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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Entrevista a António Câmara
Presidente da YDreams a tecnológica portuguesa
link directo para o PDF: Aula Magna em PDF
quarta-feira, 27 de maio de 2009
e era uma vez uma fábrica num pais de comunistas.


quarta-feira, 13 de maio de 2009
E eu é que sou rico?
Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal, o Eddie Habbaz que alguns de vós conheceram no iate clube do Porto, chegou a fazer umas regatas em Leixões no Red Falcon do João Andrade.
Dizia-lhe eu à boa maneira portuguesa de "coitadinhos" : - Sabes Eddie, nós os portugueses somos pobres ...
Esta foi a sua resposta:
Manuel, como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capaz de pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade, de telefone móvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA, ou quando
podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 dólares o equivalente 20.000? Podem dar 8.000 dólares de presente ao vosso governo e nós não.
Não te entendo.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20% pagais ainda impostos municipais.
Além disso, são vocês que têm " impostos de luxo" como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.
Sois pobres onde Manuel?
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas ligadas ao Estado.
Deixa-te de merdas Manuel, sois pobres onde?
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3000 dólares ao mês por pessoas, isto é mais ou menos os vossos 2000 € . Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto que nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam muito mal o vosso dinheiro.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Nasceste antes de 1986?
Se não... lê na mesma....
Esta merece!!!!!
Deliciem-se...
Nascidos antes de 1986.
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas,em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.
Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos Play Station, X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.
Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!
Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'.
Para todos os outros que não têm a idade suficiente , pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.
Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle, entre muitos outros.
Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.
SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.
domingo, 5 de abril de 2009
a Administração Obama anda com problemas da tal e tão desejada transparência...
hum, faltam-me as palavras para descrever, mas talvez tenrinho.
pessoas votaram nele simplesmente pela cor da pele, e não vendo foi a maior maneira de o descriminarem, votar num negro não é ser anti-racista, neste caso tem se revelado falta de bom senso.
vamos retirar as tropas no Afeganistão no praso máximo de 3ou6 meses disse ele?
->resposta passado 2 meses: reforçar a presença no Afeganistão.
->koreia testa os misseis com alcance até à Europa
->irão arma confusão com o Paquistão
presidente Obama .. não brinques com coisas sérias.
governar a super potência mundial não é coisa doce.
é preciso "mexer cordelinhos" com o resto do mundo. e isso não se ensina em Harvard, nem tão pouco a escrever revistas sobre leis, pois há por ai meninos que tão-se marimbando para isso.
nesta altura anda-se a brincar aos presidentes, o presidente do irão já chamou a alguns políticos europeus nomes bastante engraçados sobre a inexperiência sobre como fazer politica mundial.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Ajudar as empresas ou os desempregados?
O encerramento de empresas disparou nos últimos meses de 2008. Naturalmente, o número de pessoas inscritas no Instituto do Emprego e Formação Profissional vai aumentar drasticamente, provavelmente já em Janeiro. É este o indicador que está a preocupar o Governo, que se desdobra em esforços (subsídios e outras ajudas) para evitar o fecho de mais empresas.
É um erro. Muitas das empresas em dificuldades, com crise ou sem ela, têm os dias contados. Mas, se os subsídios e ajudas são um erro, o que deveria o Governo fazer? Reforçar os apoios a quem perde o emprego e desenhar, com as empresas saudáveis, um plano coerente de formação profissional. É que há profissões para as quais as empresas não encontram profissionais disponíveis. Mais: há regiões onde a falta de pessoal qualificado é crónica. Aveiro e Viana do Castelo são bons exemplos.
O Governo devia deixar falir as empresas que pelos mecanismos do mercado não conseguem sobreviver. A seguir tem de indagar, junto das empresas, quais as qualificações em falta e as que a economia vai precisar quando o crescimento regressar.
Se seguir esta cartilha simples, estará a reduzir o desemprego estrutural (as pessoas que estão a ficar desempregadas, sem formação profissional podem não conseguir regressar ao mercado de trabalho) e a dar uma ajuda à reconversão da economia. Os subsídios só servem para adiar a morte de empresas, sem resolver o problema da qualificação.
in: JN
70 mil euros/mes??
No início da audição que decorre esta tarde na Assembleia da República, o PS foi o primeiro a interpelar o antigo ministro das Finanças.
O deputado Ricardo Rodrigues questionou Miguel Cadilhe sobre quais eram os interesses do gestor que possam justificar que seja contra a nacionalização.
O mesmo responsável questionou Cadilhe se este tinha um plano poupança reforma de 12 ou 15 milhões de euros e se ganhava 70 mil euros por mês.
“Um deputado teria que trabalhar 200 anos para ter uma reforma desse valor”, adiantou Ricardo Rodrigues.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Miguel Cadilhe é hoje ouvido pela comissão parlamentar ao caso BPN
Miguel Cadilhe, que deixou de ser presidente do BPN aquando da nacionalização do banco (mas que permanece à frente da Sociedade Lusa de Negócios, a 'holding' onde este estava integrado), vai ser ouvido pelos deputados às 18 horas, no final do plenário.
O antigo ministro das Finanças assumiu publicamente a sua oposição à nacionalização do banco, que teve lugar em Novembro, considerando-a uma decisão "radical" e de natureza "política".
A Comissão Parlamentar de Inquérito à Situação que levou à Nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente é presidida pela deputada socialista Maria de Belém Roseira.
Ante-ontem, a Comissão recebeu o antigo presidente do BPN, José de Oliveira e Costa, que se encontra detido em prisão preventiva por suspeitas de burla agravada, branqueamento de capitais e infidelidade, entre outros crimes alegadamente cometidos durante a década em que liderou a instituição.
Durante a audição com os deputados, Oliveira e Costa invocou o seu estatuto de arguido para recusar responder às questões que lhe foram colocadas.
Por sua vez, Abdool Vakil, que ocupou a presidência interina do grupo SLN/BPN após a saída de José de Oliveira e Costa, em Fevereiro do ano passado, vai ser ouvido pela comissão na sexta-feira às 15 horas.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Obama, Barack Presidente
44º presidente

http://www.cnn.com/2008/POLITICS/11/05/video.intl.election/index.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Barack_Obama
Carta de despedida do senador John Mccain
SEND JOHN McCAIN YOUR THOUGHTS
Remarks from Senator John McCain
November 4, 2008
Thank you. Thank you, my friends. Thank you for coming here on this beautiful Arizona evening.
My friends, we have -- we have come to the end of a long journey. The American people have spoken, and they have spoken clearly. A little while ago, I had the honor of calling Senator Barack Obama to congratulate him on being elected the next president of the country that we both love.
In a contest as long and difficult as this campaign has been, his success alone commands my respect for his ability and perseverance. But that he managed to do so by inspiring the hopes of so many millions of Americans who had once wrongly believed that they had little at stake or little influence in the election of an American president is something I deeply admire and commend him for achieving.
This is an historic election, and I recognize the special significance it has for African-Americans and for the special pride that must be theirs tonight.
I've always believed that America offers opportunities to all who have the industry and will to seize it. Senator Obama believes that, too. But we both recognize that though we have come a long way from the old injustices that once stained our nation's reputation and denied some Americans the full blessings of American citizenship, the memory of them still had the power to wound.
A century ago, President Theodore Roosevelt's invitation of Booker T. Washington to dine at the White House was taken as an outrage in many quarters. America today is a world away from the cruel and prideful bigotry of that time. There is no better evidence of this than the election of an African American to the presidency of the United States. Let there be no reason now for any American to fail to cherish their citizenship in this, the greatest nation on Earth.
Senator Obama has achieved a great thing for himself and for his country. I applaud him for it, and offer in my sincere sympathy that his beloved grandmother did not live to see this day, though our faith assures us she is at rest in the presence of her creator and so very proud of the good man she helped raise.
Senator Obama and I have had and argued our differences, and he has prevailed. No doubt many of those differences remain. These are difficult times for our country, and I pledge to him tonight to do all in my power to help him lead us through the many challenges we face.
I urge all Americans who supported me to join me in not just congratulating him, but offering our next president our good will and earnest effort to find ways to come together, to find the necessary compromises, to bridge our differences, and help restore our prosperity, defend our security in a dangerous world, and leave our children and grandchildren a stronger, better country than we inherited.
Whatever our differences, we are fellow Americans. And please believe me when I say no association has ever meant more to me than that.
It is natural tonight to feel some disappointment, but tomorrow we must move beyond it and work together to get our country moving again. We fought as hard as we could.
And though we fell short, the failure is mine, not yours.
I am so deeply grateful to all of you for the great honor of your support and for all you have done for me. I wish the outcome had been different, my friends. The road was a difficult one from the outset. But your support and friendship never wavered. I cannot adequately express how deeply indebted I am to you.
I am especially grateful to my wife, Cindy, my children, my dear mother and all my family and to the many old and dear friends who have stood by my side through the many ups and downs of this long campaign. I have always been a fortunate man, and never more so for the love and encouragement you have given me.
You know, campaigns are often harder on a candidate's family than on the candidate, and that's been true in this campaign. All I can offer in compensation is my love and gratitude, and the promise of more peaceful years ahead.
I am also, of course, very thankful to Governor Sarah Palin, one of the best campaigners I have ever seen and an impressive new voice in our party for reform and the principles that have always been our greatest strength. Her husband Todd and their five beautiful children with their tireless dedication to our cause, and the courage and grace they showed in the rough-and-tumble of a presidential campaign. We can all look forward with great interest to her future service to Alaska, the Republican Party and our country.
To all my campaign comrades, from Rick Davis and Steve Schmidt and Mark Salter, to every last volunteer who fought so hard and valiantly month after month in what at times seemed to be the most challenged campaign in modern times, thank you so much. A lost election will never mean more to me than the privilege of your faith and friendship.
I don't know what more we could have done to try to win this election. I'll leave that to others to determine. Every candidate makes mistakes, and I'm sure I made my share of them. But I won't spend a moment of the future regretting what might have been.
This campaign was and will remain the great honor of my life. And my heart is filled with nothing but gratitude for the experience and to the American people for giving me a fair hearing before deciding that Senator Obama and my old friend Senator Joe Biden should have the honor of leading us for the next four years.
I would not be an American worthy of the name, should I regret a fate that has allowed me the extraordinary privilege of serving this country for a half a century. Today, I was a candidate for the highest office in the country I love so much. And tonight, I remain her servant. That is blessing enough for anyone and I thank the people of Arizona for it.
Tonight, more than any night, I hold in my heart nothing but love for this country and for all its citizens, whether they supported me or Senator Obama, I wish Godspeed to the man who was my former opponent and will be my president.
And I call on all Americans, as I have often in this campaign, to not despair of our present difficulties but to believe always in the promise and greatness of America, because nothing is inevitable here.
Americans never quit. We never surrender. We never hide from history, we make history.
Thank you, and God bless you, and God bless America. Thank you all very much.
sábado, 1 de novembro de 2008
eleições nos US and A \\ McCain Versus Obama
terça-feira, 29 de julho de 2008
Insenção de imi ?? para que? e para quem
Os imóveis de reduzido valor patrimonial, ou seja, aqueles cujo valor patrimonial não exceda 59.640 EUR e cujo agregado familiar dos proprietários não tenha um rendimento global superior a 11.928 EUR por ano, estão isentos de IMI. Para obter a isenção, o proprietário do imóvel tem de a solicitar ao chefe de finanças da área do imóvel, por requerimento entregue no Serviço de Finanças.
para um agregado familiar de 2 pessoas:
497€/mês
59.640€
para saber mais:
http://www.millenniumbcp.pt/site/conteudos/60/6040/604015/article.jhtml?articleID=2324
terça-feira, 20 de maio de 2008
killer - no refeitorio parte 2

“Hoje veio-me uma esperta perto de nós ….
Esperta: “não querem assinar …. “
Nós: “não queremos comprar nada”
Esperta: “não é para vender nada, so ando a recolher assinaturas para formarmos um partido “MOVIMENTO ESPERANÇA JOVEM” (ou que era)
Eu: “ o que queres são os subsídios que eles dão aos partidos para a altura das eleições”
Espertalhão (que alias estava alienado da conversa, estava a fumar longe, que nem ouviu nada) “não queremos nada disso, nos queremos é criar um partido, para criar uma esperança em Portugal … olha tas a ver aquele grafiti ali? O grafiti diz “não á precariedade (penso eu)”
Eu: “o vosso partido vai limpar ou pintar as paredes?”
Espertalhão “não vai limpar ou pintar as paredes , vamos sim criar uma nova esperança em Portugal”
Eu : “estás-me a dizer que se criares uma esperança nova em Portugal, que os “celsos” deixam de fazer grafitis na parede?”
Espertalhão e a Esperta nada ….
Eu “já temos tantos partidos e já recebem dinheiro que chegue, não precisamos de mais, depois na Tv. ainda vai ser mais um partido que temos que ouvir… “
Esperta: “então vão assinar?”
Todos em couro:”NÃO!”




