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segunda-feira, 7 de abril de 2008

Revista: Hip Hop'arque



Domingo: 5/04/08


Teatro de revista HIP HOP'arque!, Teatro maria vitoria

Algumas piadas:
1)
Está uma moça com um nome que começa por "Mine.." alguém interrompe ordenando-lhe para não proferir o ultimo monossílabo, parecendo adivinhar onde a conversa iria parar. Uma personagem masculina diz: "Ahh eu gosto muito de fazer isso" a moça: "eu chamo-me "Minerva", a personagem masculina: "Ahh... isso nunca fiz"

2)Alguém profere: "Sexo Sexo Sexo ... uns dizem que é saboroso outros que faz azia"

Mais:
«HIP HOP'arque!»

NOVA REVISTA COM MARINA MOTA, CARLOS CUNHA E JOÃO BAIÃO, EM ENSAIOS NO TEATRO MARIA VITÓRIA.

Com encenação de Francisco Nicholson e assistência de Marina Mota, prepara-se no Teatro Maria Vitória a inauguração da temporada 2007/2008, com a estreia em breve, da revista «HIP HOP'arque!», que trás o regresso ao Parque Mayer e a este tipo de Teatro, de Marina Mota, Carlos Cunha e João Baião, a que se juntam Ana Brito e Cunha, Paulo Vasco, Rui de Sá, Melânia Gomes e as estreantes Marisa Carvalho, Sara Brás e Cristina Aurélio, animados por um excelente grupo de baile, de 10 dançarinos, dirigido por Marco de Camillis e por uma excelente e moderna orquestra dirigida por Fernando Correia Martins.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

estupida/estupenda constatação utilizando a linguagem da internet

Tese: FODACE = FIM DE SEMANA

Na internet: FODACE = FDS,

sabendo que FDS = Fim De Semana

logo FODACE = Fim De Semana

terça-feira, 1 de abril de 2008

Viagra rosa

Viagra rosa
27.03.2008
A corrida em busca do Viagra cor-de-rosa já começou, mas há mulheres que não estão interessadas. Há quem critique a medicalização da sexualidade feminina.
Por David Segal

O Viagra faz dez anos hoje. E é verdade que o tempo voou. Parece que foi ontem que nos torcemos de riso à frente da televisão com os anúncios pseudo-simbolistas que eram dedicados ao pequeno comprimido azul e aos seus rivais da "disfunção eréctil" - bolas de futebol atiradas através de pneus, torneiras que começavam a jorrar água. Os spots acabavam com uma lista de possíveis efeitos secundários que pareciam uma caricatura de possíveis efeitos secundários. "Mais de quatro horas?", encolhíamo-nos só de pensar. "Au!"

Por muito embaraçosos que fossem os anúncios, a aprovação do Viagra pela Food and Drug Administration (FDA), a agência americana que controla os medicamentos, no dia 27 de Março de 1998 é um marco na história do sexo.
Na altura todos tivemos a sensação de estar a viver uma revolução biomédica, mas cinco minutos depois do comprimido mágico se ter espalhado pelo mundo alguém fez a pergunta: e onde é que está a versão feminina do Viagra?
A resposta curta é: ainda está a ser desenvolvida. Houve vários laboratórios que tentaram criar o "Viagra cor-de-rosa" - como costuma ser chamado - mas falharam. Outras companhias desenvolveram drogas que estão actualmente em diferentes estádios dos testes clínicos - como um gel que começou recentemente a ser testado num estudo de âmbito nacional nos Estados Unidos, que envolve vários milhares de mulheres, e que deverá provar a sua eficácia ou ser atirado para o caixote do lixo.
"Dêem-nos cinco anos, talvez menos", dizem os médicos e os investigadores mais optimistas. Ainda que ninguém saiba ao certo quantas mulheres pediriam uma receita ao seu médico, ninguém duvida de que a primeira empresa que lance no mercado um remédio para a disfunção sexual feminina (DSF), como é formalmente denominada, ganharia uma fortuna.
Curiosamente, porém, à medida que esta corrida se aproxima da sua última volta, como parece ser o caso, nem todos os espectadores aplaudem os concorrentes. Na realidade, muitos estão a vaiar os corredores com todas as suas forças.
Um pequeno mas fervoroso grupo de psicólogos, académicos e campeões da saúde pública afirma que a DSF não é sequer uma situação clínica - ou, pelo menos, não é o tipo de problema que deva ser tratado com drogas. E não se trata daqueles obtusos médicos (do sexo masculino) que há décadas que dizem às mulheres preocupadas com a sua falta de libido que "está tudo na sua cabeça".
Este grupo anti-DSF é formado principalmente por mulheres e muitas delas descrevem-se como feministas. A mais conhecida é Leonore Tiefer, uma psicoterapeuta e professora da Universidade de Nova Iorque que há muitos anos critica aquilo que chama "a medicalização da sexualidade feminina".
"As empresas farmacêuticas querem dizer às mulheres: "Você não precisa de saber nada. Pode finalmente ter a vida sexual gratificante que procura sem saber nada de nada. Basta perguntar ao seu médico"", diz Tiefer. "Fico chocada com esta atitude, porque no mundo em que vivemos há muitos problemas originados pela ignorância e pela dependência. Pode haver imensas pessoas que não estão interessadas em sexo, mas será que há uma razão médica para isso? E será que temos a capacidade de a diagnosticar?"
A crítica de Tiefer tem a ver com a forma como é de esperar que o Viagra seja promovido - através de anúncios que vão passar noite e dia à frente dos nossos olhos sugerindo que as mulheres que não são sexualmente ousadas têm um problema médico. Tiefer e as suas aliadas - organizadas no grupo New View Campaign - também se sentem irritadas por se estar a gastar tanto dinheiro e por os media estarem a dedicar tanta atenção à pílula da luxúria, ainda antes de ela existir, quando para muitas mulheres a solução para os seus problemas de libido não precisa de ser tão exótica. Talvez tenham um parceiro que não tem a mínima ideia do que deve fazer. Talvez estejam stressadas. Talvez não consigam descontrair-se o suficiente para sentir desejo por estarem demasiado ocupadas a tratar das crianças. Terapia, aconselhamento e jardins-de-infância gratuitos podem fazer mais pela vida sexual das mulheres do que alguma vez alguma companhia farmacêutica conseguirá, diz a New View Campaign.
"Oitenta e cinco por cento das vezes, as pessoas saem do consultório do médico com uma receita na mão", diz Meika Loe, autora de The Rise of Viagra e uma apoiante da New View. "Mas as companhias de seguros não pagam a uma pessoa que queira falar a um terapeuta para se aconselhar sobre a melhor forma de comunicar os seus desejos sexuais. Temos um sistema de saúde que está quase exclusivamente focado nas soluções médicas."
Do outro lado da barricada, aliados das companhias farmacêuticas, estão grupos de médicos que receitam a mulheres atormentadas pela sua vida sexual medicamentos que a FDA não aprovou para esse fim. O mais conhecido destes é Irwin Goldstein, director de Medicina Sexual no Hospital Alvarado, de San Diego. Goldstein e Tiefer discutem o tema da DSF há uma década, mas o médico considera que não há na realidade nada para discutir.
Goldstein usa hormonas para tratar as mulheres e tem todo o gosto em pôr as pessoas interessadas em contacto com pacientes que se desdobram em elogios aos resultados do seu tratamento.
Mulheres como Virginia, nascida na Grã-Bretanha, uma artista de 60 anos, que preferiu que o seu apelido não fosse mencionado. Virginia passou anos a pedir aos médicos algo que estimulasse o seu apetite sexual, que já tinha sido voraz e tinha deixado de o ser. "Todos eles reviravam os olhos, tossiam discretamente e tentavam mudar de assunto", conta. "Mas quando eu era jovem, a minha enorme libido era uma parte importante da minha pessoa, daquilo que eu era. Perder isso foi como perder um grande amigo."
Há três anos, Virginia ouviu Goldstein dar uma entrevista à National Public Radio. Umas semanas depois foi a Boston, onde o médico tinha então o seu consultório, e passado algum tempo estava a fazer um tratamento hormonal. Foi preciso ir ajustando a combinação de hormonas e a dose, mas passadas umas semanas começou subitamente a sentir-se mais confiante do ponto de vista sexual e mais atraente. E o sexo começou a ser muito mais gratificante.
"Há uns anos eu conseguia chegar ao sétimo céu", explica. "Agora consigo chegar ao quinto. É muito melhor que o purgatório".
Excitação ou desejo
Numa coisa toda a gente está de acordo: a busca do Viagra cor-de-rosa está a revelar-se mais complicada do que se pensava. Até agora tem-se saltado de desilusão em desilusão
Houve o PT-141, da Palatin Technologies, uma droga inalada através de um spray nasal e que, nos testes preliminares, produziu uma estimulação sexual tanto nos homens como nas mulheres, o que deu origem a rumores em 2005 de que uma esguichadela no nariz era tudo o que era necessário para que uma pessoa ficasse pronta para tudo.
"O primeiro afrodisíaco verdadeiro, honesto, excitante, trepidante e disponível para os dois sexos", arquejava a revista New York nesse ano. Mas não era. Em Agosto, a FDA suspendeu os testes clínicos referindo riscos de hipertensão arterial.
Depois veio o Intrinsa, um penso fabricado pela Procter & Gamble que injectava testosterona na corrente sanguínea através da pele. (A testosterona, uma hormona associada ao desejo sexual, é produzida também pelas mulheres, ainda que em menores quantidades que nos homens.) Também foi suspenso pela FDA.
E é claro que, muito antes da medicina moderna, houve experiências descabeladas com unguentos, insectos e corno de rinoceronte moído. A busca de um afrodisíaco feminino é aparentemente tão velha como o namoro.
Com os homens, tudo o que um medicamento tem de provocar é uma excitação - ou seja, uma erecção. O homem em geral consegue convocar a luxúria sem mais ajuda. Uma mulher, porém, pode ficar sexualmente excitada - ou ter todos os sinais físicos da excitação sexual - e continuar sem interesse em sexo. É por isso que o Viagra não funciona com as mulheres, ainda que produza nelas praticamente o mesmo efeito físico - afluxo de sangue às partes baixas - que nos homens.
A excitação sexual nas mulheres nem sempre leva ao desejo. Até a Pfizer demorou um bocado a compreender o conceito. A empresa testou 3000 mulheres ao longo de oito anos antes de abandonar a esperança (em 2004) de que o próprio Viagra pudesse ser o Viagra feminino.
"O que sabemos é que, nas mulheres, muito pouco do que acontece no capítulo do sexo se passa abaixo da cintura", diz Anita Clayton, professora do Centro de Investigação Clínica Psiquiátrica da Universidade de Virgínia e co-autora do livro Satisfaction: Women, Sex and the Quest for Intimacy. "Quase tudo se passa acima do pescoço."
O que levanta outra questão complexa: se o desejo nas mulheres está "acima do pescoço" como é que o medimos?
Para conceder a vitória na corrida do Viagra cor-de-rosa, a FDA quer dados que demonstrem um aumento do número de "eventos sexualmente gratificantes" para as mulheres. Só que é um pouco difícil de definir o que é um "evento sexualmente gratificante" e eles podem ser fantasticamente variados e nem sequer se traduzem necessariamente em orgasmos.
O que significa que o Viagra cor-de-rosa deve ultrapassar obstáculos muito mais difíceis de transpor do que alguma vez se exigiu do Viagra: tem de despertar o desejo mas também tem de proporcionar "eventos gratificantes". Clayton acha que se definiu um standard que é irrazoavelmente elevado - talvez porque o Governo não queira colocar à venda uma droga que aumenta o desejo das mulheres, por razões vagamente puritanas.
"Dir-se-ia que o Governo receia que as mulheres se transformem em ninfomaníacas", diz Clayton. "Repare: a FDA bloqueou a pílula do dia seguinte durante anos. Porquê? Ou estavam preocupados com a possibilidade de as mulheres se começarem a portar mal ou não percebem a sexualidade feminina."
Há empresas farmacêuticas que dizem que conseguirão satisfazer os critérios da FDA, sejam eles quais forem. Em Janeiro deu-se início nos Estados Unidos a 100 ensaios clínicos do LibiGel, um gel de testosterona fabricado pela BioSante. As mulheres devem aplicar um pouco de LibiGel nos braços uma vez por dia. O gel vai fazendo subir os níveis de testosterona ao longo dos meses.
Um laboratório alemão, Boehringer Ingelheim, descobriu que uma droga que tinha desenvolvido contra a depressão não animava os deprimidos mas estimulava a libido das mulheres. Espera que a droga seja aprovada pela FDA para a nova indicação em 2009.
Quanto mais cedo melhor, dizem muitos médicos que trabalham no domínio da sexologia, que descrevem a DSF como uma epidemia que se está a espalhar silenciosamente entre as mulheres, particularmente após a menopausa.
As sondagens sobre este tema, tal como acontece sobre muitos outros relacionados com sexo, apresentam resultados muitos díspares, conforme a maneira como se formula a pergunta.
Um estudo recente publicado na revista American Family Physician analisou um conjunto de inquéritos e concluiu que entre 10 e 46 por cento das mulheres sofriam de "desejo sexual hipoactivo" - uma expressão usada para a DSF.
Outros estudos concluíram que a maior parte das mulheres que estão preocupadas com a sua vida sexual se sente demasiado envergonhada para discutir a questão com o médico. E, as que falam disso, ouvem muitas vezes em resposta que o que precisam é de um psiquiatra.
"Quando comecei a trabalhar nesta área, nos anos 70, noventa por cento dos tratamentos eram psicológicos", diz Irwin Goldstein. "Partia-se simplesmente do princípio de que todos os casais precisavam de psicoterapia."
O sucesso do Viagra mudou radicalmente o panorama. Durante décadas, o homem que não conseguia ter uma erecção era considerado "impotente", o que significava que precisava de se deitar num sofá e falar do seu problema com um psicoterapeuta. O Viagra redefiniu a impotência como "disfunção eréctil" e demonstrou que muitos homens não precisavam de desentupir a psique para resolver o problema: precisavam apenas de maior vasodilatação do corpus cavernosum. Por outras palavras: precisavam de um comprimido.
Depois do lançamento do Viagra, Goldstein começou a organizar conferências anuais para divulgar a sua investigação e discutir ideias sobre a DSF, que era então um diagnóstico relativamente pouco comum. Cerca de 500 médicos e representantes da indústria farmacêutica apareceram no primeiro Boston Forum, como se chamava. Em 1999. A imprensa também apareceu. Foi a partir daqui que a DSF se tornou credível.
Esse foi também o momento em que Leonore Tiefer se transformou numa activista. O que a inquietava, conta, era a ideia de que "as mulheres iriam ser sobremedicadas e iriam receitar-lhes coisas de que não precisavam e que não as iriam ajudar".
A ciência do orgasmo
O facto de vários laboratórios farmacêuticos apoiarem a conferência reforçou a sua convicção de que a indústria estava simplesmente a inventar uma nova doença para poder explorar um novo mercado. A crítica iria ganhar adeptos nos anos seguintes em sectores da academia.
Um artigo publicado em 2003 no Journal of British Medicine considerava a DSF "o mais recente e mais claro exemplo que existe" da "criação de uma doença com base no patrocínio das grandes corporações".
Entretanto, estamos cada vez mais próximos de compreender o prazer sexual naquilo que ele possui de mais básico em termos químicos.
Um pequeno grupo de neuropsicólogos, por exemplo, está a usar tecnologias avançadas de imagiologia para perceber o que acontece na mente das mulheres, do ponto de vista biológico, no momento do êxtase sexual. Um desses investigadores é Barry Komisaruk da Rutgers University, co-autor de The Science of Orgasm. No seu laboratório de Newark, em New Jersey, Komisaruk liga mulheres a máquinas de ressonância magnética nuclear funcional (F-MRI), que conseguem analisar a actividade neuronal em tempo real, de forma a obter uma imagem dinâmica do cérebro enquanto as mulheres se auto-estimulam.
Komisaruk pode gabar-se de ter chegado àquilo que é provavelmente o relato menos romântico que existe do prazer sexual feminino: é um fluxo da hormona dopamina para uma parte do cérebro chamada nucleus accumbens. Se houvesse uma pílula que conseguisse reproduzir essa experiência, ela não seria um bom substituto para uma relação amorosa, concede o investigador.
"E concordo que há um risco de abuso por parte das empresas farmacêuticas, que já foram culpadas de inventar doenças para vender medicamentos. Por outro lado, se uma mulher se sente infeliz devido à falta de desejo sexual na sua vida e se nós a podemos ajudar... porque não?"

Exclusivo PÚBLICO/Washington Post

quinta-feira, 27 de março de 2008

quarta-feira, 26 de março de 2008

rise up versao raggae

90's

Ace Of Base - All That She Wants


Nightcrawlers Push the feeling on


Mr.President Coco Jambo


Mr.President - Up 'n away


Corona - Try me out


Corona - The Rhythm Of The Night

quarta-feira, 12 de março de 2008

Mão Bionica/Bionic hand

que GRANDE obra de arte, ou será ENORME?

Too many happy meals



Image title:
Too many happy meals

Titulos da imagem:
"Happy meals" a mais


comentário:
(Chega?? :P que riso)

UM DIA PERFEITO - Versão Feminina e Masculina

DIA PERFEITO FEMININO:

08:15 - Despertar com abraços e beijos.
08:18 - Fazer amor (sem pressa).
08:50 - Café na cama com pão integral, suco de laranja e outras bobeiras light.
09:15 - A balança indica 2 quilos a menos (mesmo que esteja estragada)
10:30 - Aeróbica no clube, com um treinador bonito e gostoso.
12:00 - Tratamento facial, manicure e cabeleireiro.
15:00 - Compras no shopping com amigas (crédito ilimitado em vários cartões)
18:00 - Receber em casa três dúzias de rosas de um admirador secreto.
19:00 - Aeróbica seguida de deliciosa massagem.
19:30 - Ao chegar na faculdade ter a agradável surpresa de um homem lindo, charmoso, inteligente, te esperando, para te levar para jantar.
20:30 - Escolher vestido para jantar (30 min)
21:30 - Ceia romântica para dois, luz de velas, dança...
23:00 - Banho quente (sozinha).
00:00 - Fazer amor.
01:30 - Comer morangos e tomar champanhe.
02:00 - Dormir suavemente nos braços do namorado




UM DIA PERFEITO - VERSÃO MASCULINA

08:50 - Despertar com boquete caprichado
09:00 - Sexo selvagem.
09:15 - Ler a página de esportes do jornal durante uma boa cagada.
09:30 - Café da manhã com ovos, carne e queijo e, dependendo da ressaca, coca-cola.
10:00 - Futebol no clube.
12:00 - Almoço com os amigos regado de cerveja.
14:00 - Dormir a sombra de uma arvore, peidos para relaxar.
16:00 - Pescaria em barco com tripulação feminina, todas de topless.
16:30 - Sexo grupal no barco.
18:30 - Pizza e cerveja no bar com os amigos.
20:30 - Uma punheta pra relaxar, em seguida banho quente.
21:00 - Um conhaque em casa no sofá, peidos para relaxar.
22:00 - Jantar com a namorada.
23:30 - Deixar namorada em casa e ligar para aquela amiga gostosona da namorada que está a fim de você
01:00 - Sexo selvagem, com essa, direitos a tiros, tapas, chutes e pescoções...
02:00 - Dormir tranqüilo sem ter uma mulher aborrecendo

segunda-feira, 10 de março de 2008

King size Canario

capitao morrimento e tobby

capitao morrimento e hulk

Espanha/Atentado: Líderes políticos e populares convergem à câmara ardente de ex-vereador assassinado


Arrasate, Espanha, 08 Mar (Lusa) -

Representantes de todas as forças políticas bascas e nacionais e centenas de populares participaram hoje numa concentração, em silêncio, em frente à autarquia de Arrasate, em homenagem ao ex-vereador Isaías Carrasco, assassinado pela ETA na sexta-feira.

Mais de meio milhar de pessoas participaram na concentração que decorreu em frente ao edifício onde está instalada a câmara ardente com os restos mortais do ex-vereador socialista, morto a tiro à porta de casa por um homem que lhe disparou pelo menos cinco tiros à queima-roupa.

A mulher e uma das filhas de Isaías Carrasco encabeçaram a cerimónia onde participaram várias individualidades políticas entre as quais a vice-presidente do governo, María Teresa Fernández de la Vega e o chefe do governo basco, Juan José Ibarretxe.

Representantes de todas as forças políticas da esquerda à direita passaram alguns momentos na capela ardente, devendo ainda estar presentes no funeral que decorre às 17:00 de hoje, menos uma hora em Lisboa.

"Estou louco de dor", disse aos jornalistas, visivelmente afectado, um dos muitos populares que foi ao local durante a manhã de hoje.

"Espero que as pessoas sejam valentes amanhã e vão votar, sem medo", afirmou outro.

No interior repetiam-se as cenas de dor, com a família a ser saudada por centenas de pessoas, incluindo líderes políticos que viajaram de várias zonas de Espanha para as cerimónias fúnebres.

Investigações preliminares já permitem clarificar as circunstâncias do atentado de sexta-feira que levou à suspensão dos actos finais da campanha eleitoral e à aprovação de um comunicado conjunto de condenação de todas as forças com assento parlamentar.

Segundo a polícia o terrorista que assassinou Isaías Carrasco disparou cinco balas de calibre 09 milimetros, munição habitualmente usada pela ETA.

A forma como efectuou os disparos, levam a polícia a considerar que se trata de um "bom atirador" - com disparos certeiros, muito juntos e sem se dispersarem - que esperou a que Isaías Carrasco saísse de casa, na rua Navas de Tolosa e entrasse no carro.

Nesse momento disparou cinco tiros através do pára-brisas e a uma distância de cerca de um metro e meio. Uma das balas atingiu o ex-vereador na cabeça, outra no pescoço, duas no abdómen e uma num braço.

A vítima terá conseguido sair do carro arrastando-se alguns metros, estando ainda hoje visíveis as marcas de sangue na estrada.

As autoridades estão agora a procurar um homem de mais de 1,80 metros de altura - estimada pela trajectória dos disparos - que terá possivelmente entrado com um companheiro desde o País Basco francês, fugindo depois do assassinato.

Operações de busca continuam ainda em curso.

ASP.

Lusa/Fim

sexta-feira, 7 de março de 2008

Reverse Graffiti

graffiti?,

e se for Reverse Graffiti

trata-se de arte de limpar. a base é a mesma do graffiti, só que em vez de se sujar as paredes, limpam-se as paredes

pessoalmente parece-me bem.

vou deixar alguns exemplares para terem uma ideia:





quarta-feira, 5 de março de 2008

O TGV e a Ota

por António Brotas professor jubilado do IST

A sigla TGV tem induzido em erro a população portuguesa. A questão central do nosso problema ferroviário é mais a da bitola e das mercadorias do que, propriamente, a dos passageiros e da Alta Velocidade. Portugal precisa, sob pena de se transformar numa ilha ferroviária, de ter uma rede de bitola europeia (mais estreita do que a ibérica) convenientemente ligada à Espanha, em que algumas linhas deverão permitir o trânsito de comboios de alta velocidade e outras não. A ocasião para a começar a construir é agora. Esta rede terá de coexistir , durante talvez duas ou três décadas, com a actual rede de bitola ibérica mas, desde já, deve ser olhada como a nossa rede do futuro. Num futuro próximo, quando a Espanha mudar a bitola das suas principais linhas, é ela que permitirá o trânsito das nossas mercadorias para a Europa.

Assim, o debate sobre o TGV, ou seja, sobre a Alta Velocidade, é um debate pendurado do ar quando é ignorado o problema das mercadorias. Por um outro lado, as propostas de melhoria da rede actual que alguns propõem e, nalguns casos, se justificam, como, por exemplo, no caso da linha do Oeste, revelam uma grande cegueira quando apresentadas como alternativa ao TGV porque ignoram a nossa necessidade absoluta da rede de bitola europeia.

Desta dupla ignorância resulta que o debate ferroviário apresentado ao grande público tem sido duplamente falseado, o que está na origem de algumas propostas mais ou menos descabidas que vemos aparecer . Por exemplo, a de que a futura linha de Aveiro à fronteira não deverá ter uma estação na Guarda, mas em Vilar Formoso, e a de que, no Alentejo, o TGV (e não unicamente a bitola europeia) deverá chegar a Sines. Mas isto são problemas locais, que se resolverão por si na devida altura.

O grande problema, neste momento, é o das prioridades. Vamos dar prioridade a uma linha TGV de Lisboa ao Porto de bitola europeia, desligada da Espanha, que, provavelmente, não contribuirá em nada para a nossa economia, ou vamos dar prioridade às linhas de bitola europeia de Aveiro a Vilar Formoso e de Lisboa a Badajoz, esta de alta velocidade, que nos ligarão à Europa e que, internamente, se poderão conjugar com os acessos ferroviárias às Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto?

No caso de Lisboa, o problema concreto que teremos de resolver é o da travessia ferroviária do Tejo. Todos os outros problemas ferroviários do Sul do país dele dependem e ficam singularmente simplificados se o soubermos resolver bem. Parece-me ser, assim, esta travessia e a linha para Badajoz a nossa primeira prioridade. O interesse é simultaneamente nosso e dos espanhóis, o que deve facilitar os financiamentos.

Um outro problema em que a desinformação é grande o do NAL - Novo Aeroporto de Lisboa. Precisamos, sem dúvida, de um novo aeroporto para substituir ou para complementar o da Portela. Mas este novo aeroporto não é urgente e deve ser pensado para servir o Sul do país durante pelo menos mais um século. É portanto urgente pensar nele.

A Ota não serve porque é um espaço acanhado ladeado por elevações, que nunca permitirão a expansão de um futuro aeroporto. (Ver folha 30 D da Carta Geológica de Portugal). Há poucos dias, o Professor José Manuel Viegas, do IST, afirmou na televisão que se um aeroporto na Ota estiver construído em 2015 estará saturado em 2035. Alertei o Eng. António Guterres para este mesmo problema numa carta publicada no "Público", em 26 de Junho de 1999.

Se construirmos o aeroporto na Ota não poderemos, depois, construir nenhum outro, porque não haverá privados que aceitem entrar na construção do NAL sem terem assegurado o exclusivo dos novos aeroportos, pelo menos no Sul. O país poderá definhar, mas, para os proprietários do aeroporto, o que mais rende é um aeroporto saturado.

Um aeroporto na Ota significa, assim, abdicarmos das condições para termos no país um hub - um vértice da rede mundial de malha larga da aviação comercial -, o que exige um aeroporto com grandes possibilidades de expansão. Curiosamente, o industrial Henrique Neto, que defendeu vigorosamente no programa "Prós e Contra" da televisão o interesse deste hub, é um acérrimo partidário do aeroporto na Ota que o inviabiliza.

Na margem esquerda do Tejo há diversos locais em que podem ser construídos aeroportos com amplas possibilidades de expansão, mais baratos, com maior segurança aérea, melhores possibilidades de acesso e que podem ser construídos de um modo faseado. Quase só por masoquismo podemos insistir em construir o NAL num local da margem Norte que nos atrofia e com inúmeros inconvenientes e dificuldades. Se o fizermos, os espanhóis, surpreendidos, agradecerão, porque lhes oferecemos de mão beijada uma larga zona de influência para o seu Aeroporto de Badajoz, que terá, então, boas condições para se desenvolver.

O fenómeno brigantino

domingo, 2 de março de 2008

Universos Paralelos (documentario legendado pt-pt)

Nanotecnologia (introdução)

A nanotecnologia é a capacidade potencial de criar coisas a partir do mais pequeno, usando as técnicas e ferramentas que estam a ser desenvolvidas nos dias de hoje para colocar cada átomo e cada molécula no lugar desejado. Se conseguirmos este sistema de engenheria molecular, o resultado será uma nova revolução industrial. Além disso, teria também importantes consequências económicas, sociais, ambientais e militares.

Aquando Eric Drexler (direita) popularizou a palavra "nanotecnologia", nos anos 80, referia-se à construção de máquinas à escala molecular, de apenas uns nanómetros de tamanho: motores, braços de robô, inclusive computadores inteiros, muito mais pequenos do que uma célula. Drexler passou os seguintes dez anos a descrever e analisar esses incríveis aparelhos e a dar resposta às acusações de ficção científica. No entanto, a tecnologia convencional estáva a desenvolver a capacidade de criar estructuras simples à escala reduzida. Conforme a nanotecnología se converteu num conceito aceite, o significado da palavra mudou para abranger os tipos mais simples de tecnologia à escala nanométrica. A Iniciativa Nacional de Nanotecnologia dos Estados Unidos foi criada para financiar esse tipo de nanotecnologia: a sua definição inclui qualquer elemento inferior a 100 nanómetros com propriedades novas.

Fála-se com frequência da nanotecnologia como uma "tecnologia de objectivos gerais". Isso deve-se ao facto de que na súa fase madura terá um impacto significativo na maioria de industrias e áreas da sociedade. Melhorará os sistemas de contrucção e possibilitará a fabricação de productos mais duráveis, limpos, seguros e inteligentes, tanto para a casa, como para as comunicações, os transportes, a agricultura e a industria em geral.
Imagine-se dispositivos médicos com capacidade para circular na corrente sanguínea e detectar e reparar células cancerígenas antes de que se estendam.

Imagine-se o que seria "encolher" todo o conteúdo da Biblioteca Nacional num dispositivo do tamanho de um cubo de açúcar. Ou então desenvolver materiais dez vezes mais resistentes que o aço e com apenas uma fracção do peso. - U.S. National Science Foundation

Tal como já aconteceu com a electricidade ou os computadores, a nanotecnologia melhorará em grande medida quase todas as facetas da vida diária. Como tecnologia de objetivos gerais, porém, teria um uso duplo, ou seja, teria múltiplas aplicações comerciais e também militares : seria possível produzir, por exemplo, armas e aparelhos de vigilância muito mais potentes . A nanotecnologia representa, portanto, incríveis vantagens para a humanidade mas também graves riscos.

A base da nanotecnologia é o facto de que não só oferece produtos aperfeiçoados como também uma ampla variedade de melhores meios de produção. Um computador pode fazer cópias de ficheiros de dados; basicamente tantas cópias como quisermos a um custo muito reduzido ou mesmo inexistente. Pode ser apenas uma questão de tempo até que a fabricação de produtos se torne tão barata como a cópia de ficheiros. Aquí reside a verdadeira importância da nanotecnologia, por isso é vista às vezes como " a próxima revolução industrial ".


Conceito artístico duma nanofábrica portátil
Cortesia de John Burch, Lizard Fire Studios (3D Animation, Game Development).
Clique para ampliar




Seria possível condensar o poder da nanotecnologia num aparelho, na aparência simples, chamado nanofábrica, cheio de minúsculos processadores químicos, computadores e robôs e que poderia ir colocado no seu computador pessoal. Os produtos seriam fabricados directamente a partir dos projectos e, portanto, tratar-se-ia de um processo rápido, limpo e barato.

A nanotecnologia não só permitiria a fabricação de produtos de alta qualidade a um custo muito reduzido como também a criação de novas nanofábricas com o mesmo custo e velocidade. É mesmo por essa capacidade única de auto-reprodução (para além da biologia, evidentemente) pelo que a nanotecnologia se denomina " tecnologia exponencial ". Refere-se a um sistema de fabricação que, por sua vez, seria capaz de produzir mais sistemas de fabricação-fábricas que produzem outras fábricas- de maneira rápida, barata e limpa. Os meios de produção poder-se-iam reproduzir exponencialmente. Portanto, em apenas umas semanas, poderiamos passar de um reduzido número de nanofábricas para vários bilhões. Constitui, então, um tipo de tecnologia revolucionário, transformador, potente mas também com muitos riscos - ou vantagens - potenciais.

Quanto tempo demorará a ser uma realidade? Os analistas mais prudentes falam num período de 20 ou 30 anos a partir de agora, ou ainda mais tarde. No entanto, o CRN receia que possa acontecer muito antes, provávelmente durante a próxima década. Isto é devido ao rápido avanço das novas tecnologias como, por ejemplo, no campo da óptica, nanolitografía, mecânoquímica e criação de protótipos em 3D . Caso chegar tão rápido, talvez não estejamos prontos e poderia ter graves consequências.


Julgamos que não é cedo demais para começar a colocar uma série de questões e abordar os seguintes temas:
A quem pertencerá a tecnologia?
Estará altamente restringida, ou amplamente disponível?
Cómo afectará ao fosso entre ricos e pobres?
Cómo poderão ser controladas as armas perigosas e prevenir corridas armamentistas?



Muitas destas questões já foram colocadas há mais de uma década e ainda não receberam resposta. Caso não abordarmos essas questões de maneira deliberada, as respostas chegarão sozinhas e podem apanhar-nos de surpresa; e a surpresa provávelmente não seja agradável.

É difícil antecipar com certeza quanto tempo tardará esta tecnologia em madurar, em parte porque poderia acontecer que já estejam a ser desenvolvidos dende há anos programas industriais ou militares clandestinos sem o nosso conhecimento (especialmente em países que não têm sociedades abertas).

Não podemos garantir que a nanotecnologia não será desenvolvida plenamente nos próximos dez anos ou inclusive cinco anos. Embora poderia levar mais tempo, a prudência -e possívelmente a nossa sobrêvivencia - exige que pensemos no cenário mais antecipado e que, portanto, nos preparemos já.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Arte? Trabalho do joao

Hoje acabei uma das obras de arte que ia dizer que ia colocar, do trabalho apenas fiz o CAD3D, todo a imaginação vêm do autor: João Lourenço.


Claro que os renders não são dos melhores.

Nota: Caso haja essa possibilidade alterarei as fotos, para melhor visualização.



Margarita


Cocktail
Margarita

Ingredients:
- 2 oz silver tequila
- juice of half lime
- 1 oz orange curacao (or Cointreau)
Garnish: lime wedge
Rim: salt

Mix all ingredients in a cocktail shaker with ice. Pour into a margarita glass rimmed with salt and garnish with lime wedge.

1 US fluid ounce = 0.0295735297 litre

Chocolate Martini


Chocolate Martini
Ingredients:
- 1 1/2 oz vanilla flavored vodka
- 1/2 oz chocolate liqueur
- 1/4 oz triple sec
Garnish: chocolate rimming

Mix all ingredients in a cocktail shaker with ice. Strain into a chilled martini glass rimmed with chocolate.

White Chocolate Martini
Ingredients:
- 1 1/2 oz vanilla flavored vodka
- 1/2 oz white chocolate liqueur
- 1/4 oz triple sec
Garnish: white chocolate rimming

Mix all ingredients in a cocktail shaker with ice. Strain into a chilled martini glass rimmed with chocolate.

1 US fluid ounce = 0.0295735297 litre

Tequila sunrise


Tequila Cocktails

Cocktail
Tequila Sunrise
Ingredients:
- 2 oz tequila
- 4 oz orange juice
- 1 oz grenadine
Garnish: lime wedge (optional)

Build the drink over ice in a highball glass. Garnish with a lime wedge and serve with straw.

1 US fluid ounce = 0.0295735297 litre

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

crepes - receita



Ingredientes

* 200 g de farinha
* 100 g de manteiga
* 100 g de açúcar
* 6 ovos
* 4 gemas
* 4 dl de leite
* raspa de limão


Preparação

Junte todos os ingredientes da massa. Numa frigideira anti-aderente untada com manteiga, coloque uma concha de massa, espalhe sobre o fundo da frigideira e deixe dourar de um lado e do outro. guarde. Repita a mesma operação até terminar a massa. Passe a geleia em cada crepe e dobre-a em quatro.

O Futuro hoje, carro do futuro é apenas um chassi

domingo, 17 de fevereiro de 2008

$60,000 pair of jeans

An original pair of Levi Strauss & Co (USA) 501 jeans aged over 115 years old were sold by Randy Knight (USA) to an anonymous collector (Japan) for $60,000 (£33,230) through internet auction site eBay on June 15, 2005.

Saude 24



Endereço: http://www.dgs.pt/

E porque isto não é só criticar o governo, uma boa medida para manter as doenças de fácil propagação longe dos mal preparados hospitais portugueses é a linha Saúde 24, eu próprio já experimentei e o profissionalismo demonstrado é apreciável.

Commodity Futures

Unidade monetária USD
Tax rate: 1 U.S. dollar = 0.68212824 Euros

Energy
PRICE | CHANGE %CHANGE TIME
BRENT CRUDE FUTR (USD/bbl.) 94.630 | -0.530 | -0.56 | 02/15
GAS OIL FUT (ICE) (USD/MT) 853.500 |6.250 | 0.74 | 02/15
GASOLINE RBOB FUT (USd/gal.) 249.380 | 1.770 | 0.71 | 02/15
HEATING OIL FUTR (USd/gal.) 264.690 | -1.970 | -0.74 | 02/15
NATURAL GAS FUTR (USD/MMBtu) 8.660 | -0.112 | -1.28 | 02/15
WTI CRUDE FUTURE (USD/bbl.) 95.500 | 0.040 | 0.04 | 02/15

94.63000 U.S. dollars = 64.5497954 Euros

Agriculture
PRICE | CHANGE | %CHANGE | TIME
COCOA FUTURE - LI (GBP/MT) 1287.000 | 9.000 | 0.70 |02/15
COCOA FUTURE (USD/MT) 2526.000 | 19.000 | 0.76 |02/15
COFFEE 'C' FUTURE (USd/lb.) 152.400 | -2.800 | -1.80 |02/15
CORN FUTURE (USd/bu.) 514.750 | 3.750 | 0.73 |02/15
COTTON NO.2 FUTR (USd/lb.) 70.400 | -0.310 | -0.44 |02/15
FCOJ-A FUTURE (USd/lb.) 124.950 | -2.400 | -1.88 |02/15
SOYBEAN FUTURE (USd/bu.) 1391.250 | 5.750 | 0.42 |02/15
SOYBEAN MEAL FUTR (USD/T.) 358.800 | -0.600 | -0.17 |02/15
SOYBEAN OIL FUTR (USd/lb.) 59.190 | 0.330 | 0.56 |02/15
SUGAR #11 (WORLD) (USd/lb.) 13.770 | 0.140 | 1.03 |02/15
WHEAT FUTURE(CBT) (USd/bu.) 1042.000| 1.000 | 0.10 |02/15
WHEAT FUTURE(KCB) (USd/bu.) 1016.250| 8.000 | 0.79 |02/15


Industrial Metals
PRICE |CHANGE |%CHANGE| TIME
COPPER FUTURE (USd/lb.) 353.900 | 3.850 | 1.10 |02/15
LME ALUM HG FUTUR (USD/MT) 2783.500 |12.500 | 0.45 |02/15
LME COPPER FUTURE (USD/MT) 7752.000 | 52.000 | 0.68 |02/15
LME LEAD FUTURE (USD/MT) 2979.000 | -45.000 | -1.49 |02/15
LME NICKEL FUTURE (USD/MT) 27405.000 | -285.000 | -1.03 |02/15
LME ZINC FUTURE (USD/MT) 2295.500 | -37.000 | -1.59 |02/15


Precious Metals
PRICE | CHANGE | %CHANGE | TIME
GOLD 100 OZ FUTR (USD/t oz.) 906.100 | -4.700 | -0.52 | 02/15
SILVER FUTURE (USD/t oz.) 17.118 | -0.137 | -0.79 | 02/15

1 ounce = 0.0283495231 kilograms

Livestock
PRICE | CHANGE | %CHANGE | TIME
CATTLE FEEDER FUT (USd/lb.) 104.625 | 0.200 | 0.19 | 02/15
LEAN HOGS FUTURE (USd/lb.) 64.200 | -0.100 | -0.16 | 02/15
LIVE CATTLE FUTR (USd/lb.) 93.975 | -0.100 | -0.11 | 02/15

1 pound = 0.45359237 kilograms

Fonte

Freddie Mercury - Love Kills

Monet painting




Monet painting in his garden at Argenteuil
1873

Um jovem imitando bastante bem



Vozes como scolari, cristiano ronaldo, alberto joao jardim e joe berardo.

Socrates - "porreiro p+a"



"Porreiro pá!", disse José Sócrates a Durão Barroso, no final da conferência de imprensa em que os dois dirigentes anunciaram e comentaram o acordo sobre o novo Tratado europeu alcançado hoje na Cimeira europeia de Lisboa.

O microfone ainda estava aberto e a exclamação do primeiro-ministro português ouviu-se na sala da conferência de imprensa

Rei Juan Carlos "E porque não te calas"



• CIMEIRA IBERO-AMERICANA
Rei espanhol manda calar presidente venezuelano
O Rei de Espanha, Juan Carlos, mandou calar o presidente venezuelano, após Hugo Chavez ter voltado a repetir que o ex-primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, era «fascista». O actual chefe de Governo espanhol, José Luis Zapatero, pediu «respeito» a Hugo Chavez.
( 19:53 / 10 de Novembro 07 )

VIDEO DE HUMOR


ORIGINAL



HUMOR 300


E O VENCEDOR É:

AUDAX - SEJA AUDAX ? ou SEJA AUDÁS?

Há lá coisas estúpidas...

------ informação do site ---------------------------------------------------------


Seja "AUDAX"
Concurso televisivo incentiva à criação de empresas inovadoras
O ISCTE e a RTP2 estão a desafiar os portugueses a participar no concurso televisivo “AUDAX – Negócios à Prova”, que visa incentivar a criação de empresas inovadoras. As candidaturas estão abertas até 22 de Outubro e a Universidade do Algarve associa-se à iniciativa como parceira.

São admitidos a concurso projectos empresariais originais, de todo o país, e que não tenham beneficiado de apoios ou prémios, noutras iniciativas semelhantes.

Os dez programas, ao longo dos quais os candidatos vão defender os seus projectos, serão difundidos na RTP2 a ritmo semanal, entre Fevereiro e Abril de 2008, estando a final agendada para Abril.

O vencedor recebe um prémio monetário de 50.000 euros, patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos e pela Portugal Telecom. Aos dez projectos finalistas será assegurado, pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, o acesso directo aos mecanismos de financiamento previstos no Programa Finicia. Mais informações em www.audax.tv.

------------------------------------------------------


Reparem neste programa televisivo, que da na rtp2, ve-se que as pessoas se querem exprimir, mas ganham miseros tostões por exporem as suas ideias de empreendorismo.

Grandes empresas como a PT agora criam programas televisivos para as pessoas fazerem os trabalhos das empresas, ganham tostoes, as empresas agarram nessas mesmas ideias e utilizam elas proprias por vezes para ganhar milhoes ... enfim.

Temos o zé do povo a "trabalhar" para as grandes empresas ...

reparem:

--informação do site-------------------
Lista de candidatos seleccionados para participar no concurso televisivo AUDAX Negócios à Prova:



André Gonçalo Alves Simão

Carla Manuela Branco Brígida

Carlos Silvano de Sousa

Catarina Pires Rodrigues

Cristina Martins Silva

Daniel Ferreira de Azevedo

Denise Fernandes Pereira

Duarte Paulo Quintal Pereira

Filipe Samuel Pereira da Silva

Frederico Alexandre Albergaria

Inês Barbosa Maia Vicente

Joana Oliveira Pais

João Canelas Raposo

Marco Alexandre Fagulha Barbosa

Maria do Rosário Salgado Antas

Marisa João Horta Ferreira

Miguel Perdigão de Sousa de Cabedo

Patricia Isabel Pinto de Oliveira

Paulo Alexandre Lucas Macedo

Paulo Jorge Libório Graça

Pedro Henriques

Pedro Miguel da Silva Veloso

Ricardo Manuel Caxias Melro

Rodolfo Alexandre Gomes Mouta

Rodrigo Miguel Serrenho

Rui Luís Oliveira Pires

Severino Manuel Oliveira Raposo

Susana Isabel Vital Rosa

Vera Kharlamov

Vera Mônica Mendes Nogueira



Suplente:

Elsa Silva

Fonte: http://www.audax.tv/
-----------------------------------

Quantos não ficaram pelo caminho desta selecção, cada pessoa uma ideia, montes de ideias que eles receberam para escolher delas a melhor após estudos de mercado (alguns dos concorrentes já podem ter feito). o pior é que alguns deles até o dizem.

onde ira parar este mundo.

FORÇA MULTINACIONAIS.
UNIVERSIDADES AJUDEM QUEM VOS PAGA.




FRASE: Porreiro pa

Mike Zambidis (Grécia) Kickboxer, Rei dos Knock Out

um post dedicado ao Carlinhos que me mostrou este kickboxer, também o seu preferido.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Video

Aqui esta uma bela obra de arte, não feita por mim, mas tá bastante engraçada.

Advertência: "Para maiores de 16 anos!"



agradecimentos: Rita Andrade

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Arte?

vou colocar algumas obras de arte ;) esperem para ver **

a opinião conta =) sintam-se à vontade para comentar

Adriana Lima

domingo, 11 de novembro de 2007

Citações do Tema Abstinência

" Não há bastantes coisas proibidas pela lei? Precisa de proibir para você mesmo as outras? "

Fonte: "Talmude de Jerusalém, Nedarim, 41"
Autor: Textos Judaicos

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Nuclear Fusion



Can we produce enough energy to create those kind of plasmas ? I hope so

Maybach excelero

A construtora de limus da Mercedes parece ter feito aqui algo entre as ideias futuristas de um passado não distante na historia dos carros, e um valente 2 lugares.

Algo estranho ainda assim belo.

terça-feira, 3 de julho de 2007

orçamento mensal, peso da música? nao lucro das editoras

repara

ganhas por exemplo 500 euros, sabes que 42% vai para o estado, ficas aproximadamente com 300 euros no bolso, daqui para a renda/prestação da casa, do teu orçamento total fica-te se não comeres muito 5% no máximo para comprar coisas que não precisas, mais vale pores net se conseguíres arranjar o dinheiro do que comprar 2 cd's de musica e vais ter que os ouvir (os mesmos) o mês todo....

é essa a realidade que tens em Portugal, as pessoas não compram porque não podem pagar 15€ por 15 musicas no máximo.

é impensável um cd que pode ser vendido com lucro por 5 - 7 € num pais ser vendido com 10 euros a mais no nosso pais que por acaso é dos salários médios mais baixos da U.E.

agora se vais para uma Inglaterra ou Luxemburgo que o salário mínimo rossa ali os 1500 euros ai ta bem, em vez de beberes uma imperial = 7€ já podes ir bem comprar 1 cd de musica que nesse caso dura mais tempo que a imperial ...

não achas?


os preços tem que se adaptar a realidade e não a realidade aos preços, os salários nao podem subir porque as empresas na maioria não tem capacidade para suportar tantos encargos, e que tal as editoras, se quiserem manter o negócios vivo, que já vem a descer no caso de Portugal desde 1998 (data da implementação da net em português pçor sinal / até parece que nao tem nada a ver :) )

e que tal elas baixarem as margens de lucro, sim poeque é disso que se deve falar, muito antes dos impostos, porque repara

7 euros de um cd de musica, 4 euros vai pra banda 1,12 euros pro estado (IVA a 16%) fica quase com aprox 2.88 euros que se multiplicares pelo que as vendas iriam subir dava muito mais rotação se stock de cd's iriam , com margem menor ganhar ais dinheiro do que fazem...

repara


10 euros o cd de musica, os mesmos 4 euros pa banda 1,60 euros pro estado (iva a 16%) lucro aprox 4.4 repara quase o dobro do lucro, e é assim que se pensa, em termos do estado é 50 cêntimos de diferença, para o consumidos são 3 euros
para a banda é igual, para a editora o dobro das receitas por cd......



e depois não querem pirataria .... elas merecem a pirataria, merecem que o psl nao compre, é pena que as bandas nao recebam por isso os 4 € por unidade, e por isso possam deixar de trabalhar e o consumidor, legal ou não, não terá musica para ouvir ....


enfim ....

quinta-feira, 28 de junho de 2007

temeprabilidade

Temperabilidade
Definição
A temperabilidade é habitualmente definida como sendo a capacidade de um aço para formar martensite na têmpera. É neste
contexto que a temperabilidade é normalmente entendida no estudo de aços-ferramenta. Existem no entanto autores que
alargam o conceito de temperabilidade à capacidade de endurecer um aço através de um arrefecimento partindo do domínio
austenítico; neste caso as micro-estruturas finais visadas tanto podem ser a bainite como até mesmo a perlite fina.
Métodos de quantificação
Um dos procedimentos mais antigos e rudimentares para se determinar a temperabilidade consiste na análise das superfícies
de fractura de provetes cilíndricos entalhados; a diferença entre a superfície de fractura da região central não temperada (mais
macia e, por isso, com fractura dúctil) e a região periférica temperada (mais dura e, por isso, com fractura frágil) é regra geral
facilmente perceptível, mesmo a olho nu. Daqui se pode inferir uma informação aproximada sobre a profundidade de têmpera.
O mesmo tipo de informação pode ser obtido de forma muito mais precisa efectuando cortes transversais dos provetes
cilíndricos e contrastando por ataque químico, normalmente com nital (solução de ácido nítrico em álcool etílico); neste caso
haverá que tomar precauções muito especiais para que a operação de corte não conduza (por aquecimento) a alterações
estruturais que falseariam a análise posterior.
Curvas em "U"
Outro dos processos empregues para determinar a temperabilidade baseia-se na medição da dureza ao longo de duas (ou
mais diagonais) da secção recta de provetes cilíndricos de diferentes diâmetros temperados em diferentes condições. Os perfis
de dureza obtidos têm normalmente a forma de "U" e permitem caracterizar a temperabilidade de um aço: quanto tanto mais
elevadas são as durezas obtidas e mais "achatados" são os perfis de dureza (maior penetração de têmpera) tanto mais
temperável será o aço.
O traçado destas curvas em "U" está na base de uma tentativa de quantificação do parâmetro temperabilidade por
Grossman. Numa primeira abordagem explorou a noção de "profundidade de têmpera", evidenciada pela diferenciação entre o
aspecto da periferia mais endurecida e a região central (da secção recta de provetes cilíndricos temperados). Sucede no entanto
que se se pretendesse usar a profundidade de têmpera como parâmetro quantificador da temperabilidade teria que se impor uma
geometria única para poder tornar comparáveis os diferentes ensaios com diferentes aços; ora, a adopção de um diâmetro muito
reduzido traria problemas de representatividade para os aços de alta temperabilidade (que endureceriam de modo muito
semelhante em toda a secção recta, tornando difícil a distinção entre eles); por outro lado, um diâmetro suficientemente grande
para eliminar este problema com os aços de alta temperabilidade faria surgir problemas com aços de baixa temperabilidade que
apresentariam uma penetração de têmpera quase nula e igualmente dificilmente diferenciável. A nitidez com que se distingue a
profundidade até onde se estende o efeito de endurecimento por têmpera tem a ver com o facto de ser muito reduzida a
extensão da região dentro da qual a quantidade de martensite desce abruptamente abaixo dos 50%. Se para um dado aço
temperarmos provetes cilíndricos de diferentes diâmetros num mesmo meio de arrefecimento, deverá ser possível encontrar um
diâmetro crítico tal que na região central do provete correspondente haja 50% de martensite; uma maneira possível de
determinar este parâmetro consiste em representar a dureza do centro dos provetes em função do seu diâmetro; o ponto de
inflexão desta curva correspoderá ao diâmetro crítico do aço em questão, para o meio de arrefecimento utilizado nessa série de
diâmetros.
Método de Grossman-Asimov
A temperabilidade de um aço não pode ser analisada sem ter em conta a severidade do meio de arrefecimento usado:
variando a severidade do meio de têmpera, varia também o diâmetro crítico para um mesmo aço. Para introduzir este
parâmetro, Asimov recorreu a uma nova quantidade: Du / D, a fracção não endurecida relativamente ao diâmetro total, em que
Du é o diâmetro da região central não endurecida ("unhardened") e D é o diâmetro total do provete. A representação gráfica
desta quantidade em função do diâmetro total para uma série de provetes (de diferentes diâmetros) de um mesmo aço,
arrefecidos num mesmo meio de têmpera, dá uma curva representativa simultaneamente da temperabilidade do aço em questão
e da drasticidade do meio de arrefecimento utilizado. A partir de considerações de natureza teórica Asimov construiu um ábaco
de curvas-padrão deste tipo num referencial Du / D versus D ou H.D , em que H é a chamada severidade do meio de têmpera;
este parâmetro é quantificado tomando como referência a severidade de têmpera da água sem agitação à temperatura ambiente
(H = 1). A utilização destes gráficos permite obter resposta para uma grande diversidade de problemas:
- conhecendo vários valores de Du / D em função de D é possível determinar a severidade do meio de têmpera utilizado;
para uma definição o mais correcta possível da curva correspondente não deverão utilizar-se somente dois pares de valores mas
sim preferencialmente pelo menos seis;
- conhecendo vários valores de Du / D e a severidade do meio de têmpera é possível determinar o diâmetro crítico do aço
para o meio de têmpera em questão;
- conhecendo a severidade do meio de têmpera e o diâmetro crítico do aço para esse meio, é possível prever a profundidade
de penetração de têmpera para qualquer diâmetro do mesmo aço arrefecido nesse mesmo meio.
Pelo que acaba de ser exposto resulta claro que o diâmetro crítico depende não só da temperabilidade do aço, mas também
da severidade do meio de têmpera; por isso, os diâmetros críticos só permitem aferir a temperabilidade de diferentes aços
quando referidos a um mesmo meio de têmpera. Em vez de procurar normalizar as condições em que cada uma das têmperas
deverão decorrer, procurou-se definir um meio de têmpera ideal: o meio de arrefecimento tal que ao mergulhar nele a peça a
temperatura da superfície desta atinge instantaneamente a temperatura do meio de arrefecimento. Embora este meio ideal não
seja atingível na prática, consegue-se uma boa aproximação a esta condição ao recorrer a uma salmoura fortemente agitada. O
diâmetro crítico obtido para este meio ideal é o maior diâmetro crítico obtenível para uma dada temperabilidade,
proporcionando assim uma boa base de comparação entre diferentes temperabilidades. Este "diâmetro crítico ideal" é um
verdadeiro parâmetro aferidor da temperabilidade do aço. Asimov construiu ábacos que permitem calcular o diâmetro crítico
ideal conhecendo o diâmetro crítico para uma dada severidade (conhecida). A utilização destes ábacos em paralelo com os já
anteriormente referidos Du / D versus D ou H.D permite alargar a capacidade de previsão da penetração de têmpera a uma
nova classe de situações: conhecendo Du / D para um dado meio de têmpera (de severidade conhecida) é possível calcular a
penetação de têmpera (do mesmo aço) para um outro meio de têmpera (de severidade conhecida).
Um grupo de ábacos análogos aos da geometria cilíndrica foi também construído para tratar o caso das placas.
Ensaio de Jominy
Um ensaio frequentemente usado para caracterizar a temperabilidade é o de Jominy. Neste ensaio um provete cilíndrico de
25 mm de diâmetro e 10 cm de altura, após austenitização à temperatura recomendada para o aço a ensaiar, é arrefecido
fazendo incidir na sua face inferior um jacto de água que deverá sair através de um tubo de 10 mm de diâmetro, estando a
pressão da água regulada de tal modo que a altura livre do jacto de água seja de 65 mm. Uma vez completamente arrefecido até
à temperatura ambiente é maquinada uma pista ao longo de uma geratriz do provete cilíndrico de modo a remover a camada
superficial alterada durante o aquecimento e manutenção à temperatura de austenitização. São então efectuadas medições de
dureza sobre esta pista e traçado o gráfico representativo da variação da dureza com a distância à extremidade arrefecida pelo
jacto de água. As curvas assim obtidas têm um andamento que se traduz por um nível elevado de dureza na vizinhança da face
inferior arrefecida pelo jacto de água, baixando gradualmente a dureza à medida que aumenta a distância a esta face; a partir de
uma certa distância o valor da dureza tende a estabilizar. Quanto mais temperável for o aço tanto mais atenuada é a queda de
dureza na vizinhança da face arrefecida. O ensaio de Jominy apresenta como principal desvantagem o facto de não ser aplicável
a aços de muito reduzida temperabilidade (curvas de Jominy com uma queda muito rápida da dureza), nem a aços de muito alta
temperabilidade (curvas de Jominy com muito reduzida variação de dureza ao longo da geratriz).
A grande vantagem deste ensaio reside na simplicidade da sua execução aliada à possibilidade de com um só ensaio se
caracterizar a resposta de um aço a uma gama muito extensa de velocidades de arrefecimento. Além disso, o ensaio de Jominy
permite obter uma reprodutibilidade de resultados muito boa, mesmo para variações significativas das condições da sua
execução. Na realidade, um estudo efectuado por J. Birtalan et al. sobre a reprodutibilidade deste ensaio conduziu às seguintes
conclusões:
- a temperatura da água de arrefecimento foi variada entre 10 ºC e 50 ºC sem que se registasse uma diferença apreciável
(flutuação de ± 1 ponto na escala de dureza Rockwell C, comparativamente com a dureza obtida para a água a 25 ºC);
- não foi detectada nenhuma variação nos resultados ao fazer variar a pressão da água de modo a que a altura do jacto livre
atingisse um valor compreendido entre 25 mm e 125 mm (valor estipulado pela norma do ensaio: 65 mm);
- o tempo que se leva a transferir o provete do forno para o suporte onde decorre o arrefecimento afecta a temperatura do
material no momento em que se inicia o arrefecimento e, por conseguinte, a sua posterior transformação; os resultados obtidos
mostraram uma boa reprodutibilidade para tempos de transferência que podem ir até 7 segundos (uma conveniente disposição
do equipamento permite a um operador experimentado efectuar a transferência em 3 segundos ou menos).
Diagramas TTT
A análise mais exacta da temperabilidade é a que se baseia nos diagramas TTT, quer de transformação isotérmica (TI),
quer de arrefecimento contínuo (TAC). Estes últimos, em particular poderão permitir a previsão da evolução estrutural desde
que se conheçam as leis de arrefecimento das regiões da peça que estamos interessados em analisar. Um parâmetro que é
habitualmente extraído da leitura dos diagramas TTT-TAC é a chamada velocidade crítica: velocidade mínima de
arrefecimento necessária para garantir a transformação em martensite, sem que a austenite se decomponha nos seus produtos de
transformação de mais alta temperatura (perlite ou bainite).
Ao fazer uma leitura destes diagramas haverá no entanto que tomar em consideração o facto de cada um deles representar a
evolução estrutural de um aço para as condições específicas de austenitização e para a família de leis de arrefecimento com
base nas quais foi traçado o referido diagrama.

explicação do diagrama ferro-cementite Fe3C mechanical engennering

http://www.key-to-steel.com/Articles/Art159.htm

domingo, 6 de maio de 2007

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Artrose da base do polegar » Mãos quase incapacitadas

Artrose da base do polegar » Mãos quase incapacitadas

Paula Cravina de Sousa
Data: 2006-11-21

Cerca de 30% da população feminina portuguesa sofre de artrose da base do polegar. A má notícia é que a doença não pode ser travada. A boa é que menos de duas horas de cirurgia podem resolver o problema.


Gestos simples, automáticos e mecanizados, tão habituais que nem damos por eles. A verdade é que a maioria das pessoas nem sempre dá a atenção devida às mãos e só se lembra quando já não é possível levar a cabo as tarefas habituais.

«Sempre tive problemas de ossos.» Teresa Silva começa, assim, a descrever os longos anos em que esteve presa a uma doença que lhe dificultava o seu desempenho no dia-a-dia. Uma menopausa precoce, aos 29 anos, sentenciou-lhe anos de problemas ósseos e com eles chegou a artrose carpometacarpiana do polegar, ou artrose da base do polegar, como também é conhecida.




«Tenho muitos problemas na coluna e tinha artroses nos dois polegares», comenta Teresa Silva.

O problema começou a revelar-se cada vez mais difícil de suportar:

«Não conseguia dormir, acordava com as dores, deixava cair as coisas, o mais pequeno esforço dava-me dores horríveis. Não conseguia sequer escrever. E o problema depressa alastrou ao braço inteiro e estava a atrofiar os nervos.»

Teresa trabalha no ramo da estética e as dores provocadas pela artrose na base do polegar acabaram por afectar o seu desempenho.

«Tinha a mão quase fechada, já quase não a conseguia abrir, os movimentos ficaram muito limitados e isso prejudicou-me no trabalho», conta.

Os receios e medos inerentes a uma intervenção cirúrgica fizeram com que adiasse a decisão e suportasse as dores.

«Pensei que as mãos iam ficar com mau aspecto e que ia ter aquele mal-estar depois da operação. Como tenho outros problemas de ossos e já passei por oito operações, pensava que sabia como era», afirma.

Antes de se submeter à intervenção cirúrgica, Teresa consultou vários médicos, quis ouvir a opinião de diferentes especialistas. O seu caso era um pouco mais grave, uma vez que o braço também estava afectado.



Cirurgia rápida, resultados eficazes

Menos de duas horas de cirurgia acabaram com os problemas e as dores de anos. Teresa ficou tão contente com os resultados que decidiu operar a outra mão menos de dois meses depois. A primeira cirurgia foi feita no final do mês de Janeiro, a segunda a 14 de Março.

Teresa Silva garante que os resultados não podiam ser melhores: «Não tive aquele mal-estar que pensava que ia ter depois da operação, as mãos ficaram bonitas, a cicatriz está pequenina e a recuperação está a correr bem.»

Relativamente à cirurgia, consiste em remover total ou parcialmente o trapézio, osso afectado pela artrose, e interpor um tendão, fazendo a reconstrução ligamentar da base do metacárpio.

O trapézio é destruído pela artrose, o que vai fazer com que o primeiro metacárpio provoque atrito com o trapézio. Estes dois ossos do polegar «roçam» um no outro, originando dor e inflamação.

O trapézio é retirado e o tendão é enrolado e colocado de modo a preencher o espaço entre o primeiro metacárpio e o escafóide, como que substituindo o trapézio, servindo também para fazer a reconstrução ligamentar ao nível da base do primeiro metacárpio.

Deste modo, a dor e a inflamação desaparecem e o doente pode voltar à sua vida normal. Em lugar do tendão, podem ser utilizadas próteses de silicone ou de pirocarbono para substituir o trapézio.

Ao fim de 15 anos de prática deste tipo de cirurgia, o Dr. Mota da Costa, cirurgião plástico dedicado ao sector de cirurgia da mão e médico integrado na Unidade de Ortopedia e Traumatologia do hospitalcuf descobertas, garante que nunca teve um caso de rejeição.

«O único caso mais complicado passou-se com uma paciente que partiu as próteses de silicone numa queda. Acabámos por substituir as próteses pelo tendão. Este é o material com que prefiro trabalhar por ser autólogo, isto é, pertence ao indivíduo», comenta o especialista.

A cirurgia é realizada em ambulatório e requer, apenas, uma anestesia local, conhecida como do plexo braquial.

«Estive lúcida o tempo todo, soube sempre o que se estava a passar», recorda Teresa Silva.

O tempo de cirurgia é, também, muito diminuto. Em hora e meia de intervenção, o doente sai do bloco operatório com a cirurgia feita. Pouco depois é-lhe dada alta do hospital, o que possibilita uma recuperação mais «caseira». Algumas consultas posteriores bastam para dar conta da evolução e recuperação do paciente.

Após a cirurgia, o doente tem de estar cerca de quatro a cinco semanas com o polegar imobilizado por talas. Pode parecer muito tempo, mas a verdade é que se trata de um pequeno passo, para quem esteve anos com os movimentos limitados. Depois deste período, inicia tratamentos de reabilitação, normalmente durante três meses.

Mota da Costa afirma que «o doente fica sem vestígios de intervenção e da artrose seis meses após a operação».

Teresa está, neste momento, a desenvolver tratamentos de reabilitação física na primeira mão a sofrer intervenção cirúrgica e tem a segunda mão imobilizada com uma luva de gesso. Confessa que ainda não leva uma vida normal, uma vez que as operações são muito recentes.

Mas, segundo Teresa, «os resultados são claramente positivos, apesar de ser um pouco desconfortável ter a mão imobilizada. Já não tenho dores, já consigo dormir à noite, a cicatriz praticamente não se vê e as mãos estão bonitas, sem as deformações que tinha antes».

As listas de espera nos hospitais públicos para este tipo de cirurgia são bastante longas, o que faz com que os utentes estejam a recorrer cada vez mais aos serviços de saúde privados.

O cirurgião do hospitalcuf descobertas assegura que «as pessoas procuram cada vez os privados, sobretudo aqueles que possuem seguros de saúde».



Teresa Silva faz parte da massa que opta pelos privados.


O que é a artrose da base do polegar?

Artrose carpometacarpiana do polegar, rizartrose ou artrose da base do polegar são designações para uma alteração degenerativa que leva à destruição osteoarticular entre a base do primeiro metacárpio e o trapézio. Isto significa que um dos ossos do polegar é danificado ou destruído.

O osso danificado é o trapézio e, como consequência, o primeiro metacárpio e o trapézio provocam atrito, o que provoca dor. Daí a necessidade de retirar o trapézio, na sua totalidade ou parcialmente, e entrepor o tendão ou a prótese entre o escafóide e o primeiro metacárpio.

As mais afectadas pela doença são as mulheres em fase pré ou pós-menopausa. É perto dos 50 anos que se dão as primeiras manifestações da doença.

Segundo Mota da Costa, «a relação de incidência de rizartrose entre sexos é de cerca de 90% para as mulheres. As autoridades médicas estimam, ainda, que cerca de 30% das portuguesas são afectadas pela doença».

Os primeiros sinais nem sempre são levados em conta. A dor no polegar, o inchaço, a dificuldade de movimentos são, normalmente, menosprezados.

Em casos mais graves e em estádios mais avançados, as pessoas podem sentir grandes dificuldades. Apertar um botão de uma camisa, descascar batatas, rodar a maçaneta da porta de casa ou carregar no botão do elevador podem revelar-se tarefas impossíveis de executar. No extremo, o problema pode levar à incapacidade laboral.

Mota da Costa alerta para a importância do diagnóstico precoce. Numa fase inicial, o tratamento é feito com anti-inflamatórios, para que a doença possa evoluir o mais lentamente possível. No seio da classe médica não se fala em anti-inflamatórios como modo de travar a artrose, mas sim num contexto de progressão lenta.

«A artrose da base do polegar não estagna. A única terapêutica capaz de pôr termo à doença é a cirurgia», refere o nosso interlocutor.

Há procedimentos que são desaconselhados antes da cirurgia. Muitos pacientes recorrem a tratamentos de reabilitação física como forma de minorar as dores. No entanto, o médico alerta para os perigos deste comportamento:

«Os tratamentos de reabilitação não devem ser feitos antes da cirurgia.

O único efeito que têm é piorar a situação. Deve fazer-se o possível para não esforçar a mão e, se possível, imobilizá-la com talas, mesmo no início da doença.»

Aquela terapêutica vai esforçar os ossos danificados, aumentar a dor e acelerar o processo de desenvolvimento da artrose. O que à partida parece e pretende ser de reabilitação pode transformar-se em destruição óssea.

Teresa Silva não foi excepção e tentou vários tratamentos, antes de recorrer à cirurgia.

«Tentei de tudo para acabar com as dores. Parafina, acupunctura, nada resultava. Até que decidi avançar para a cirurgia», menciona a nossa entrevistada, que também tentou os tratamentos de reabilitação, mas foi desaconselhada a fazê-los pelo médico.

«Ainda não foram encontradas justificações plausíveis para o aparecimento da rizartrose», comenta Mota da Costa.

Os médicos vêem, assim, o seu trabalho dificultado, uma vez que dispõem de poucos instrumentos para combater a artrose da base do polegar. A cirurgia é, ainda, o único tratamento definitivo e o mais eficaz ao eliminar a fonte de dor, o trapézio.



Sintomatologia

Alguns sintomas da artrose da base do polegar:

- Dor;

- Inchaço;

- Deformação saliente do polegar na direcção do lado dorsal;

- Incapacidade de fazer movimentos de rotação do polegar e de fazer movimentos de pinça.





Fonte: Medicina & Saúde®
cortesia:

http://www.truca.pt/arquivo/gralhas_material/gralhas_antigas/gralhas3.html

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A razão de ter usado um texto retirado de outro sítio deve-se ao facto da dificuldade em encontrar algo sobre o assunto pela postagem, abordada.

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Tema
Igualinho / igualzinho
Pergunta/Resposta

Olá, pesquisei este assunto na base de dados, mas nao encontrei, por isso venho perguntar como se deve dizer: Igualzinho ou igualinho?
Ouço muitas vezes ambas as formas; mesmo na comunicação social, por vezes utiliza se uma, por vezes outra.
Desde já obrigado.

Pedro Ribeiro
Portugal

Tão correcta é uma forma como outra. Ambas elas são derivadas de igual com o sufixo inho. Em igualzinho, temos o sufixo inho ligado ao adjectivo igual por meio da consoante de ligação z: igual+ z + inho. Em igualinho, temos o mesmo processo de derivação, mas sem a consoante de ligação: igual+ inho.
Empregar uma forma ou outra depende do gosto de cada um

J.N.H.


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