As praças europeias estão a registar as maiores quedas das últimas três semanas, com os investidores assustados pela possibilidade do emirato do Dubai entrar em incumprimento da sua dívida.
Os mercados europeus estão a recuar entre 1,70 e 2,11%, ao mesmo tempo que os mercados obrigacionistas estão em forte alta e o custo de incumprimento da dívida emitida pelo Dubai sobe mais 131 pontos base para os 571 pontos base, avança a Bloomberg.
Os títulos do sector financeiro estão a ser particularmente afectados pelos temores gerados pelo Dubai. As acções do Barclays, do HSBC, do BNP Paribas e do Deutsche Bank estão a perder entre 3,7 e 5,3%.
Os receios criados por um incumprimento da dívida por parte do Dubai penalizaram também as praças asiáticas, com o índice de Xangai a afundar 3,6% e a bolsa de Hong Kong a perder 1,78%. As bolsas norte-americanas estarão hoje encerradas, para o feriado do Dia de Acção de Graças.
O Dubai abalou ontem os mercados internacionais depois da sua holding estatal Dubai World ter proposto o adiamento dos pagamentos da sua dívida, notando que não existe sequer a possibilidade de discussão antes de Maio de 2010.
Esta proposta levantou a possibilidade deste emirato do Golfo Pérsico não pagar as suas dívidas, o que seria o maior caso de incumprimento por parte de um país desde a Argentina em 2001.
O pedido do Dubai é agravado pelo facto do Emir Mohammed Bin Rashid al-Maktoum ter afirmado, apenas há duas semanas, que o emirato de Abu Dhabi estava a ajudar o território a pagar as suas dívidas, pelo que toda a capacidade dos países do Golfo Pérsico de pagar as suas dívidas está a ser seriamente questionada pelos investidores.
“O Dubai não está a fazer favor nenhum ao apetite pelo risco, e os mercados continuam piscologicamente muito frágeis. Ainda estamos num ambiente onde nos encontramos vulneráveis a todo o tipo de choques financeiros, e este é um deles”, disse à Bloomberg Russell Jones, director para o mercado de receita fixa da RBC Capital Markets.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
Trichet excluiu 0%
Ao contrário dos estados unidos da américa...
Ver info:
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, excluiu hoje baixar a principal taxa directora para zero por cento, durante uma entrevista difundida pela televisão japonesa NHK.
Trichet foi hoje questionado após a decisão do BCE de reduzir esta taxa em meio ponto percentual, descendo-a para os dois por cento, um número histórico.
"Se me perguntarem se podemos ir até zero, respondo-vos «não, não podemos»", afirmou aos jornalistas da NHK.
No entanto, Trichet não excluiu novas descidas no futuro.
"À questão, «Serão os dois por cento o valor mais baixo que vão atingir?» respondo-vos «não, vamos ver o que é necessário»", disse.
O BCE deixou perceber que em Março pode haver uma possível nova redução desta taxa, que determina o nível do crédito nos dezasseis países do euro, para fazer frente à degradação rápida da economia na zona euro.
Desde Outubro, a taxa directora foi reduzida no total de 2,25 pontos percentuais.
Em dez anos de existência, o BCE nunca desceu tanto a taxa directora.
A Reserva federal norte-americana e o Banco do Japão baixaram a sua principal taxa de juro quase a zero.
LMP
Lusa/Fim
Ver info:
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, excluiu hoje baixar a principal taxa directora para zero por cento, durante uma entrevista difundida pela televisão japonesa NHK.
Trichet foi hoje questionado após a decisão do BCE de reduzir esta taxa em meio ponto percentual, descendo-a para os dois por cento, um número histórico.
"Se me perguntarem se podemos ir até zero, respondo-vos «não, não podemos»", afirmou aos jornalistas da NHK.
No entanto, Trichet não excluiu novas descidas no futuro.
"À questão, «Serão os dois por cento o valor mais baixo que vão atingir?» respondo-vos «não, vamos ver o que é necessário»", disse.
O BCE deixou perceber que em Março pode haver uma possível nova redução desta taxa, que determina o nível do crédito nos dezasseis países do euro, para fazer frente à degradação rápida da economia na zona euro.
Desde Outubro, a taxa directora foi reduzida no total de 2,25 pontos percentuais.
Em dez anos de existência, o BCE nunca desceu tanto a taxa directora.
A Reserva federal norte-americana e o Banco do Japão baixaram a sua principal taxa de juro quase a zero.
LMP
Lusa/Fim
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Guerra do gás continua
http://online.wsj.com/article/SB123183247573676837.html?mod=rss_whats_news_us
EU Remains Frozen Out of Russian Gás
vejam o que aconteceu a uns tempos:
http://createinovate.blogspot.com/search?q=turquia
A historia a repetir-se de novo??
irá a uniao europeia meter o dossier "turquia" em cima da mesa novamente?
Vamos esperar para ver.
EU Remains Frozen Out of Russian Gás
vejam o que aconteceu a uns tempos:
http://createinovate.blogspot.com/search?q=turquia
A historia a repetir-se de novo??
irá a uniao europeia meter o dossier "turquia" em cima da mesa novamente?
Vamos esperar para ver.
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Swiss Bank UBP Missed Warnings About Madoff
LONDON -- Swiss bank Union Bancaire Privée kept hundreds of millions of dollars of its wealthy clients' money in Bernard Madoff's alleged Ponzi scheme despite warnings from its own research team, according to people familiar with the matter.
While others in the investment community had questioned Mr. Madoff's strategy and chosen to stay away, the instance offers a rare sign that red flags were raised within one of the large institutions that actually invested with Mr. Madoff.
do you want to know more?
-> http://online.wsj.com/article/SB123188437723478727.html?mod=rss_whats_news_us
While others in the investment community had questioned Mr. Madoff's strategy and chosen to stay away, the instance offers a rare sign that red flags were raised within one of the large institutions that actually invested with Mr. Madoff.
do you want to know more?
-> http://online.wsj.com/article/SB123188437723478727.html?mod=rss_whats_news_us
sábado, 9 de agosto de 2008
Rússia ataca cidade da Geórgia fora da Ossétia do Sul
Jatos russos atacaram neste sábado alvos militares na cidade de Gori, na Geórgia, que fica perto da região da Ossétia do Sul.
A Ossétia do Sul, uma região que tenta se separar da Geórgia, foi invadida por tropas russas na sexta-feira, depois que a Geórgia atacou separatistas apoiados pela Rússia na região.
Gori fica perto da capital da Ossétia do Sul, Tskhinvali, e é onde as tropas da Geórgia estão se juntando para defender a região separatista das tropas russas
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/08/09/russia_ataca_cidade_da_georgia_fora_da_ossetia_do_sul-547657518.asp
A Ossétia do Sul, uma região que tenta se separar da Geórgia, foi invadida por tropas russas na sexta-feira, depois que a Geórgia atacou separatistas apoiados pela Rússia na região.
Gori fica perto da capital da Ossétia do Sul, Tskhinvali, e é onde as tropas da Geórgia estão se juntando para defender a região separatista das tropas russas
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/08/09/russia_ataca_cidade_da_georgia_fora_da_ossetia_do_sul-547657518.asp
segunda-feira, 10 de março de 2008
Espanha/Atentado: Líderes políticos e populares convergem à câmara ardente de ex-vereador assassinado
Arrasate, Espanha, 08 Mar (Lusa) -
Representantes de todas as forças políticas bascas e nacionais e centenas de populares participaram hoje numa concentração, em silêncio, em frente à autarquia de Arrasate, em homenagem ao ex-vereador Isaías Carrasco, assassinado pela ETA na sexta-feira.
Mais de meio milhar de pessoas participaram na concentração que decorreu em frente ao edifício onde está instalada a câmara ardente com os restos mortais do ex-vereador socialista, morto a tiro à porta de casa por um homem que lhe disparou pelo menos cinco tiros à queima-roupa.
A mulher e uma das filhas de Isaías Carrasco encabeçaram a cerimónia onde participaram várias individualidades políticas entre as quais a vice-presidente do governo, María Teresa Fernández de la Vega e o chefe do governo basco, Juan José Ibarretxe.
Representantes de todas as forças políticas da esquerda à direita passaram alguns momentos na capela ardente, devendo ainda estar presentes no funeral que decorre às 17:00 de hoje, menos uma hora em Lisboa.
"Estou louco de dor", disse aos jornalistas, visivelmente afectado, um dos muitos populares que foi ao local durante a manhã de hoje.
"Espero que as pessoas sejam valentes amanhã e vão votar, sem medo", afirmou outro.
No interior repetiam-se as cenas de dor, com a família a ser saudada por centenas de pessoas, incluindo líderes políticos que viajaram de várias zonas de Espanha para as cerimónias fúnebres.
Investigações preliminares já permitem clarificar as circunstâncias do atentado de sexta-feira que levou à suspensão dos actos finais da campanha eleitoral e à aprovação de um comunicado conjunto de condenação de todas as forças com assento parlamentar.
Segundo a polícia o terrorista que assassinou Isaías Carrasco disparou cinco balas de calibre 09 milimetros, munição habitualmente usada pela ETA.
A forma como efectuou os disparos, levam a polícia a considerar que se trata de um "bom atirador" - com disparos certeiros, muito juntos e sem se dispersarem - que esperou a que Isaías Carrasco saísse de casa, na rua Navas de Tolosa e entrasse no carro.
Nesse momento disparou cinco tiros através do pára-brisas e a uma distância de cerca de um metro e meio. Uma das balas atingiu o ex-vereador na cabeça, outra no pescoço, duas no abdómen e uma num braço.
A vítima terá conseguido sair do carro arrastando-se alguns metros, estando ainda hoje visíveis as marcas de sangue na estrada.
As autoridades estão agora a procurar um homem de mais de 1,80 metros de altura - estimada pela trajectória dos disparos - que terá possivelmente entrado com um companheiro desde o País Basco francês, fugindo depois do assassinato.
Operações de busca continuam ainda em curso.
ASP.
Lusa/Fim
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Nova directiva euro 3
COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU nos termos do n° 2, segundo parágrafo, do artigo 251° do Tratado CE respeitante à Posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção da Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Directiva 97/24/CE relativa a determinados elementos ou características dos veículos a motor de duas ou três rodas
2000/0136 (COD)
COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU nos termos do n° 2, segundo parágrafo, do artigo 251° do Tratado CE respeitante à Posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção da Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Directiva 97/24/CE relativa a determinados elementos ou características dos veículos a motor de duas ou três rodas
1. Antecedentes
- Data de transmissão da proposta ao PE e ao Conselho (COM(2000) 314 final - 2000/0136 (COD)): 22.6.2000
- Data do parecer do Parlamento Europeu em primeira leitura: 14.2.2001
- Data de adopção da proposta alterada: 23.5.2001
- Data de adopção da posição comum: 13.7.2001
2. Objectivo da proposta da Comissão
Os requisitos relativos às emissões dos motociclos são regidos pela chamada "Multidirectiva" 97/24/CE de 17 de Junho de 1997. Esta directiva instituiu uma primeira fase de valores-limite (Euro 1), prevendo que os mesmos fossem progressivamente restringidos.
A presente proposta contém os seguintes elementos:
* Valores-limite reduzidos para as emissões dos veículos de duas ou três rodas, aplicáveis a partir de 2003 aos novos modelos de veículos, e de 2004 a todos os modelos de veículos (Euro 2), centrados na redução de hidrocarbonetos
* Valores não obrigatórios para efeitos de incentivos fiscais
* Previsão de uma nova fase (Euro 3) de limites para as emissões, baseada em novas análises e no desenvolvimento de um novo ciclo de ensaios, que reduza os óxidos de azoto, os hidrocarbonetos e, possivelmente, as partículas.
3. Comentários sobre a posição comum
Limites das emissões - fase 2003
A posição comum confirma em grande medida os valores-limite propostos pela Comissão para 2003, excepto quanto a um valor-limite ligeiramente mais restritivo para os hidrocarbonetos emitidos pelos motociclos acima dos 150cc (1 g/km em vez de 1,2 g/km). Isto coincide com as prioridades da proposta da Comissão e do programa AUTO-OIL II, que indicou as emissões de hidrocarbonetos, enquanto precursores de ozono, como prioridade principal nesta fase de valores-limite para os motociclos.
A posição comum altera a data de entrada em vigor obrigatória de 1 de Janeiro de 2004 para 1 de Julho de 2004 (artigo 2.º, n.º 3), dando assim alguma flexibilidade aos fabricantes na adaptação de todos os seus modelos de veículos às novas exigências, de acordo com o ponto de vista do Parlamento Europeu.
Também de acordo com as alterações do Parlamento Europeu, a posição comum inclui um calendário separado para a aplicação aos motociclos "trial". A posição comum inclui também os motociclos "enduro" neste calendário (artigo 2.º, n.º 4). Estas datas são 1 de Janeiro de 2004 para os novos modelos e 1 de Julho de 2005 para todos os modelos.
Incentivos fiscais
O Conselho concorda com a proposta da Comissão de introduzir "valores não obrigatórios" para que os Estados-Membros possam optar por promover tecnologias ambientais mais avançadas através da concessão de incentivos fiscais. Nos valores não obrigatórios e no método de ensaio a eles associado, o Conselho seguiu os limites do Euro 3 para os veículos de passageiros, actualmente em vigor.
Trabalhos futuros (artigo 4.º)
Na sua proposta, a Comissão anunciara que iria investigar a viabilidade técnica e económica de futuras reduções das emissões, para aplicar a partir de 2006. Esta fase basear-se-ia num novo ciclo de ensaios, possivelmente harmonizado a nível mundial, actualmente a ser desenvolvido através de uma acção coordenada a nível da UNECE (Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas). O Conselho apoiou esta abordagem, mas foi mais longe ao exigir que a Comissão apresente uma proposta nesta matéria antes do final de 2002. Este prazo coincide com o prazo previsto pela Comissão, tal como consta da exposição de motivos.
O Conselho acrescentou alguns elementos ao artigo 4.º, que devem ser encarados como acções prioritárias nos trabalhos futuros. No fim de 2002, a Comissão deve apresentar propostas relativas a novas reduções das emissões das motorizadas, à medição de partículas e valores-limite associados, à medição das emissões de CO2 e aos requisitos de durabilidade. Outros elementos referidos no artigo 4.º relacionam-se com a conformidade, a inspecção e a manutenção dos veículos em circulação, os sistemas de diagnóstico a bordo e o controlo das emissões por evaporação. Assumindo esta posição, o Conselho acolhe em larga medida os pontos de vista do Parlamento Europeu, na medida em que estas questões foram igualmente levantadas nas alterações do Parlamento Europeu. No entanto, relativamente a alguns elementos, o calendário e as disposições pormenorizadas das alterações parlamentares diferem da posição comum do Conselho.
A posição comum relativa ao artigo 4.º é, sem dúvida, um programa muito ambicioso com um calendário muito apertado. Porém, os vários elementos estão de acordo com as prioridades já estabelecidas pela Comissão.
Dispositivos de desactivação e estratégias de controlo irracionais
De acordo com as alterações do Parlamento Europeu, o Conselho introduziu uma proibição quanto ao uso de dispositivos de desactivação e estratégias de controlo irracionais, bem como disposições sobre a informação a fornecer pelo fabricante para permitir que os serviços técnicos verifiquem os dispositivos de controlo de emissões.
4. Alterações do Parlamento Europeu em primeira leitura e parecer da Comissão
A 14 de Fevereiro, o Parlamento Europeu adoptou 25 alterações. Estas podem ser reunidas em 3 grupos:
4.1. Introdução de uma fase Euro 3 obrigatória (aplicável em 2006):
Alterações 3, 5, 10, 11, 23, 24 e 25.
Os valores-limite Euro 3 propostos limitam-se a fazer coincidir o ciclo de ensaios e os valores-limite para os grandes motociclos com os que se encontram actualmente em vigor para os veículos de passageiros. Na sua proposta, a Comissão anunciou que iria estudar a possibilidade, a nível técnico e económico, de aplicar em 2006 uma nova fase, cujos valores-limite serão determinados com base num ciclo de ensaios específico para os motociclos, bem adaptado à dinâmica dos modos de condução destes veículos.
Sendo assim, a Comissão rejeitou todas as alterações do Parlamento Europeu que introduziam uma fase Euro 3 obrigatória.
4.2. Alterações relativas a: durabilidade, dispositivos de desactivação, ensaio da conformidade dos veículos em circulação, CO2 e sistemas de diagnóstico a bordo (alterações 6, 7, 8, 13, 14, 15, 16, 17, 20 e 21, parte 4)
O relatório refere uma série de modos para assegurar mais eficazmente o funcionamento correcto do equipamento de controlo das emissões durante a vida útil do veículo. A aplicação desses requisitos poderá ter implicações consideráveis que carecem de avaliação cuidadosa, tendo em conta a relação custo-eficácia, a viabilidade técnica e as consequências práticas da respectiva aplicação ao sector dos motociclos.
Assim, a Comissão acedeu, em princípio, a estudar algumas daquelas medidas mas rejeita as alterações que prejudiquem qualquer decisão final quanto à sua aplicação.
4.3. Alterações várias (alterações 1, 2, 4, 12, 18, 19, 21, 22 e 26)
O relatório propôs também alterações adicionais sobre várias questões. A Comissão concorda plenamente com algumas delas, ou seja:
- possibilidade de instituir incentivos financeiros para reequipar veículos mais antigos (alterações 4 e 12);
- limitação do impacto económico nos pequenos fabricantes ao estudar medidas futuras (alteração 18).
Outras alterações, relativas a trabalhos futuros, são aceitáveis em princípio ou em parte mas devem ser analisadas antes da elaboração de propostas definitivas:
Uma das alterações várias não é aceitável:
- adiar a data Euro 2 para "todos os modelos" de 1 de Janeiro de 2004 para 1 de Janeiro de 2005 (alteração 26, parte 1).
Por conseguinte, a Comissão aceitou:
- na totalidade, três alterações (números 4, 12 e 18);
- parcialmente, seis alterações (números 1, 14, 19, 20, 22 e 26, 2.ª parte);
- em princípio, cinco alterações (números 2, 7, 8, 16 e 21),
e rejeitou onze alterações (números 3, 5, 6, 10, 11, 13, 15, 17, 23, 24 e 25).
5. Conclusões
Em geral, as instituições concordam que é necessária uma nova fase de redução das emissões, aplicável a partir de 2006. Há também acordo quanto à necessidade de um ciclo de ensaios melhorado. No entanto, ao contrário do Parlamento Europeu, o Conselho apoiou a abordagem da Comissão no sentido de que o melhor método de ensaio deverá ser estabelecido, de preferência, com base no ciclo de ensaios que se encontra actualmente a ser desenvolvido a nível da UNECE, antes de tomar uma decisão referente aos valores-limite de 2006.
Com a revisão do artigo 4.º, o Conselho traçou um programa ambicioso para a Comissão, com um calendário apertado. A este respeito, o Conselho foi, em larga medida, ao encontro das expectativas do Parlamento Europeu. A Comissão concorda que as medidas que garantem um desempenho mais eficaz das emissões em circulação, incluindo os necessários sistemas de controlo, deverão ser consideradas acções prioritárias.
Assim sendo, a Comissão apoia, em geral, a posição comum do Conselho e convida as duas instituições a chegarem a acordo o mais rapidamente possível. A Comissão está pronta para dar o seu apoio neste processo.
2000/0136 (COD)
COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU nos termos do n° 2, segundo parágrafo, do artigo 251° do Tratado CE respeitante à Posição comum adoptada pelo Conselho tendo em vista a adopção da Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Directiva 97/24/CE relativa a determinados elementos ou características dos veículos a motor de duas ou três rodas
1. Antecedentes
- Data de transmissão da proposta ao PE e ao Conselho (COM(2000) 314 final - 2000/0136 (COD)): 22.6.2000
- Data do parecer do Parlamento Europeu em primeira leitura: 14.2.2001
- Data de adopção da proposta alterada: 23.5.2001
- Data de adopção da posição comum: 13.7.2001
2. Objectivo da proposta da Comissão
Os requisitos relativos às emissões dos motociclos são regidos pela chamada "Multidirectiva" 97/24/CE de 17 de Junho de 1997. Esta directiva instituiu uma primeira fase de valores-limite (Euro 1), prevendo que os mesmos fossem progressivamente restringidos.
A presente proposta contém os seguintes elementos:
* Valores-limite reduzidos para as emissões dos veículos de duas ou três rodas, aplicáveis a partir de 2003 aos novos modelos de veículos, e de 2004 a todos os modelos de veículos (Euro 2), centrados na redução de hidrocarbonetos
* Valores não obrigatórios para efeitos de incentivos fiscais
* Previsão de uma nova fase (Euro 3) de limites para as emissões, baseada em novas análises e no desenvolvimento de um novo ciclo de ensaios, que reduza os óxidos de azoto, os hidrocarbonetos e, possivelmente, as partículas.
3. Comentários sobre a posição comum
Limites das emissões - fase 2003
A posição comum confirma em grande medida os valores-limite propostos pela Comissão para 2003, excepto quanto a um valor-limite ligeiramente mais restritivo para os hidrocarbonetos emitidos pelos motociclos acima dos 150cc (1 g/km em vez de 1,2 g/km). Isto coincide com as prioridades da proposta da Comissão e do programa AUTO-OIL II, que indicou as emissões de hidrocarbonetos, enquanto precursores de ozono, como prioridade principal nesta fase de valores-limite para os motociclos.
A posição comum altera a data de entrada em vigor obrigatória de 1 de Janeiro de 2004 para 1 de Julho de 2004 (artigo 2.º, n.º 3), dando assim alguma flexibilidade aos fabricantes na adaptação de todos os seus modelos de veículos às novas exigências, de acordo com o ponto de vista do Parlamento Europeu.
Também de acordo com as alterações do Parlamento Europeu, a posição comum inclui um calendário separado para a aplicação aos motociclos "trial". A posição comum inclui também os motociclos "enduro" neste calendário (artigo 2.º, n.º 4). Estas datas são 1 de Janeiro de 2004 para os novos modelos e 1 de Julho de 2005 para todos os modelos.
Incentivos fiscais
O Conselho concorda com a proposta da Comissão de introduzir "valores não obrigatórios" para que os Estados-Membros possam optar por promover tecnologias ambientais mais avançadas através da concessão de incentivos fiscais. Nos valores não obrigatórios e no método de ensaio a eles associado, o Conselho seguiu os limites do Euro 3 para os veículos de passageiros, actualmente em vigor.
Trabalhos futuros (artigo 4.º)
Na sua proposta, a Comissão anunciara que iria investigar a viabilidade técnica e económica de futuras reduções das emissões, para aplicar a partir de 2006. Esta fase basear-se-ia num novo ciclo de ensaios, possivelmente harmonizado a nível mundial, actualmente a ser desenvolvido através de uma acção coordenada a nível da UNECE (Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas). O Conselho apoiou esta abordagem, mas foi mais longe ao exigir que a Comissão apresente uma proposta nesta matéria antes do final de 2002. Este prazo coincide com o prazo previsto pela Comissão, tal como consta da exposição de motivos.
O Conselho acrescentou alguns elementos ao artigo 4.º, que devem ser encarados como acções prioritárias nos trabalhos futuros. No fim de 2002, a Comissão deve apresentar propostas relativas a novas reduções das emissões das motorizadas, à medição de partículas e valores-limite associados, à medição das emissões de CO2 e aos requisitos de durabilidade. Outros elementos referidos no artigo 4.º relacionam-se com a conformidade, a inspecção e a manutenção dos veículos em circulação, os sistemas de diagnóstico a bordo e o controlo das emissões por evaporação. Assumindo esta posição, o Conselho acolhe em larga medida os pontos de vista do Parlamento Europeu, na medida em que estas questões foram igualmente levantadas nas alterações do Parlamento Europeu. No entanto, relativamente a alguns elementos, o calendário e as disposições pormenorizadas das alterações parlamentares diferem da posição comum do Conselho.
A posição comum relativa ao artigo 4.º é, sem dúvida, um programa muito ambicioso com um calendário muito apertado. Porém, os vários elementos estão de acordo com as prioridades já estabelecidas pela Comissão.
Dispositivos de desactivação e estratégias de controlo irracionais
De acordo com as alterações do Parlamento Europeu, o Conselho introduziu uma proibição quanto ao uso de dispositivos de desactivação e estratégias de controlo irracionais, bem como disposições sobre a informação a fornecer pelo fabricante para permitir que os serviços técnicos verifiquem os dispositivos de controlo de emissões.
4. Alterações do Parlamento Europeu em primeira leitura e parecer da Comissão
A 14 de Fevereiro, o Parlamento Europeu adoptou 25 alterações. Estas podem ser reunidas em 3 grupos:
4.1. Introdução de uma fase Euro 3 obrigatória (aplicável em 2006):
Alterações 3, 5, 10, 11, 23, 24 e 25.
Os valores-limite Euro 3 propostos limitam-se a fazer coincidir o ciclo de ensaios e os valores-limite para os grandes motociclos com os que se encontram actualmente em vigor para os veículos de passageiros. Na sua proposta, a Comissão anunciou que iria estudar a possibilidade, a nível técnico e económico, de aplicar em 2006 uma nova fase, cujos valores-limite serão determinados com base num ciclo de ensaios específico para os motociclos, bem adaptado à dinâmica dos modos de condução destes veículos.
Sendo assim, a Comissão rejeitou todas as alterações do Parlamento Europeu que introduziam uma fase Euro 3 obrigatória.
4.2. Alterações relativas a: durabilidade, dispositivos de desactivação, ensaio da conformidade dos veículos em circulação, CO2 e sistemas de diagnóstico a bordo (alterações 6, 7, 8, 13, 14, 15, 16, 17, 20 e 21, parte 4)
O relatório refere uma série de modos para assegurar mais eficazmente o funcionamento correcto do equipamento de controlo das emissões durante a vida útil do veículo. A aplicação desses requisitos poderá ter implicações consideráveis que carecem de avaliação cuidadosa, tendo em conta a relação custo-eficácia, a viabilidade técnica e as consequências práticas da respectiva aplicação ao sector dos motociclos.
Assim, a Comissão acedeu, em princípio, a estudar algumas daquelas medidas mas rejeita as alterações que prejudiquem qualquer decisão final quanto à sua aplicação.
4.3. Alterações várias (alterações 1, 2, 4, 12, 18, 19, 21, 22 e 26)
O relatório propôs também alterações adicionais sobre várias questões. A Comissão concorda plenamente com algumas delas, ou seja:
- possibilidade de instituir incentivos financeiros para reequipar veículos mais antigos (alterações 4 e 12);
- limitação do impacto económico nos pequenos fabricantes ao estudar medidas futuras (alteração 18).
Outras alterações, relativas a trabalhos futuros, são aceitáveis em princípio ou em parte mas devem ser analisadas antes da elaboração de propostas definitivas:
Uma das alterações várias não é aceitável:
- adiar a data Euro 2 para "todos os modelos" de 1 de Janeiro de 2004 para 1 de Janeiro de 2005 (alteração 26, parte 1).
Por conseguinte, a Comissão aceitou:
- na totalidade, três alterações (números 4, 12 e 18);
- parcialmente, seis alterações (números 1, 14, 19, 20, 22 e 26, 2.ª parte);
- em princípio, cinco alterações (números 2, 7, 8, 16 e 21),
e rejeitou onze alterações (números 3, 5, 6, 10, 11, 13, 15, 17, 23, 24 e 25).
5. Conclusões
Em geral, as instituições concordam que é necessária uma nova fase de redução das emissões, aplicável a partir de 2006. Há também acordo quanto à necessidade de um ciclo de ensaios melhorado. No entanto, ao contrário do Parlamento Europeu, o Conselho apoiou a abordagem da Comissão no sentido de que o melhor método de ensaio deverá ser estabelecido, de preferência, com base no ciclo de ensaios que se encontra actualmente a ser desenvolvido a nível da UNECE, antes de tomar uma decisão referente aos valores-limite de 2006.
Com a revisão do artigo 4.º, o Conselho traçou um programa ambicioso para a Comissão, com um calendário apertado. A este respeito, o Conselho foi, em larga medida, ao encontro das expectativas do Parlamento Europeu. A Comissão concorda que as medidas que garantem um desempenho mais eficaz das emissões em circulação, incluindo os necessários sistemas de controlo, deverão ser consideradas acções prioritárias.
Assim sendo, a Comissão apoia, em geral, a posição comum do Conselho e convida as duas instituições a chegarem a acordo o mais rapidamente possível. A Comissão está pronta para dar o seu apoio neste processo.
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Centenas de polacos protestam contra passagem de auto-estrada em reserva natural
Centenas de polacos protestam contra passagem de auto-estrada em reserva natural
18.02.2007 - 20h01 Reuters
Centenas de polacos manifestaram-se hoje contra a passagem de uma auto-estrada na reserve natural do Vale de Rospuda. A Comissão Europeia já avisou que o projecto de construção vai pôr em risco o compromisso da Polónia com a protecção da natureza.
Os críticos do projecto dizem que este ameaça o Vale de Rospuda, zona de turfeiras que alberga espécies de plantas e de animais raras no país.
O troço em questão faz parte de uma auto-estrada internacional que liga Varsóvia a Helsínquia, através dos países bálticos. A auto-estrada incluirá uma passagem aérea de 500 metros por cima do vale.
“Compreendemos que é necessária uma auto-estrada e, por isso, já propusemos vias alternativas para evitar danificar o ambiente”, disse o ecologista Jan Jakiel.
Dezenas de ecologistas foram para o local com tendas e ameaçaram acorrentar-se às árvores se a construção avançar, informou a estação de televisão TVN24.
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, disse recentemente às autoridades polacas que a Comissão vê este projecto como uma violação à Rede Natura 2000 da Polónia.
18.02.2007 - 20h01 Reuters
Centenas de polacos manifestaram-se hoje contra a passagem de uma auto-estrada na reserve natural do Vale de Rospuda. A Comissão Europeia já avisou que o projecto de construção vai pôr em risco o compromisso da Polónia com a protecção da natureza.
Os críticos do projecto dizem que este ameaça o Vale de Rospuda, zona de turfeiras que alberga espécies de plantas e de animais raras no país.
O troço em questão faz parte de uma auto-estrada internacional que liga Varsóvia a Helsínquia, através dos países bálticos. A auto-estrada incluirá uma passagem aérea de 500 metros por cima do vale.
“Compreendemos que é necessária uma auto-estrada e, por isso, já propusemos vias alternativas para evitar danificar o ambiente”, disse o ecologista Jan Jakiel.
Dezenas de ecologistas foram para o local com tendas e ameaçaram acorrentar-se às árvores se a construção avançar, informou a estação de televisão TVN24.
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, disse recentemente às autoridades polacas que a Comissão vê este projecto como uma violação à Rede Natura 2000 da Polónia.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
alain prost "só falta vontade politica a portugal para produzir biocombustivel"
Só falta vontade política para Portugal produzir bioetanol
O antigo campeão de fórmula 1 e actual presidente do grupo Flex Fuel, Alain Prost, defendeu hoje que só falta vontade política para Portugal poder iniciar a produção e o uso de bioetanol como combustível.
Jornal de Negócios com Lusa
O antigo campeão de fórmula 1 e actual presidente do grupo Flex Fuel, Alain Prost, defendeu hoje que só falta vontade política para Portugal poder iniciar a produção e o uso de bioetanol como combustível.
Admitindo que não tem um conhecimento tão profundo da realidade portuguesa como da francesa, Alain Prost entende, no entanto, que Portugal tem as condições necessárias para investir no bioetanol como combustível alternativo ao petróleo, mas que é necessária uma vontade política "real".
"Hoje em Portugal estão na fase em que a França estava há seis meses ou há um ano. A diferença, na verdade, é que vocês não têm construtores [de automóveis], mas têm três dos cinco construtores que citei [Renault, Peugeot e Ford] que se encontram como importadores no vosso mercado. Ao nível das superfícies agrícolas têm mais milho do que beterraba, portanto o que falta é vontade politica real", defendeu Alain Prost numa conferência de imprensa organizada pela Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo (ANPROMIS) com o objectivo de apresentar o bioetanol como alternativa energética.
O bioetanol é um combustível obtido através da fermentação alcoólica de açúcares que se encontram nos grãos dos cereais (milho e trigo) e na beterraba, que ao ser misturado na gasolina e gasóleo reduz a emissão de gases poluentes para a atmosfera.
Para o presidente da ANPROMIS, Luis de Vasconcelos e Sousa, Portugal tem apenas três opções que passam pela produção com matéria- prima nacional, pela produção com matéria-prima importada ou pela compra do produto acabado.
"Depois é uma questão industrial e de capacidade de financiar este projecto porque ele paga-se em muito pouco tempo. Portanto esta é uma questão que tem que ver com política porque há capacidade para produzir as quantidades necessárias. É preciso é que haja vontade política", defendeu Luís de Vasconcelos e Sousa.
No entanto, de acordo com o presidente da ANPROMIS já houve da parte do secretário de Estado Adjunto da Industria e da Inovação, António Castro Guerra, a garantia de que o concurso para a atribuição de licenças para a produção de bioetanol vai decorrer durante o segundo semestre deste ano.
O antigo campeão de fórmula 1 e actual presidente do grupo Flex Fuel, Alain Prost, defendeu hoje que só falta vontade política para Portugal poder iniciar a produção e o uso de bioetanol como combustível.
Jornal de Negócios com Lusa
O antigo campeão de fórmula 1 e actual presidente do grupo Flex Fuel, Alain Prost, defendeu hoje que só falta vontade política para Portugal poder iniciar a produção e o uso de bioetanol como combustível.
Admitindo que não tem um conhecimento tão profundo da realidade portuguesa como da francesa, Alain Prost entende, no entanto, que Portugal tem as condições necessárias para investir no bioetanol como combustível alternativo ao petróleo, mas que é necessária uma vontade política "real".
"Hoje em Portugal estão na fase em que a França estava há seis meses ou há um ano. A diferença, na verdade, é que vocês não têm construtores [de automóveis], mas têm três dos cinco construtores que citei [Renault, Peugeot e Ford] que se encontram como importadores no vosso mercado. Ao nível das superfícies agrícolas têm mais milho do que beterraba, portanto o que falta é vontade politica real", defendeu Alain Prost numa conferência de imprensa organizada pela Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo (ANPROMIS) com o objectivo de apresentar o bioetanol como alternativa energética.
O bioetanol é um combustível obtido através da fermentação alcoólica de açúcares que se encontram nos grãos dos cereais (milho e trigo) e na beterraba, que ao ser misturado na gasolina e gasóleo reduz a emissão de gases poluentes para a atmosfera.
Para o presidente da ANPROMIS, Luis de Vasconcelos e Sousa, Portugal tem apenas três opções que passam pela produção com matéria- prima nacional, pela produção com matéria-prima importada ou pela compra do produto acabado.
"Depois é uma questão industrial e de capacidade de financiar este projecto porque ele paga-se em muito pouco tempo. Portanto esta é uma questão que tem que ver com política porque há capacidade para produzir as quantidades necessárias. É preciso é que haja vontade política", defendeu Luís de Vasconcelos e Sousa.
No entanto, de acordo com o presidente da ANPROMIS já houve da parte do secretário de Estado Adjunto da Industria e da Inovação, António Castro Guerra, a garantia de que o concurso para a atribuição de licenças para a produção de bioetanol vai decorrer durante o segundo semestre deste ano.
Google forçado a retirar
Google forçado a retirar…
by peopleware
conteúdos de 18 jornais belgas do serviço noticioso! O Google perdeu mais uma acção judicial pela disponibilização gratuita, através do seu serviço Google News, de conteúdos informativos de terceiros. Desta vez, o processo foi levantado por uma organização de defesa dos direitos de propriedade intelectual belga representativa de 18 jornais e alegava uma violação dos direitos de propriedade intelectual pelo fornecimento gratuito de conteúdos, nomeadamente de arquivo, pelos quais os jornais normalmente se fazem pagar.
O tribunal deu razão à Copiepresse e condenou a empresa de Internet americana à retirada dos conteúdos, fotos ou links do seu serviço noticioso que agrega milhares de publicações em todo o mundo e que estava também disponível na Bélgica desde Janeiro de 2006.
A sentença prevê ainda que no futuro a reutilização de conteúdos do mesmo grupo de sites seja punida com uma coima diária de mil euros. Retroactivamente a Google terá de pagar 25 mil euros por cada dia de incumprimento da decisão, diz também o Tribunal, embora os conteúdos já tivessem sido removidos da plataforma.
O Google reagiu à decisão dizendo acreditar que “o Google News é completamente legal” e argumentando que só mostra “os títulos e uma pequena porção de texto e de imagens. Quando as pessoas querem ler toda a história têm de abrir a página de Internet de jornal”. A empresa afirma ainda que vai recorrer da sentença.
A decisão judicial agora conhecida é já de segunda instância e segue-se a uma primeira que também dava razão à Copiepress conhecida em Setembro. Nesta primeira decisão a Google foi condenada ao pagamento de uma indemnização de um milhão de euros por cada dia de publicação dos conteúdos belgas, depois da decisão.
by peopleware
conteúdos de 18 jornais belgas do serviço noticioso! O Google perdeu mais uma acção judicial pela disponibilização gratuita, através do seu serviço Google News, de conteúdos informativos de terceiros. Desta vez, o processo foi levantado por uma organização de defesa dos direitos de propriedade intelectual belga representativa de 18 jornais e alegava uma violação dos direitos de propriedade intelectual pelo fornecimento gratuito de conteúdos, nomeadamente de arquivo, pelos quais os jornais normalmente se fazem pagar.
O tribunal deu razão à Copiepresse e condenou a empresa de Internet americana à retirada dos conteúdos, fotos ou links do seu serviço noticioso que agrega milhares de publicações em todo o mundo e que estava também disponível na Bélgica desde Janeiro de 2006.
A sentença prevê ainda que no futuro a reutilização de conteúdos do mesmo grupo de sites seja punida com uma coima diária de mil euros. Retroactivamente a Google terá de pagar 25 mil euros por cada dia de incumprimento da decisão, diz também o Tribunal, embora os conteúdos já tivessem sido removidos da plataforma.
O Google reagiu à decisão dizendo acreditar que “o Google News é completamente legal” e argumentando que só mostra “os títulos e uma pequena porção de texto e de imagens. Quando as pessoas querem ler toda a história têm de abrir a página de Internet de jornal”. A empresa afirma ainda que vai recorrer da sentença.
A decisão judicial agora conhecida é já de segunda instância e segue-se a uma primeira que também dava razão à Copiepress conhecida em Setembro. Nesta primeira decisão a Google foi condenada ao pagamento de uma indemnização de um milhão de euros por cada dia de publicação dos conteúdos belgas, depois da decisão.
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
embaixada sueca na Second Life
A Suécia vai ser o primeiro país a criar uma embaixada no mundo virtual do Second Life, um jogo on-line no qual os internautas podem inventar uma nova vida, informou o Instituto sueco, noticia a Lusa.
«Estamos a projectar estabelecer uma embaixada sueca no Second Life, que servirá de portal de informações sobre a Suécia», afirmou o director do instituto Olle Wõstberg.
A embaixada não vai emitir passaportes nem vistos, mas vai dar instruções aos visitantes sobre os processos administrativos necessários para obter os documentos no mundo real. Funcionará como uma ligação ao país escandinavo.
«O Second Life vai-nos permitir informar os visitantes da Suécia e vai facilitar o contacto com a Suécia a custos reduzidos», explicou Wõstberg.
O instituto sueco é uma entidade do Ministério dos Negócios Estrangeiros, cuja função é de fornecer informações sobre a Suécia. Wõstberg assegura que o Ministério apoia completamente a iniciativa.
O Second Life, criado pela sociedade Linden Lab em São Francisco (Estados Unidos), já atraiu muitas empresas reais, entre elas criadoras de roupa desportiva, que abriram lojas virtuais em três dimensões.
Wõstberg não precisou a data de abertura da embaixada, mas assegurou ser para «breve».
O mundo virtual Second Life, a três dimensões, anunciou hoje já contar com 2,9 milhões de personagens criadas pelos internautas.
«Estamos a projectar estabelecer uma embaixada sueca no Second Life, que servirá de portal de informações sobre a Suécia», afirmou o director do instituto Olle Wõstberg.
A embaixada não vai emitir passaportes nem vistos, mas vai dar instruções aos visitantes sobre os processos administrativos necessários para obter os documentos no mundo real. Funcionará como uma ligação ao país escandinavo.
«O Second Life vai-nos permitir informar os visitantes da Suécia e vai facilitar o contacto com a Suécia a custos reduzidos», explicou Wõstberg.
O instituto sueco é uma entidade do Ministério dos Negócios Estrangeiros, cuja função é de fornecer informações sobre a Suécia. Wõstberg assegura que o Ministério apoia completamente a iniciativa.
O Second Life, criado pela sociedade Linden Lab em São Francisco (Estados Unidos), já atraiu muitas empresas reais, entre elas criadoras de roupa desportiva, que abriram lojas virtuais em três dimensões.
Wõstberg não precisou a data de abertura da embaixada, mas assegurou ser para «breve».
O mundo virtual Second Life, a três dimensões, anunciou hoje já contar com 2,9 milhões de personagens criadas pelos internautas.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
Gazprom assina acordo com Moldova para fornecimento de gás até 2011
Gazprom assina acordo com Moldova para fornecimento de gás até 2011 03.01.2007 - 13h29 Lusa
****ERRATA**** Onde se lê moldava deve ler-se moldavia com escepção da nacionalidade esta sim moldava.
A Gazprom anunciou hoje a assinatura de um acordo com a Moldova para o fornecimento de gás natural nos próximos cinco anos, a um preço-base de 170 dólares (128,5 euros) por cada mil metros cúbicos (m3).
"A assinatura de um contrato a longo prazo relativamente ao fornecimento de gás pode ser considerada um êxito, pois este documento garante a estabilidade energética do nosso país", disse o primeiro-ministro da Moldova, Vasili Tarlev, citado pela agência oficial Itar-Tass.
Embora o preço-base seja de 170 dólares (128,5 euros), o acordo entre a companhia estatal russa e a Moldovagas contempla o aumento gradual das tarifas ao longo dos próximos cinco anos, até alcançarem os níveis europeus.
Até agora, a Moldova pagava 160 dólares (121 euros) por cada mil m3 de gás, ao passo que, em 2005, a ex-república soviética pagava, pela mesma quantidade de combustível, 80 dólares (60,5 euros).
A Moldova, que, de acordo com o Banco Mundial, é o país mais pobre da Europa, importa por ano cerca de 2500 milhões de m3 de gás natural russo.
Novos preços do gás vão afectar a economia moldava
O Presidente da Moldova, Vladimir Voronin, já reconheceu que a nova política de preços aplicada pela Gazprom desde o ano passado irá afectar o crescimento da economia e o bem-estar da população.
Segundo alguns especialistas, os novos preços do gás serão impraticáveis para a economia nacional, pelo que o Fundo Monetário Internacional (FMI) já se comprometeu a prestar auxílio ao Governo de Chisinau.
Apenas dois minutos antes da chegada do novo ano, a Gazprom, que detém o monopólio do gás natural russo, assinou com a Bielorrússia um acordo semelhante, válido também por cinco anos, que colocou a tarifa-base para Minsk nos 100 dólares (75,6 euros), a mais baixa aplicada a todas as antigas repúblicas soviéticas.
Dos países anteriormente pertencentes à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, o que pagará mais pelo gás natural proveniente da Rússia será a Geórgia, que irá pagar 235 dólares (177,5 euros) por cada mil m3.
Ainda assim, o Governo georgiano mantém a intenção de suspender as importações de gás natural russo a partir do segundo trimestre deste ano, substituindo-o por gás oriundo do vizinho Azerbaijão.
O Azerbaijão é, precisamente, o único país do Cáucaso que se negou a importar gás natural russo, tendo considerado que 230 dólares (173,8 euros) por cada mil m3 é um preço demasiadamente elevado.
****ERRATA**** Onde se lê moldava deve ler-se moldavia com escepção da nacionalidade esta sim moldava.
A Gazprom anunciou hoje a assinatura de um acordo com a Moldova para o fornecimento de gás natural nos próximos cinco anos, a um preço-base de 170 dólares (128,5 euros) por cada mil metros cúbicos (m3).
"A assinatura de um contrato a longo prazo relativamente ao fornecimento de gás pode ser considerada um êxito, pois este documento garante a estabilidade energética do nosso país", disse o primeiro-ministro da Moldova, Vasili Tarlev, citado pela agência oficial Itar-Tass.
Embora o preço-base seja de 170 dólares (128,5 euros), o acordo entre a companhia estatal russa e a Moldovagas contempla o aumento gradual das tarifas ao longo dos próximos cinco anos, até alcançarem os níveis europeus.
Até agora, a Moldova pagava 160 dólares (121 euros) por cada mil m3 de gás, ao passo que, em 2005, a ex-república soviética pagava, pela mesma quantidade de combustível, 80 dólares (60,5 euros).
A Moldova, que, de acordo com o Banco Mundial, é o país mais pobre da Europa, importa por ano cerca de 2500 milhões de m3 de gás natural russo.
Novos preços do gás vão afectar a economia moldava
O Presidente da Moldova, Vladimir Voronin, já reconheceu que a nova política de preços aplicada pela Gazprom desde o ano passado irá afectar o crescimento da economia e o bem-estar da população.
Segundo alguns especialistas, os novos preços do gás serão impraticáveis para a economia nacional, pelo que o Fundo Monetário Internacional (FMI) já se comprometeu a prestar auxílio ao Governo de Chisinau.
Apenas dois minutos antes da chegada do novo ano, a Gazprom, que detém o monopólio do gás natural russo, assinou com a Bielorrússia um acordo semelhante, válido também por cinco anos, que colocou a tarifa-base para Minsk nos 100 dólares (75,6 euros), a mais baixa aplicada a todas as antigas repúblicas soviéticas.
Dos países anteriormente pertencentes à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, o que pagará mais pelo gás natural proveniente da Rússia será a Geórgia, que irá pagar 235 dólares (177,5 euros) por cada mil m3.
Ainda assim, o Governo georgiano mantém a intenção de suspender as importações de gás natural russo a partir do segundo trimestre deste ano, substituindo-o por gás oriundo do vizinho Azerbaijão.
O Azerbaijão é, precisamente, o único país do Cáucaso que se negou a importar gás natural russo, tendo considerado que 230 dólares (173,8 euros) por cada mil m3 é um preço demasiadamente elevado.
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