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domingo, 18 de julho de 2010

Helicópteros, submarinos e barcos?



Inscrições egípcias não identificadas em nenhuma tradução feita até hoje.

Helicópteros, submarinos e barcos?

fica no ar.

domingo, 25 de abril de 2010

A VERDADEIRA HISTÓRIA - A calça por baixo do rabo


Porque é que entrou na moda os rapazes usarem as calças por baixo do rabo?
É de facto algo fora do normal e de facto algo de muito mau gosto! Andar com os boxers à mostra!

A VERDADEIRA HISTÓRIA
Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos. Os reclusos que estavam receptivos a relações sexuais com outros homens tiveram que inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofrerem consequências... Por isso, quem usasse calças descaídas por baixo do rabo estava somente a mostrar que estava disponível para ter sexo anal com outros homens...
E assim nasce uma moda. Um look super cool, gay!..

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Bolsas afundam devido à possibilidade de incumprimento da dívida do Dubai

As praças europeias estão a registar as maiores quedas das últimas três semanas, com os investidores assustados pela possibilidade do emirato do Dubai entrar em incumprimento da sua dívida.
Os mercados europeus estão a recuar entre 1,70 e 2,11%, ao mesmo tempo que os mercados obrigacionistas estão em forte alta e o custo de incumprimento da dívida emitida pelo Dubai sobe mais 131 pontos base para os 571 pontos base, avança a Bloomberg.
Os títulos do sector financeiro estão a ser particularmente afectados pelos temores gerados pelo Dubai. As acções do Barclays, do HSBC, do BNP Paribas e do Deutsche Bank estão a perder entre 3,7 e 5,3%.

Os receios criados por um incumprimento da dívida por parte do Dubai penalizaram também as praças asiáticas, com o índice de Xangai a afundar 3,6% e a bolsa de Hong Kong a perder 1,78%. As bolsas norte-americanas estarão hoje encerradas, para o feriado do Dia de Acção de Graças.
O Dubai abalou ontem os mercados internacionais depois da sua holding estatal Dubai World ter proposto o adiamento dos pagamentos da sua dívida, notando que não existe sequer a possibilidade de discussão antes de Maio de 2010.
Esta proposta levantou a possibilidade deste emirato do Golfo Pérsico não pagar as suas dívidas, o que seria o maior caso de incumprimento por parte de um país desde a Argentina em 2001.

O pedido do Dubai é agravado pelo facto do Emir Mohammed Bin Rashid al-Maktoum ter afirmado, apenas há duas semanas, que o emirato de Abu Dhabi estava a ajudar o território a pagar as suas dívidas, pelo que toda a capacidade dos países do Golfo Pérsico de pagar as suas dívidas está a ser seriamente questionada pelos investidores.

“O Dubai não está a fazer favor nenhum ao apetite pelo risco, e os mercados continuam piscologicamente muito frágeis. Ainda estamos num ambiente onde nos encontramos vulneráveis a todo o tipo de choques financeiros, e este é um deles”, disse à Bloomberg Russell Jones, director para o mercado de receita fixa da RBC Capital Markets.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Nasceste antes de 1986?

Então lê isto...
Se não... lê na mesma....

Esta merece!!!!!

Deliciem-se...

Nascidos antes de 1986.
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas,em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.

Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.

Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.

Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.

Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.

Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.

Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box.

Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.

Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.

Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!

Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.

Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.

Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos.

Acreditem ou não íamos a pé para a escola;

Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.

Criávamos jogos com paus e bolas.

Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.

Eles estavam do lado da lei.

Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.

Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'.

Para todos os outros que não têm a idade suficiente , pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.

Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.

Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle, entre muitos outros.

Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.

A SIDA sempre existiu.

Os CD's sempre existiram.

O Michael Jackson sempre foi branco.

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.

Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.

Não conseguem imaginar a vida sem computadores.

Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.

SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Técnico no "top" das saídas profissionais

16 Janeiro 2009
É este o título dado pelo Diário de Notícias a um trabalho publicado na edição de 26 de Dezembro último dedicado à empregabilidade.

Citando a mesma fonte "(…) apenas três formações conseguiram a proeza de não ter um único inscrito nos centros de emprego. E são todas do Instituto Superior Técnico. Engenharia Civil, Engenharia Informática e de Computadores e Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Uma hegemonia que diz muito sobre o actual peso das novas tecnologias, e do Instituto Superior Técnico em particular."

Os dados que permitiram apurar estes indicadores foram retirados de um estudo efectuado pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Reactor nuclear para a base lunar

NASA Eyes Nuclear Reactor for Moon Base
Irene Klotz, Discovery News

Video: http://dsc.discovery.com/video/player.html?bclid=1588003250

NASA is tip-toeing once again into what was once called the N-word -- nuclear -- with a technology development program aimed at powering its planned base on the moon.

The goal of the Fission Surface Power Project, which is based at NASA's Glenn Research Center in Cleveland, Ohio, is to produce a non-nuclear prototype unit within five years.

NASA's last foray into nuclear technologies was a project that began in 2003 known as Prometheus, which focused on both nuclear propulsion and nuclear-powered generators that ultimately could be used to support a manned mission to Mars and for deep-space probes, such as a mission to Jupiter's ocean-bearing moon Europa.

Prometheus was preceded in the 1950s and 60s by the NERVA, Project Orion and other initiatives.

Prometheus ended, but a small-scale effort to develop a compact, highly autonomous fission reactor as part of the agency's new exploration initiative, Project Constellation, survived. The program aims to return U.S. astronauts to the moon by 2020 and establish a base before moving on to manned missions to Mars and other bodies in the solar system.

Supported at a cost of about $10 million a year, the Fission Surface Power Project this week awarded two contracts for power conversion units, used to turn the heat of nuclear reactions into electricity.

NASA envisions needing a system capable of providing about 40 kilowatts of electricity -- about what's used to power eight average homes in the United States.

It would be launched cold and without radioactive elements until operations were to begin on the lunar surface.

NASA is thinking about burying the system so the lunar soil can serve as shielding.

The converter design by Sunpower Inc., of Athens, Ohio, uses two opposed piston engines coupled to alternators to produce a total of 12 kilowatts of power. Barber Nichols Inc. of Arvada, Colo., is developing a closed Brayton cycle engine that uses a high-speed turbine and compressor coupled to a rotary alternator. It also generates 12 kilowatts.

The ground system would not use any nuclear materials, said project manager Lee Mason.

"Our goal is to build a technology demonstration unit with all the major components of a fission surface power system and conduct non-nuclear, integrated system testing in a ground-based space simulation facility," he said.

A space-based reactor would have to be much more compact than fission reactors currently operating on Earth and would generate far less power. The agency also is looking at solar-powered technologies, fuel cells and other systems.

Among engineers' challenges are the harsh, radioactive environments and the extreme temperature ranges of space.

The moon's 29.5-day rotational period produces long, cold nights lasting 354 hours, which presents a formidable challenge for solar-powered systems. On Mars, the night-time is just 12 hours, but its distance from sun means only 20 percent of the energy that reaches the moon makes it to Mars.

"As you get further and further out, the missions get longer and longer, and you're going to have to have higher and higher power levels," said John Warren, who oversees the program at NASA headquarters in Washington D.C. "You're probably going to have to have nuclear, and I think that will be recognized not only here in the U.S., but around the worl

Fonte: http://dsc.discovery.com/news/2008/09/15/moon-fission-nuclear.html



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Moon Dust Curiosity
http://dsc.discovery.com/news/2008/07/02/moon-dust-astronaut.html

quarta-feira, 21 de maio de 2008

new york underwear

audio and image clip about new york underwear shops :P

http://www.nytimes.com/2008/05/20/nyregion/20lingerie.html?_r=1&partner=rssnyt&emc=rss&oref=slogin

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Black or White

O que um grupo de crianças de raça negra responde quando são confrontadas com a pergunta de qual boneca preferem, se a boneca branca ou a boneca preta.

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