22 dias úteis passados em casa, algo que para a centrais é inadmissível haver um corte nos salários desta forma.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

30 tipos de beijinhos e outras curiosidades

1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.

2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.

3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.

4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.

5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho" beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro.

6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se "luta de língua".

7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).

8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.

9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.

10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.

11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.

12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.

13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.

14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.

15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.

16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.

17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.

18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.

19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.

20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.

21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.

22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.

Onde há amor, há dor
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de detalhes.

As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são:

23. Mordida de Javali
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro.

24. A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.

25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.

26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.

27. O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.

28. A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.

29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.


30. A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.


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ja agora... beijar, faz bem demais =D

  • Beijo pode ajudar a curar depressão ~

    O beijo é a melhor terapia, principalmente para superar a depressão, revelou uma organização britânica.

    O beijo "estimula a parte do cérebro que libera endorfina na corrente sangüínea, criando uma sensação de bem-estar", destacou a principal agência de terapia sexual britânica, Relate, com sede em Londres, e que já atendeu milhares de pessoas no Reino Unido para ajudá-las em suas relações de casal.

    A endorfina é o "opiáceo" natural do organismo, cuja liberação no cérebro causa sensação de prazer, agindo como antídoto para a depressão.

    Lembrando que os benefícios da liberação de endorfina provocada por um beijo já foram tema de incontáveis documentos científicos, a organização britânica faz um apelo para que as pessoas se beijem mais, para combater o desânimo que acomete muitas pessoas, por exemplo, após as festas de fim de ano.

    Estudos anteriores demonstram que os casais no Reino Unido não dedicam muito tempo ao beijo, pois seu cotidiano é cada vez mais dedicado ao trabalho, informou a Relate, especializada em terapia sexual e assessoria psicológica a casais.

  • Beijo francês
  • Em um documento intitulado "O beijo francês (french kiss), beijo de língua num dia chuvoso", a organização enfatiza que os beijos que trazem mais benefícios para a saúde e para combater a tristeza não são aqueles em que só os lábios se tocam, sem muita paixão ou emoção.

    Quanto mais "excitantes" e apaixonados são os beijos, "mais adrenalina é liberada no sangue" e maiores são os benefícios para a saúde, garante a organização britânica.

    A sexóloga britânica Denise Knowles, que trabalha como assessora de terapia sexual da Relate, afirma que os benefícios para a saúde de um beijo apaixonado ocorrem porque uma forte liberação de adrenalina causa aumento da pressão arterial e do ritmo cardíaco.

    Por este motivo, Knowles lamenta que o beijo seja freqüentemente relegado nas relações amorosas, em uma sociedade em que as pessoas querem, sobretudo, ter um "bom sexo". "No entanto, o beijo traz tanto bem-estar e prazer quanto um bom sexo, e é mais fácil, podendo ser desfrutado na intimidade ou em público", diz a especialista.

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    Cientistas alemães afirmam que
    beijos e abraços ajudam a evitar
    enfartes, úlceras e até acidentes

    Beijos, abraços apertados e qualquer tipo de carícia são os melhores remédios para se conservar jovem e em forma, longe de doenças. Segundo a pesquisa publicada no jornal alemão “Bild”, o beijo e as demais demonstrações de carinho são capazes até de diminuir os acidentes de trânsito.

    O estudo assegura que um simples beijo aumenta a pulsação do coração de 70 batimentos para cerca de 150, o que força o bombeamento por parte do coração de um litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar. E este aumento da taxa de oxigenação auxilia o metabolismo celular.

    Assim, as pessoas que gostam de beijar sofrem com menos freqüência de enfermidades ou moléstias do aparelho circulatório e também do estômago e da vesícula. Além disso, elas também têm mais facilidade em pegar no sono e pouca propensão à insônia e às dores de cabeça.

    Um beijo, também de acordo com os cientistas alemães, põe em circulação pelo corpo uma série de hormônios que proporcionam bem-estar e alegria à pessoa. Dependendo do ardor do beijo, estes hormônios podem até diminuir a sensação de dor de uma maneira equivalente a uma dose de morfina. Estes hormônios fazem do beijo uma espécie de “anjo da guarda”, pois uma pesquisa realizada entre homens casados e que dirigem mostrou que os que são beijados pelas mulheres antes de sair de casa para o trabalho tendem a ter menos acidentes no tráfego.

    O relatório dos estudiosos alemães afirma que o beijo é uma das melhores formas de se evitar as rugas e de se fazer ginástica facial, já que põe em movimento nada menos do que 29 músculos do rosto. Ainda no campo dos benefícios estéticos, o estudo revela que o beijo emagrece, pois obriga o organismo a consumir cerca de 12 calorias, mais ou menos o mesmo que um abraço bem apertado.


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    ~ Beijos molhados ~

    A pesquisa indicou ainda uma diferença no tipo de beijo preferido por homens e mulheres.

    Os homens declararam preferir beijos mais molhados e com mais contato de língua.

    Se.gundo os pesquisadores, isso poderia ser resultado de os homens terem menos capacidade de detecção químico-sensorial em relação às mulheres, necessitando assim de uma maior quantidade de saliva para fazer sua avaliação da parceira.

    Além disso, eles consideram que a troca salivar poderia ter uma função biológica de introduzir substâncias como hormônios ou proteínas nas bocas das mulheres para tentar influenciar sua propensão à relação sexual.

    Segundo o coordenador da pesquisa, Gordon Gallup, o beijo se desenvolveu ao longo do tempo para se tornar uma parte essencial do processo de flerte.

    Ele disse, porém, que “enquanto ambos os sexos participam dos benefícios adaptivos do beijo, a pesquisa indicou diferenças sexuais quando considerada a busca de estratégias de relacionamento de curto prazo contra o longo prazo”.

    E, ao contrário das mulheres, que consideram o beijo importante ao longo de todo o relacionamento, para os homens o ato perde importância com o passar do tempo.




    :O


    sexta-feira, 10 de julho de 2009

    Educação

    Se ao menos os professores em portugal fossem assim nao havia insucesso escolar


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