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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Texto de opiniao - sociedade portuguesa

Apanhei o metro e já passava da hora. Aquele ar pesado característico de Lisboa, que lhe é tão característico marcado nos rostos das pessoas que aquela hora andavam nos subterrâneos de Lisboa.

Pessoas que trabalham até tarde e que muito provavelmente o que ganham não lhes chega ao fim do mês.

Não será difícil apontar que muito provavelmente também passam pouco tempo com os filhos … pessoas com 2 e 3 empregos, fácil adivinhar que são part-times, mal remunerados.

Todos os partidos falam em precariedade, parece que está na moda, o PCP e o BE, fazem o seu papel alertando para a situação, mas será a solução que eles apresentam a melhor solução para Portugal? Penso que não, acentarr a evolução de um pais, em montes de direitos para a massa trabalhadora não é solução para nação nenhuma.

Todas as grandes potencias de agora cresceram á custa do trabalho, não podemos dar direitos quando não temos produtividade que sustente os ordenados a que a CGTP e outras dizem que os trabalhadores têm direito, a Democracia como todos os outros estados de direito, que se dão ao luxo de dar direitos as pessoas, também se vêm no direito de lhes atribuir deveres, pois bem, os sindicatos de trabalhadores nacionais andam um pouco esquecidos dessa parte, pois apenas falam em direitos dos trabalhadores, esquecem-se sim que deste modo, afogam as empresas, e com elas os postos de trabalho.

A todos os trabalhadores que subsidiam estas organizações, cuidem-se pois com o ordenado que eles recebem, o que pedem para vós por vees está sim a matar os vossos postos de trabalho e esse sim vos diz respeito, e o vosso sustento que também governa a vossa família.

Não é de esperar, que deste modo as pessoas prefiram o fundo desemprego que garante alguns euros por mês (bastante) para qualquer trabalhador que esteja a trabalhar em part-time ou full-time com recibos verdes ou a contrato com termo que esteja a receber por exemplo 450 euros e entregue IRS e pague todos as suas obrigações perante a SEGURANÇA SOCIAL e FINANÇAS. O que lhe sobra ao fim do mês é o equivalente ao que “ganha” se estiver no fundo desemprego …. Enfim ….

Estamos a tentar puxar um pais para a frente e estamos a subsidiar a “preguiça” do povo, esta preguiça que vem desde sempre … dizemos nós … “somos um pais de compadres”.

Bem, olhando para a historia de Portugal não será difícil de recordar os fundos infinitos do ministério das finanças do reinado de D.JOAO com o “incoming” que nos cegava do Brasil, em ouro amarelo, branco e matérias-primas. Éramos... Atrevo-me a dizer, uma das nações mais ricas do mundo à altura.

O que eram a Holanda, por exemplo … nada … até descobrir que nós portugueses nem cuidavam do que nos era mais precioso …. Todos queriam mamar mas ninguém protegia o que lhes dava de mamar … o que aconteceu. Secou … todos viviam a conta do dinheiro que o rei fazia no Brasil, que pertencia a pátria e para ela não foi usada, usou sim a subsidiar ministros que eram seus familiares …. Mas ainda estamos a tempo de mudar isto …

Solução apresentada:

Acabar com o fundo de desemprego, essa praga portuguesa, quem não trabalha não come, e não me venham com argumentos de “merd*” que não resulta... basta dar uma volta por qualquer lado que se vê letreiros em loja sim loja também “colaboradores precisam-se “ou “precisamos de empregada, ou ate mesmo no jornal “estamos a contratar” o problema é que em casa estamos melhor, e a receber mais … porque a verdade é que quem não recebe exorbitâncias anda a trabalhar para aquecer sr.’s ministros. Anda a dês notar para andar a subsidiar o fundo de desempregam … façam-se homenzinhos e façam valer o ordenado que recebe

Este discurso varia entre a direita e a esquerda mas o que tenta é ser “EXTREMAmente central”

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