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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Atentem na frase :)
"...A situação dos mercados financeiros é tão feia, que as mulheres estão prestes a casar novamente por amor."
“Yes we CAN” critica WallStreet
O Presidente dos Estados Unidos lançou, na quinta-feira, o mais forte ataque aos abusos cometidos pelas empresas financeiras desde que assumiu o cargo.
Respondendo à notícia de que, em 2008, os executivos de Wall Strreet receberam quase 14 mil milhões de euros em prémios de desempenho, Barack Obama disse que esta situação é «vergonhosa» e que representa o «cúmulo da irresponsabilidade».
O Presidente lembrou que o Governo norte-americano já foi obrigado a impedir que a empresa Citigroup, que foi salva da falência por uma enorme injecção de dinheiro público, comprasse um avião a jacto para os executivos.
Obama anunciou que está a preparar nova legislação que vai apertar os controlos sobre as actividades de Wall Street.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
BPN já cobra comissões na sua rede de ATM
Levantar dinheiro numa caixa automática pode dar direito ao pagamento de uma comissão. Isto se o consumidor o fizer numa das 77 ATM da rede NetPay.
A revelação da cobrança desta comissão é feita pelo próprio dono da rede NetPay - o Banco Português de Negócios (BPN). Em resposta a um e-mail que circula na Internet, o banco emitiu um esclarecimento explicando que são aplicadas taxas se o levantamento for feito com "cartões com a marca Multibanco e que são normalmente emitidos sob uma insígnia internacional - Visa ou Mastercard - que funcionam a crédito e a débito (vulgarmente designados por duais ou mistos) e permitem que em ATM Sibs (Multibanco) o cliente possa efectuar levantamentos a débito (default) ou a crédito".
Ora, estes cartões correspondem a mais de 90% dos que circulam em Portugal, ou seja, cerca de 18 milhões. Trata-se daqueles que ostentam a marca Multibanco e são também Visa/Electron ou Mastercard/Maestro. Permitem levantar dinheiro a débito em Portugal e no estrangeiro e funcionam como cash-advance (levantamento a crédito), operação sujeita a comissão.
No caso dos levantamentos feitos com estes 18 milhões de cartões nas 77 ATM da rede NetPay, estes "são considerados pelas entidades emissoras dos cartões como cash-advance e são comissionados como tal pelas entidades emissoras dos referidos cartões". A NetPay não usa o processador nacional, a Sibs, e processa as suas operações no exterior.
O BPN, que não adianta o valor da comissão, diz que estas são cobradas pela Visa ou Mastercard. Mas não alerta os utilizadores da sua rede de ATM para o facto de estarem a pagar uma taxa sobre a operação.
Piadas :)
Uma formiga a passar a linha do comboio entala um pé, depois de um esforço e a ver o comboio aproximar-se desiste e diz:
- Que se lixe, se descarrilar, descarrilou...
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Uma mulher surpreende o marido no duche a masturbar-se e diz:
- Que é isto?
Ele responde:
- Já não se pode lavar o pénis à velocidade que se quer?
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Um tipo chega em casa e encontra um amigo com sua esposa na sua própria cama.
Pega o revólver e mata-o imediatamente.
A esposa irritada comenta:
- Se continuares a comportar-te assim, vais acabar sem nenhum amigo!...
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Um menino pergunta à mãe:
- Mãe, donde vêm os meninos?
- É a cegonha que os traz!
- E quem come a cegonha?
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Garoto à professora:
- Não quero alarmá-la, mas o meu pai diz que se as minhas notas não melhorarem, alguém vai levar uma sova!
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O mecânico para a cliente:
- Não consegui afinar os travões, por isso aumentei o som da buzina!
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A miúda acompanhou o avô ao barbeiro. Enquanto o mestre fazia o seu trabalho, a garota comia um doce, pelo que o barbeiro lhe disse:
- Ainda vais ter pêlos no teu docinho!
- Eu sei. E também vou ter mamas!
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Ia tão bêbado, tão bêbado que quando fez análises ao sangue... deu JB Positivo!
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Na prisão, um preso vira-se para o outro, e pergunta:
- Por que é que estás aqui?
- Concorrência comercial.
- Como assim?
- O governo e eu fabricamos notas iguais.
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Um gajo chega à beira de uma gaja e diz:
- Estás a fim de uma queca mágica?
A gaja pergunta:
- Como é uma queca mágica?
Ele diz:
- É muito simples, damos uma queca e depois tu desapareces.
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No consultório, ao fim da tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo ao marido.
Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela a fazer sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer de novo. E o marido:
- Ah, Maria, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Tu não !!!
Dubai: E assim se Constrói uma cidade
Por vezes temos que mandar a baixo para voltar a construir.
Quando há defeitos incorrigíveis.
Será essa a solução para o nosso país?
Windows Live Writer
Estou agora a testar o software da Microsoft para blogar em modo offline, irei contar mais sobre esta experiencia com o decorrer do tempo.
deixo-vos com uma imagem suberba.
Cumprimentos
R.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Alguém com bom senso:: Carlos Tavares propõe capitalização das empresas não financeiras
Carlos Tavares considera que é preciso capitalizar empresas não financeiras e não só os bancos e diz que é preciso eliminar “alçapões” da regulação e supervisão.
Para o responsável é necessário “aplicar de forma estrita as exigências da directiva dos mercados e intermediários financeiros a intermediários, fiscalizar análises de crédito e ‘reearchs’, harmonizar e racionalizar informação financeira e desalavancar a economia”.
“Esta é talvez a grande questão. Tornar a economia menos dependente do endividamento, capitalizando empresas não financeiras e não só os bancos”, sublinhou o presidente da CMVM, explicando que “o que tem aumentado muito é o endividamento das empresas não financeiras que superou o PIB no final de 2007. Este é um grande risco por causa do risco de aumento dos ‘spreads’”.
Por causa do endividamento, considera Carlos Tavares, "este é um bom momento para as empresas virem para a bolsa, através da cotação ou dos fundos de capital de risco”.
"A recapitalização das empresas vai ser necessária", alertou o responsável, acrescentando que "é um bom momento para as empresas se prepararem para ir ao mercado".
“Há que aperfeiçoar os modelos de regulação europeu e mundial”, alerta ainda o presidente da CMVM, acrescentando que “deve-se reajustar o paradigma da política monetária em termos objectivos” e “há que restaurar os valores tradicionais da banca, de confiança, credibilidade e defesa dos clientes”.
por:
Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
Quedas de 70 % no mercado de memórias abala Qimonda
"A crise na Qimonda não é de hoje, já vem desde Setembro de 2007. A causa dela é o preço das memórias, com uma desvalorização de 70% em 2007 e de mais 70% em 2008" e após a substituição da administração pelo gestor judicial, realçou a fonte.
As quedas do preço resultaram do "aumento de capacidade de produção de todos os produtores em mais de 100% em 2007 e da redução da procura" em 2008.
"É uma indústria de capital intensivo e não de mão-de-obra intensiva, o que faz com que a paragem ou redução de produção tenha custos superiores ao prejuízo de produzir e vender abaixo do custo", salientou, em declarações à Lusa.
A fábrica já têm uma nova tecnologia que foi apresentada como a solução para assegurar o futuro do mercado de memórias. No entanto, a empresa "necessita de investimento para fazer esse salto tecnológico".
"Era para isso que serviria o apoio estatal", realçou a fonte, notando que esse empréstimo seria "diferente do apoio ao sector automóvel, que suporta os salários".
Algumas das causas da actual crise no mercado das tecnologias de informação são: a sucessiva baixa de preços das memórias RAM, a concorrência asiática e a cada vez maior utilização de serviços gratuitos baseados na Web, sem necessidade de compra de hardware ou software.
A situação tem vindo a agravar-se devido à crise internacional, levando nos últimos dias grandes empresas como a IBM, Microsoft, Philips, Intel e Motorola a anunciarem acentuadas quedas de receitas e, em muitos casos, despedimentos de milhares de trabalhadores.
Alguns analistas alegam as alterações de comportamento dos consumidores como co-responsáveis por esta crise, ao verificarem um aumento da procura de equipamentos e programas mais baratos em relação aos mais apetrechados tecnologicamente
in: JN
as: 12h39m
Saiba como trabalha a Quimonda de Vila do Conde
A empresa Qimonda, em Vila do Conde, fabrica as memórias de acesso aleatório (RAM) que estão inseridas num sem números de dispositivos electrónicos, das mais conhecidas marcas, com que lidamos habitualmente.
As memórias integram computadores, telemóveis, consolas de jogos, televisores e máquinas fotográficas digitais, leitores de DVD e MP3, impressoras, servidores e sistemas de navegação geo-referenciada (GPS). Intel, Microsoft, Dell, LG, Sun, Asus, Sony e Nintendo são algumas das marcas que utilizam as memórias RAM da Qimonda.
Toda a produção de Vila do Conde da Qimonda é enviada por avião para a Alemanha, em quatro voos diários fretados exclusivamente para o transporte de mercadoria e fardamento.
"São oito voos diários, quatro do Porto para a Alemanha e outros quatro da Alemanha para o Porto", disse à agência Lusa fonte da administração cessante da Qimonda Portugal.
"São servidas 1.200 refeições diárias, distribuídas por almoços, jantares e ceias", referiu , recordando que a fábrica labora sem interrupção, 24 horas por dia, sete dias por semana.
Os operadores da fábrica trabalham três dias por semana, em turnos de 12 horas, rotativamente com entrada às 07h00 ou às 19h00, incluindo um fim-de-semana em cada dois.
"Em 2008, estiveram, em média, 20 camas reservadas diariamente em hotéis do Norte de Portugal para clientes, técnicos e fornecedores da empresa", realçou a fonte, acrescentando que há em Vila do Conde "dezenas de casas alugadas por funcionários da empresa que são de fora do concelho".
No total, são 15 os concelhos onde residem trabalhadores da Qimonda, muitos dos quais usam a estação Natureza do Metro do Porto, construída propositadamente para servir a fábrica e que deixará de ter utilidade caso a empresa feche.
A empresa proporciona todos os anos mais de 30 estágios a finalistas dos cursos de Engenharia das Universidades do Porto, Minho e Aveiro.
Criada em 1996, como Siemens, a fábrica de Vila do Conde iniciou a produção em 1998, com 300 pessoas, num terreno vendido pela câmara local por meio cêntimo. Em 1999, a fábrica passa a ser detida pela Infineon e em 2006 mudou de nome para Qimonda.
Actualmente tem 1.800 trabalhadores, com média etária de 35 anos, dos quais 300 engenheiros.
Ao lado da fábrica de memórias RAM, continua a ser construída uma unidade da Qimonda de componentes para painéis solares, com previsão de entrada em funcionamento no final de 2009 e de criação de 200 empregos.
in: Jornal de Noticias
Lucros da McDonald's aumentaram 80%
A McDonald's, maior cadeia de restaurantes de comida rápida do mundo, anunciou hoje um aumento de 80 por cento no lucro em 2008, com os baixos preços que praticam a serem preferidos devido à crise económica.
Segundo o presidente da McDonald's, Jim Skinner, a cadeia de restaurantes aumentou ainda o número médio de clientes por dia para 58 milhões, lucrando 4,3 mil milhões de dólares (3,76 dólares/acção) em 2008, um aumento de 80 por cento relativamente a 2007.
As vendas da cadeia aumentaram 6,9 por cento nos Estados Unidos, 8,5 por cento na Europa e 9 por cento na Ásia, Médio Oriente e África.
Hyundai paga prestação do carro a clientes que fiquem sem emprego
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.
Esta medida entrará em vigor a partir de 1 de Fevereiro e consiste no pagamento de uma prestação máxima de 600 euros por mês aos seus clientes que percam o emprego, segundo o jornal espanhol “Expansión”.
No entanto, as ajudas da fabricante duram um máximo de 12 meses, o que leva o valor total da ajuda para os 7.200 euros.
“A situação que vivemos é extraordinária e requer medidas extraordinárias. Muitas pessoas necessitam de adquirir um veículo e não o fazem devido à incerteza quanto ao seu futuro laboral. O que pretendemos é generalizar a confiança aos nossos clientes para que estes não adiem a compra”, referiu o director geral da Hyundai em Espanha, Diego Gutiérrez-Colomer citado pelo jornal espanhol.
Para os trabalhadores que sejam despedidos e que tenham adquirido um veículo sem recorrer a um financiamento, a Hyundai oferece um seguro de 350 euros mensais durante um ano.
Por:Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
In: Jornal de Negocios
A Autoeuropa deverá chegar ao fim deste ano com 80% do seu plano de investimento de 541 milhões de euros executado. A estimativa foi dada ontem pela directora-financeira da empresa, Dinah Kamiske, indicando que o projecto (que visa preparar a fábrica para novos modelos, flexibilizando as linhas de produção) passará incólume à crise instalada no sector automóvel.
A Autoeuropa deverá chegar ao fim deste ano com 80% do seu plano de investimento de 541 milhões de euros executado. A estimativa foi dada ontem pela directora-financeira da empresa, Dinah Kamiske, indicando que o projecto (que visa preparar a fábrica para novos modelos, flexibilizando as linhas de produção) passará incólume à crise instalada no sector automóvel.
A unidade portuguesa da Volkswagen comprometeu-se em 2007 a investir 541 milhões de euros até 2010. "Estamos a obter o dinheiro directamente da Volkswagen AG", disse Dinah Kamiske, explicando que a Autoeuropa está pouco exposta à deterioração da concessão de crédito, já que os financiamentos são feitos pela Volkswagen como um todo. Quando este ano terminar, faltará investir 20% dos 541 milhões anunciados. Esses 108 milhões de euros serão aplicados "principalmente" em 2010, embora uma parte residual possa estender-se ao ano seguinte, de acordo com a mesma responsável.
por:Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
In:Jornal de Negocios Online
Queda do euro "fortalece" contas das empresas
A crise económica não traz apenas más notícias. As empresas que optaram por internacionalizar os seus negócios e têm receitas em dólares estão a beneficiar com a subida da moeda americana contra o euro. Uma ajuda às contas de 2008, penalizadas pela quebra nas vendas e na rentabilidade.
A maior exposição a outros mercados permitiu às empresas portuguesas diversificar as fontes de receita. Mas também as deixou mais expostas às variações cambiais. A crise financeira obrigou as autoridades monetárias a intervir nas taxas de juro e no câmbio, provocando acentuadas flutuações nas moedas.
in: Jornal de Negocios ONline