Após muita procura e muitos testes :P encontrei a receita ideal para crepes.
Frigideira anti-aderente (preferencial)
Manteiga/Margarina
Espátula - para virar os crepes
Papel
Após aquecer a frigideira, colocar um pouco de manteiga/margarina no papel de cozinha e untar a frigideira, no caso das frigideiras anti-aderentes não necessita repetir o processo.
Receita de crepes:
250g de farinha
500g de leite (0,5L)
2 ovos
1 colher de azeite
1 pitada de sal
- Colocar tudo na liquidificadora ou utilizar a varinha mágica até não haver vestígios de farinha.
Dica: Deixar a massa descansar por 30 minutos.
processo: (começa no minuto 1:00)
O resto é a imaginação a trabalhar.
Dica:
Compota/doce de morango
Açucar e canela (pulvilhado)
Mel
Chocolate (como na figura)
Gelado + tops
...
NJOY
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
total acumulado de 2244 casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1).
Portugal regista, no final da 34.ª semana.
Até ao final da 34.ª semana (23 de Agosto), verificou‐se um total acumulado de 2244 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), dos quais 24% foram importados e 76% secundários ou terciários. Destes últimos, 61% são casos sem link epidemiológico conhecido.
A prevalência acumulada de casos internados em Unidades de Cuidados Intensivos tendo necessitado de ventilação foi de dez doentes (um dos quais já teve alta).
A média etária foi de 22,4 anos, sendo a do sexo feminino de 21,8 anos e a do sexo masculino de 22,2 anos. Apenas 3,7% dos indivíduos apresentam idade igual ou superior a 50 anos, 12,9% dos casos correspondem a crianças com idade inferior a 10 anos e 40,5% são referentes a indivíduos com idade igual ou inferior a 19 anos. Note‐se que 88,5% dos casos são referentes a indivíduos com uma idade igual ou inferior a 39 anos.
A maioria dos casos ocorreu no Continente, 92 casos referem‐se à Região Autónoma dos Açores e 27 casos à Região Autónoma da Madeira.
Quando se analisam os sintomas apresentados consoante a idade dos indivíduos, constata‐se que a febre e a tosse são os sintomas mais mencionados, não variando com a idade. A rinorreia e a odinifagia são o terceiro e o quarto sintomas mais referidos na classe dos 0‐9 anos, enquanto nas restantes idades são as cefaleias e as mialgias. Com excepção das artralgias, mais referidas por classes etárias mais elevadas, todos os outros sintomas são equiparados em qualquer classe etária em análise
Até ao final da 34.ª semana (23 de Agosto), verificou‐se um total acumulado de 2244 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), dos quais 24% foram importados e 76% secundários ou terciários. Destes últimos, 61% são casos sem link epidemiológico conhecido.
A prevalência acumulada de casos internados em Unidades de Cuidados Intensivos tendo necessitado de ventilação foi de dez doentes (um dos quais já teve alta).
A média etária foi de 22,4 anos, sendo a do sexo feminino de 21,8 anos e a do sexo masculino de 22,2 anos. Apenas 3,7% dos indivíduos apresentam idade igual ou superior a 50 anos, 12,9% dos casos correspondem a crianças com idade inferior a 10 anos e 40,5% são referentes a indivíduos com idade igual ou inferior a 19 anos. Note‐se que 88,5% dos casos são referentes a indivíduos com uma idade igual ou inferior a 39 anos.
A maioria dos casos ocorreu no Continente, 92 casos referem‐se à Região Autónoma dos Açores e 27 casos à Região Autónoma da Madeira.
Quando se analisam os sintomas apresentados consoante a idade dos indivíduos, constata‐se que a febre e a tosse são os sintomas mais mencionados, não variando com a idade. A rinorreia e a odinifagia são o terceiro e o quarto sintomas mais referidos na classe dos 0‐9 anos, enquanto nas restantes idades são as cefaleias e as mialgias. Com excepção das artralgias, mais referidas por classes etárias mais elevadas, todos os outros sintomas são equiparados em qualquer classe etária em análise
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
Gripe A: casos confirmados em Portugal sobem para 140
Portugal registou mais 10 casos da gripe A, confirmados laboratorialmente, nas últimas 24 horas. Segundo comunicado do Ministério da Saúde, as autoridades portugueses já contabilizaram 140 infecções causadas pelo novo vírus.
Neste momento estão referenciados quatro casos no Hospital Curry Cabral, em Lisboa: “um homem de 48 anos, que regressou dos EUA, um homem de 27 anos, proveniente do Rio de Janeiro, bem como uma mulher de 25 anos e um homem de 21 anos, correspondentes a casos de transmissão secundária”.
Também no Hospital de São João, no Porto, estão a ser acompanhados quatro casos: “um homem de 19 anos, que chegou de Madrid, um adolescente de 15 anos, que veio de Londres, e duas mulheres, uma de 20 e outra de 31 anos, ambas provenientes de Palma de Maiorca”.
O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, está a acompanhar “uma adolescente de 15 anos, que veio de Londres”, e o Hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, segue “um homem de 30 anos, proveniente do Reino Unido”.
“O surgimento de casos de transmissão secundária e o aumento de casos importados eram previsíveis pelas autoridades de saúde pública, tendo em conta a evolução natural da epidemia. Não há, por isso, qualquer razão para alarme, mas sim para uma atenção redobrada”, realça o comunicado do Ministério da Saúde.
Neste momento estão referenciados quatro casos no Hospital Curry Cabral, em Lisboa: “um homem de 48 anos, que regressou dos EUA, um homem de 27 anos, proveniente do Rio de Janeiro, bem como uma mulher de 25 anos e um homem de 21 anos, correspondentes a casos de transmissão secundária”.
Também no Hospital de São João, no Porto, estão a ser acompanhados quatro casos: “um homem de 19 anos, que chegou de Madrid, um adolescente de 15 anos, que veio de Londres, e duas mulheres, uma de 20 e outra de 31 anos, ambas provenientes de Palma de Maiorca”.
O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, está a acompanhar “uma adolescente de 15 anos, que veio de Londres”, e o Hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, segue “um homem de 30 anos, proveniente do Reino Unido”.
“O surgimento de casos de transmissão secundária e o aumento de casos importados eram previsíveis pelas autoridades de saúde pública, tendo em conta a evolução natural da epidemia. Não há, por isso, qualquer razão para alarme, mas sim para uma atenção redobrada”, realça o comunicado do Ministério da Saúde.
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Prevenir a transmissão através de antirectrovirais (ART)
Preventing HIV transmission with antiretrovirals
Kevin M De Cock a, Siobhan P Crowley a, Ying-Ru Lo a, Reuben M Granich a & Brian G Williams a
a. Department of HIV/AIDS, World Health Organization, 20 avenue Appia, 1211 Geneva 27, Switzerland.
Correspondence to Siobhan P Crowley (e-mail: crowleys@who.int).
Bulletin of the World Health Organization 2009;87:488-488. doi: 10.2471/BLT.09.067330
Three of the most extraordinary events in global health over the past 30 years have been the emergence of the pandemic of HIV/AIDS, the development of antiretroviral therapy (ART) capable of arresting HIV progression and reducing mortality, and scale-up of therapy in low- and middle-income countries. By the end of 2007, approximately 3 million people were accessing ART in resource-constrained settings,1 an unimaginable achievement a few years previously, yet one whose expansion and sustainability are threatened by resource constraints and competing priorities. Adding complexity are scientific uncertainties – where is the pandemic going, what is the best way to use ART for individual health and what role can ART play in HIV prevention?
By the end of 2007, an estimated 33 million persons were living with HIV and 2.7 million had become newly infected that year.2 Sub-Saharan Africa has 67% of all estimated infections. At the risk of oversimplification, two broad patterns have emerged globally: HIV affects the general population in sub-Saharan Africa but elsewhere is largely concentrated in specific groups at risk. Eight countries in southern Africa have an adult HIV prevalence of 15% or above.
Although the annual incidence of HIV infections globally peaked around the mid-1990s,3 the absolute number of people living with HIV in Africa continues to increase as a result of persistent high incidence and population growth rate. Universal access remains a remote aspiration unless HIV transmission is substantially and rapidly reduced.
There is little doubt that ART has preventive effects; what is uncertain is how best to apply it and combine it with other evidence-based prevention interventions for maximal synergy and benefit. For HIV-negative persons, guidelines already exist concerning use of ART for post-exposure prophylaxis,10 and results of randomized controlled trials of pre-exposure prophylaxis will soon become available. It is the treatment of persons who are already infected, however, that may have the widest impact. The rationale seems simple: transmission only occurs from infected persons who are numerically far fewer than HIV-negative susceptible persons; viral load is the greatest risk factor for all modes of transmission; ART lowers viral load; prevention of mother-to-child transmission offers proof of concept; and there is observational evidence of reduced transmission from discordant heterosexual couples when the index partner is on ART.11,12
Several papers have proposed expanded use of ART as a means of limiting HIV spread13,14 and further impetus to this discussion was given by a mathematical model published by WHO scientists in late 2008.15 Their paper reported that in an HIV/AIDS epidemic of southern African severity, universal voluntary HIV testing on an annual basis followed by immediate ART could reduce HIV incidence by about 95% within a decade, with cost-saving over the medium term. Formidable challenges to such an approach include conducting the necessary research; operational and financial feasibility; ethical and human rights challenges, acceptability; and the potential for drug resistance and toxicity.
Widespread early therapy for HIV is intellectually compelling because it targets viral load, the major biological risk factor for transmission and disease progression. Delaying treatment until HIV has inflicted severe damage on the immune system and further transmission occurs is a different practice to the approach of other infectious diseases such as tuberculosis. Earlier diagnosis and treatment offer opportunity for “positive prevention” emphasizing other health interventions, as well as enhancement of sexual and reproductive health and rights of persons living with HIV.16 Nonetheless, the world requires evidence before policy development on ART for HIV prevention can be envisaged.
WHO will organize a consultation in late 2009 to examine research priorities, operational considerations and ethical and human rights concerns around the use of ART for HIV prevention. Additional questions other than impact in generalized epidemic settings include relevance to concentrated epidemics, impact on tuberculosis incidence, prevention of mother-to-child transmission and cost implications.
At a time when other avenues of HIV prevention research, including vaccine evaluations, have given discouraging results, how to use ART for the greatest simultaneous therapeutic and prevention benefit is perhaps the most pressing question in HIV research.
Kevin M De Cock a, Siobhan P Crowley a, Ying-Ru Lo a, Reuben M Granich a & Brian G Williams a
a. Department of HIV/AIDS, World Health Organization, 20 avenue Appia, 1211 Geneva 27, Switzerland.
Correspondence to Siobhan P Crowley (e-mail: crowleys@who.int).
Bulletin of the World Health Organization 2009;87:488-488. doi: 10.2471/BLT.09.067330
Three of the most extraordinary events in global health over the past 30 years have been the emergence of the pandemic of HIV/AIDS, the development of antiretroviral therapy (ART) capable of arresting HIV progression and reducing mortality, and scale-up of therapy in low- and middle-income countries. By the end of 2007, approximately 3 million people were accessing ART in resource-constrained settings,1 an unimaginable achievement a few years previously, yet one whose expansion and sustainability are threatened by resource constraints and competing priorities. Adding complexity are scientific uncertainties – where is the pandemic going, what is the best way to use ART for individual health and what role can ART play in HIV prevention?
By the end of 2007, an estimated 33 million persons were living with HIV and 2.7 million had become newly infected that year.2 Sub-Saharan Africa has 67% of all estimated infections. At the risk of oversimplification, two broad patterns have emerged globally: HIV affects the general population in sub-Saharan Africa but elsewhere is largely concentrated in specific groups at risk. Eight countries in southern Africa have an adult HIV prevalence of 15% or above.
Although the annual incidence of HIV infections globally peaked around the mid-1990s,3 the absolute number of people living with HIV in Africa continues to increase as a result of persistent high incidence and population growth rate. Universal access remains a remote aspiration unless HIV transmission is substantially and rapidly reduced.
There is little doubt that ART has preventive effects; what is uncertain is how best to apply it and combine it with other evidence-based prevention interventions for maximal synergy and benefit. For HIV-negative persons, guidelines already exist concerning use of ART for post-exposure prophylaxis,10 and results of randomized controlled trials of pre-exposure prophylaxis will soon become available. It is the treatment of persons who are already infected, however, that may have the widest impact. The rationale seems simple: transmission only occurs from infected persons who are numerically far fewer than HIV-negative susceptible persons; viral load is the greatest risk factor for all modes of transmission; ART lowers viral load; prevention of mother-to-child transmission offers proof of concept; and there is observational evidence of reduced transmission from discordant heterosexual couples when the index partner is on ART.11,12
Several papers have proposed expanded use of ART as a means of limiting HIV spread13,14 and further impetus to this discussion was given by a mathematical model published by WHO scientists in late 2008.15 Their paper reported that in an HIV/AIDS epidemic of southern African severity, universal voluntary HIV testing on an annual basis followed by immediate ART could reduce HIV incidence by about 95% within a decade, with cost-saving over the medium term. Formidable challenges to such an approach include conducting the necessary research; operational and financial feasibility; ethical and human rights challenges, acceptability; and the potential for drug resistance and toxicity.
Widespread early therapy for HIV is intellectually compelling because it targets viral load, the major biological risk factor for transmission and disease progression. Delaying treatment until HIV has inflicted severe damage on the immune system and further transmission occurs is a different practice to the approach of other infectious diseases such as tuberculosis. Earlier diagnosis and treatment offer opportunity for “positive prevention” emphasizing other health interventions, as well as enhancement of sexual and reproductive health and rights of persons living with HIV.16 Nonetheless, the world requires evidence before policy development on ART for HIV prevention can be envisaged.
WHO will organize a consultation in late 2009 to examine research priorities, operational considerations and ethical and human rights concerns around the use of ART for HIV prevention. Additional questions other than impact in generalized epidemic settings include relevance to concentrated epidemics, impact on tuberculosis incidence, prevention of mother-to-child transmission and cost implications.
At a time when other avenues of HIV prevention research, including vaccine evaluations, have given discouraging results, how to use ART for the greatest simultaneous therapeutic and prevention benefit is perhaps the most pressing question in HIV research.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
CGTP E UGT
E tinham que vir os comunas com as suas ideias de merda =D
CGTP E UGT
Ao nível do trabalho, tendo em atenção o elevado nível de abstenção que se espera nas empresas, a centrais sindicais já lançaram um aviso com a CGTP e a UGT a alertarem para o facto da Gripe A não poder ser usada como pretexto para os patrões deixarem de pagar salários.
De acordo com a lei do trabalho, todos os trabalhadores em risco de ficarem infectados com o vírus da gripe A, e que sejam impedidos de trabalhar, irão perder 25 por cento do ordenado, o que significa que num vencimento de mil euros são menos 250 euros por 22 dias úteis passados em casa, algo que para a centrais é inadmissível haver um corte nos salários desta forma.
CGTP E UGT
Ao nível do trabalho, tendo em atenção o elevado nível de abstenção que se espera nas empresas, a centrais sindicais já lançaram um aviso com a CGTP e a UGT a alertarem para o facto da Gripe A não poder ser usada como pretexto para os patrões deixarem de pagar salários.
De acordo com a lei do trabalho, todos os trabalhadores em risco de ficarem infectados com o vírus da gripe A, e que sejam impedidos de trabalhar, irão perder 25 por cento do ordenado, o que significa que num vencimento de mil euros são menos 250 euros por 22 dias úteis passados em casa, algo que para a centrais é inadmissível haver um corte nos salários desta forma.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
beijing / pequim
A cidade que acolhe os jogos olímpicos de 2008
Alerta do Createinovate.blogspot:
Respirar um dia em Pequim equivale a fumar 70 cigarros
Estudo recente da Agência das Nações Unidas para o Ambiente e da Organização Mundial de Saúde confirma a notícia. A China é o país mais poluído do Mundo.
fonte: http://www.fatimamissionaria.pt/noticia5.php?recordID=14959&seccao=3
as contruções:
inauguração do estádio:
domingo, 3 de agosto de 2008
the world's first transplant of two full arms

BERLIN -- A German medical team said Friday it had performed what it called the world's first transplant of two full arms, on a farmer who had lost both his limbs in an accident. The male patient, 54, was "doing well under the circumstances" after the 15-hour operation on July 25-26, a spokeswoman for the clinic at the Technical University in the southern city of Munich said. The amputee, who had lived without arms for six years since the accident, consulted the 40-member team at the...
http://article.wn.com/view/2008/08/02/German_team_performs_worlds_first_transplant_of_2_arms/
terça-feira, 13 de maio de 2008
Oral Cancer in Men Associated With HPV
Oral Cancer in Men Associated With HPV
By NICHOLAS BAKALAR
Published: May 13, 2008
The sexually transmitted virus called HPV, for human papillomavirus, is well known to lead to cervical cancer in women — which is why the federal government recommends that all girls be vaccinated for HPV at 11 or 12, before they become sexually active.
Now researchers are finding that many oral cancers in men are also associated with the virus.
HPV can enter the mouth during oral sex. A study published in February by researchers at Johns Hopkins estimated that 38 percent of oral squamous-cell cancers are HPV related, and suggested that their increasing number might be a result of changing sexual behaviors.
O que é o HPV?
Vírus do papiloma humano
Classificação científica
Reino: Virus
Ordem: Caudovirales
Família: Papillomaviridae
O vírus do papiloma humano (VPH ou HPV, do inglês human papilomavirus) é um vírus que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações diferentes. A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o cancro do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados.
A principal forma de transmissão do HPV é por via sexual, sendo a doença sexualmente transmissível (DST) mais frequente. Estima-se que 25 a 50% da população feminina mundial esteja infectada, e que 75% das mulheres contraiam a infecção durante algum período das suas vidas. A maioria das situações não apresenta sintomas clínicos, mas algumas desenvolverão alterações que podem evoluir para cancro. O exame de rastreio para diagnóstico destas alterações é a citologia cervical ou Papanicolau. A infecção também pode ocorrer no homem, embora as manifestações clínicas sejam menos frequentes do que na mulher.
As estratégias de prevenção são similares às das restantes DSTs, passando sobretudo por evitar comportamentos de risco. Recentemente foi lançada no mercado uma vacina que previne a infecção por alguns dos subtipos mais frequentes de HPV, encontrando-se em discussão a sua inclusão nos planos nacionais de vacinação de diversos países.
As opções de tratamento dependem do tipo e extensão das lesões causadas pelo HPV, podendo ser empregue um tratamento destrutivo ou excisional (destruição e/ou remoção das lesões), ou um tratamento à base de medicamentos imunomoduladores como interferão e imiquimod.
Sinais e sintomas
O tipo e gravidade dos sintomas dependem da variante (tipo) de HPV e do local de infecção. A principal destrinça feita entre as variantes do vírus distribui-os por duas categorias: os que infectam as superfícies cutâneas em geral, e os que infectam a região genital. Seja qual for a região afectada, na maior parte dos casos a infecção é assintomática e resolve-se espontaneamente sem deixar sequelas. Alguns tipos de vírus, contudo, e em especial os que afectam a área genital, podem causar alterações que vão desde lesões benignas a cancro.
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"Para saber mais clique no titulo da noticia!"
By NICHOLAS BAKALAR
Published: May 13, 2008
The sexually transmitted virus called HPV, for human papillomavirus, is well known to lead to cervical cancer in women — which is why the federal government recommends that all girls be vaccinated for HPV at 11 or 12, before they become sexually active.
Now researchers are finding that many oral cancers in men are also associated with the virus.
HPV can enter the mouth during oral sex. A study published in February by researchers at Johns Hopkins estimated that 38 percent of oral squamous-cell cancers are HPV related, and suggested that their increasing number might be a result of changing sexual behaviors.
O que é o HPV?
Vírus do papiloma humano
Classificação científica
Reino: Virus
Ordem: Caudovirales
Família: Papillomaviridae
O vírus do papiloma humano (VPH ou HPV, do inglês human papilomavirus) é um vírus que infecta os queratinócitos da pele ou mucosas, e possui mais de 200 variações diferentes. A maioria dos subtipos está associada a lesões benignas, tais como verrugas, mas certos tipos são frequentemente encontrados em determinadas neoplasias como o cancro do colo do útero, do qual se estima que sejam responsáveis por mais de 90% de todos os casos verificados.
A principal forma de transmissão do HPV é por via sexual, sendo a doença sexualmente transmissível (DST) mais frequente. Estima-se que 25 a 50% da população feminina mundial esteja infectada, e que 75% das mulheres contraiam a infecção durante algum período das suas vidas. A maioria das situações não apresenta sintomas clínicos, mas algumas desenvolverão alterações que podem evoluir para cancro. O exame de rastreio para diagnóstico destas alterações é a citologia cervical ou Papanicolau. A infecção também pode ocorrer no homem, embora as manifestações clínicas sejam menos frequentes do que na mulher.
As estratégias de prevenção são similares às das restantes DSTs, passando sobretudo por evitar comportamentos de risco. Recentemente foi lançada no mercado uma vacina que previne a infecção por alguns dos subtipos mais frequentes de HPV, encontrando-se em discussão a sua inclusão nos planos nacionais de vacinação de diversos países.
As opções de tratamento dependem do tipo e extensão das lesões causadas pelo HPV, podendo ser empregue um tratamento destrutivo ou excisional (destruição e/ou remoção das lesões), ou um tratamento à base de medicamentos imunomoduladores como interferão e imiquimod.
Sinais e sintomas
O tipo e gravidade dos sintomas dependem da variante (tipo) de HPV e do local de infecção. A principal destrinça feita entre as variantes do vírus distribui-os por duas categorias: os que infectam as superfícies cutâneas em geral, e os que infectam a região genital. Seja qual for a região afectada, na maior parte dos casos a infecção é assintomática e resolve-se espontaneamente sem deixar sequelas. Alguns tipos de vírus, contudo, e em especial os que afectam a área genital, podem causar alterações que vão desde lesões benignas a cancro.
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segunda-feira, 23 de abril de 2007
Artrose da base do polegar » Mãos quase incapacitadas
Artrose da base do polegar » Mãos quase incapacitadas
Paula Cravina de Sousa
Data: 2006-11-21
Cerca de 30% da população feminina portuguesa sofre de artrose da base do polegar. A má notícia é que a doença não pode ser travada. A boa é que menos de duas horas de cirurgia podem resolver o problema.
Gestos simples, automáticos e mecanizados, tão habituais que nem damos por eles. A verdade é que a maioria das pessoas nem sempre dá a atenção devida às mãos e só se lembra quando já não é possível levar a cabo as tarefas habituais.
«Sempre tive problemas de ossos.» Teresa Silva começa, assim, a descrever os longos anos em que esteve presa a uma doença que lhe dificultava o seu desempenho no dia-a-dia. Uma menopausa precoce, aos 29 anos, sentenciou-lhe anos de problemas ósseos e com eles chegou a artrose carpometacarpiana do polegar, ou artrose da base do polegar, como também é conhecida.
«Tenho muitos problemas na coluna e tinha artroses nos dois polegares», comenta Teresa Silva.
O problema começou a revelar-se cada vez mais difícil de suportar:
«Não conseguia dormir, acordava com as dores, deixava cair as coisas, o mais pequeno esforço dava-me dores horríveis. Não conseguia sequer escrever. E o problema depressa alastrou ao braço inteiro e estava a atrofiar os nervos.»
Teresa trabalha no ramo da estética e as dores provocadas pela artrose na base do polegar acabaram por afectar o seu desempenho.
«Tinha a mão quase fechada, já quase não a conseguia abrir, os movimentos ficaram muito limitados e isso prejudicou-me no trabalho», conta.
Os receios e medos inerentes a uma intervenção cirúrgica fizeram com que adiasse a decisão e suportasse as dores.
«Pensei que as mãos iam ficar com mau aspecto e que ia ter aquele mal-estar depois da operação. Como tenho outros problemas de ossos e já passei por oito operações, pensava que sabia como era», afirma.
Antes de se submeter à intervenção cirúrgica, Teresa consultou vários médicos, quis ouvir a opinião de diferentes especialistas. O seu caso era um pouco mais grave, uma vez que o braço também estava afectado.
Cirurgia rápida, resultados eficazes
Menos de duas horas de cirurgia acabaram com os problemas e as dores de anos. Teresa ficou tão contente com os resultados que decidiu operar a outra mão menos de dois meses depois. A primeira cirurgia foi feita no final do mês de Janeiro, a segunda a 14 de Março.
Teresa Silva garante que os resultados não podiam ser melhores: «Não tive aquele mal-estar que pensava que ia ter depois da operação, as mãos ficaram bonitas, a cicatriz está pequenina e a recuperação está a correr bem.»
Relativamente à cirurgia, consiste em remover total ou parcialmente o trapézio, osso afectado pela artrose, e interpor um tendão, fazendo a reconstrução ligamentar da base do metacárpio.
O trapézio é destruído pela artrose, o que vai fazer com que o primeiro metacárpio provoque atrito com o trapézio. Estes dois ossos do polegar «roçam» um no outro, originando dor e inflamação.
O trapézio é retirado e o tendão é enrolado e colocado de modo a preencher o espaço entre o primeiro metacárpio e o escafóide, como que substituindo o trapézio, servindo também para fazer a reconstrução ligamentar ao nível da base do primeiro metacárpio.
Deste modo, a dor e a inflamação desaparecem e o doente pode voltar à sua vida normal. Em lugar do tendão, podem ser utilizadas próteses de silicone ou de pirocarbono para substituir o trapézio.
Ao fim de 15 anos de prática deste tipo de cirurgia, o Dr. Mota da Costa, cirurgião plástico dedicado ao sector de cirurgia da mão e médico integrado na Unidade de Ortopedia e Traumatologia do hospitalcuf descobertas, garante que nunca teve um caso de rejeição.
«O único caso mais complicado passou-se com uma paciente que partiu as próteses de silicone numa queda. Acabámos por substituir as próteses pelo tendão. Este é o material com que prefiro trabalhar por ser autólogo, isto é, pertence ao indivíduo», comenta o especialista.
A cirurgia é realizada em ambulatório e requer, apenas, uma anestesia local, conhecida como do plexo braquial.
«Estive lúcida o tempo todo, soube sempre o que se estava a passar», recorda Teresa Silva.
O tempo de cirurgia é, também, muito diminuto. Em hora e meia de intervenção, o doente sai do bloco operatório com a cirurgia feita. Pouco depois é-lhe dada alta do hospital, o que possibilita uma recuperação mais «caseira». Algumas consultas posteriores bastam para dar conta da evolução e recuperação do paciente.
Após a cirurgia, o doente tem de estar cerca de quatro a cinco semanas com o polegar imobilizado por talas. Pode parecer muito tempo, mas a verdade é que se trata de um pequeno passo, para quem esteve anos com os movimentos limitados. Depois deste período, inicia tratamentos de reabilitação, normalmente durante três meses.
Mota da Costa afirma que «o doente fica sem vestígios de intervenção e da artrose seis meses após a operação».
Teresa está, neste momento, a desenvolver tratamentos de reabilitação física na primeira mão a sofrer intervenção cirúrgica e tem a segunda mão imobilizada com uma luva de gesso. Confessa que ainda não leva uma vida normal, uma vez que as operações são muito recentes.
Mas, segundo Teresa, «os resultados são claramente positivos, apesar de ser um pouco desconfortável ter a mão imobilizada. Já não tenho dores, já consigo dormir à noite, a cicatriz praticamente não se vê e as mãos estão bonitas, sem as deformações que tinha antes».
As listas de espera nos hospitais públicos para este tipo de cirurgia são bastante longas, o que faz com que os utentes estejam a recorrer cada vez mais aos serviços de saúde privados.
O cirurgião do hospitalcuf descobertas assegura que «as pessoas procuram cada vez os privados, sobretudo aqueles que possuem seguros de saúde».
Teresa Silva faz parte da massa que opta pelos privados.
O que é a artrose da base do polegar?
Artrose carpometacarpiana do polegar, rizartrose ou artrose da base do polegar são designações para uma alteração degenerativa que leva à destruição osteoarticular entre a base do primeiro metacárpio e o trapézio. Isto significa que um dos ossos do polegar é danificado ou destruído.
O osso danificado é o trapézio e, como consequência, o primeiro metacárpio e o trapézio provocam atrito, o que provoca dor. Daí a necessidade de retirar o trapézio, na sua totalidade ou parcialmente, e entrepor o tendão ou a prótese entre o escafóide e o primeiro metacárpio.
As mais afectadas pela doença são as mulheres em fase pré ou pós-menopausa. É perto dos 50 anos que se dão as primeiras manifestações da doença.
Segundo Mota da Costa, «a relação de incidência de rizartrose entre sexos é de cerca de 90% para as mulheres. As autoridades médicas estimam, ainda, que cerca de 30% das portuguesas são afectadas pela doença».
Os primeiros sinais nem sempre são levados em conta. A dor no polegar, o inchaço, a dificuldade de movimentos são, normalmente, menosprezados.
Em casos mais graves e em estádios mais avançados, as pessoas podem sentir grandes dificuldades. Apertar um botão de uma camisa, descascar batatas, rodar a maçaneta da porta de casa ou carregar no botão do elevador podem revelar-se tarefas impossíveis de executar. No extremo, o problema pode levar à incapacidade laboral.
Mota da Costa alerta para a importância do diagnóstico precoce. Numa fase inicial, o tratamento é feito com anti-inflamatórios, para que a doença possa evoluir o mais lentamente possível. No seio da classe médica não se fala em anti-inflamatórios como modo de travar a artrose, mas sim num contexto de progressão lenta.
«A artrose da base do polegar não estagna. A única terapêutica capaz de pôr termo à doença é a cirurgia», refere o nosso interlocutor.
Há procedimentos que são desaconselhados antes da cirurgia. Muitos pacientes recorrem a tratamentos de reabilitação física como forma de minorar as dores. No entanto, o médico alerta para os perigos deste comportamento:
«Os tratamentos de reabilitação não devem ser feitos antes da cirurgia.
O único efeito que têm é piorar a situação. Deve fazer-se o possível para não esforçar a mão e, se possível, imobilizá-la com talas, mesmo no início da doença.»
Aquela terapêutica vai esforçar os ossos danificados, aumentar a dor e acelerar o processo de desenvolvimento da artrose. O que à partida parece e pretende ser de reabilitação pode transformar-se em destruição óssea.
Teresa Silva não foi excepção e tentou vários tratamentos, antes de recorrer à cirurgia.
«Tentei de tudo para acabar com as dores. Parafina, acupunctura, nada resultava. Até que decidi avançar para a cirurgia», menciona a nossa entrevistada, que também tentou os tratamentos de reabilitação, mas foi desaconselhada a fazê-los pelo médico.
«Ainda não foram encontradas justificações plausíveis para o aparecimento da rizartrose», comenta Mota da Costa.
Os médicos vêem, assim, o seu trabalho dificultado, uma vez que dispõem de poucos instrumentos para combater a artrose da base do polegar. A cirurgia é, ainda, o único tratamento definitivo e o mais eficaz ao eliminar a fonte de dor, o trapézio.
Sintomatologia
Alguns sintomas da artrose da base do polegar:
- Dor;
- Inchaço;
- Deformação saliente do polegar na direcção do lado dorsal;
- Incapacidade de fazer movimentos de rotação do polegar e de fazer movimentos de pinça.
Fonte: Medicina & Saúde®
Paula Cravina de Sousa
Data: 2006-11-21
Cerca de 30% da população feminina portuguesa sofre de artrose da base do polegar. A má notícia é que a doença não pode ser travada. A boa é que menos de duas horas de cirurgia podem resolver o problema.
Gestos simples, automáticos e mecanizados, tão habituais que nem damos por eles. A verdade é que a maioria das pessoas nem sempre dá a atenção devida às mãos e só se lembra quando já não é possível levar a cabo as tarefas habituais.
«Sempre tive problemas de ossos.» Teresa Silva começa, assim, a descrever os longos anos em que esteve presa a uma doença que lhe dificultava o seu desempenho no dia-a-dia. Uma menopausa precoce, aos 29 anos, sentenciou-lhe anos de problemas ósseos e com eles chegou a artrose carpometacarpiana do polegar, ou artrose da base do polegar, como também é conhecida.
«Tenho muitos problemas na coluna e tinha artroses nos dois polegares», comenta Teresa Silva.
O problema começou a revelar-se cada vez mais difícil de suportar:
«Não conseguia dormir, acordava com as dores, deixava cair as coisas, o mais pequeno esforço dava-me dores horríveis. Não conseguia sequer escrever. E o problema depressa alastrou ao braço inteiro e estava a atrofiar os nervos.»
Teresa trabalha no ramo da estética e as dores provocadas pela artrose na base do polegar acabaram por afectar o seu desempenho.
«Tinha a mão quase fechada, já quase não a conseguia abrir, os movimentos ficaram muito limitados e isso prejudicou-me no trabalho», conta.
Os receios e medos inerentes a uma intervenção cirúrgica fizeram com que adiasse a decisão e suportasse as dores.
«Pensei que as mãos iam ficar com mau aspecto e que ia ter aquele mal-estar depois da operação. Como tenho outros problemas de ossos e já passei por oito operações, pensava que sabia como era», afirma.
Antes de se submeter à intervenção cirúrgica, Teresa consultou vários médicos, quis ouvir a opinião de diferentes especialistas. O seu caso era um pouco mais grave, uma vez que o braço também estava afectado.
Cirurgia rápida, resultados eficazes
Menos de duas horas de cirurgia acabaram com os problemas e as dores de anos. Teresa ficou tão contente com os resultados que decidiu operar a outra mão menos de dois meses depois. A primeira cirurgia foi feita no final do mês de Janeiro, a segunda a 14 de Março.
Teresa Silva garante que os resultados não podiam ser melhores: «Não tive aquele mal-estar que pensava que ia ter depois da operação, as mãos ficaram bonitas, a cicatriz está pequenina e a recuperação está a correr bem.»
Relativamente à cirurgia, consiste em remover total ou parcialmente o trapézio, osso afectado pela artrose, e interpor um tendão, fazendo a reconstrução ligamentar da base do metacárpio.
O trapézio é destruído pela artrose, o que vai fazer com que o primeiro metacárpio provoque atrito com o trapézio. Estes dois ossos do polegar «roçam» um no outro, originando dor e inflamação.
O trapézio é retirado e o tendão é enrolado e colocado de modo a preencher o espaço entre o primeiro metacárpio e o escafóide, como que substituindo o trapézio, servindo também para fazer a reconstrução ligamentar ao nível da base do primeiro metacárpio.
Deste modo, a dor e a inflamação desaparecem e o doente pode voltar à sua vida normal. Em lugar do tendão, podem ser utilizadas próteses de silicone ou de pirocarbono para substituir o trapézio.
Ao fim de 15 anos de prática deste tipo de cirurgia, o Dr. Mota da Costa, cirurgião plástico dedicado ao sector de cirurgia da mão e médico integrado na Unidade de Ortopedia e Traumatologia do hospitalcuf descobertas, garante que nunca teve um caso de rejeição.
«O único caso mais complicado passou-se com uma paciente que partiu as próteses de silicone numa queda. Acabámos por substituir as próteses pelo tendão. Este é o material com que prefiro trabalhar por ser autólogo, isto é, pertence ao indivíduo», comenta o especialista.
A cirurgia é realizada em ambulatório e requer, apenas, uma anestesia local, conhecida como do plexo braquial.
«Estive lúcida o tempo todo, soube sempre o que se estava a passar», recorda Teresa Silva.
O tempo de cirurgia é, também, muito diminuto. Em hora e meia de intervenção, o doente sai do bloco operatório com a cirurgia feita. Pouco depois é-lhe dada alta do hospital, o que possibilita uma recuperação mais «caseira». Algumas consultas posteriores bastam para dar conta da evolução e recuperação do paciente.
Após a cirurgia, o doente tem de estar cerca de quatro a cinco semanas com o polegar imobilizado por talas. Pode parecer muito tempo, mas a verdade é que se trata de um pequeno passo, para quem esteve anos com os movimentos limitados. Depois deste período, inicia tratamentos de reabilitação, normalmente durante três meses.
Mota da Costa afirma que «o doente fica sem vestígios de intervenção e da artrose seis meses após a operação».
Teresa está, neste momento, a desenvolver tratamentos de reabilitação física na primeira mão a sofrer intervenção cirúrgica e tem a segunda mão imobilizada com uma luva de gesso. Confessa que ainda não leva uma vida normal, uma vez que as operações são muito recentes.
Mas, segundo Teresa, «os resultados são claramente positivos, apesar de ser um pouco desconfortável ter a mão imobilizada. Já não tenho dores, já consigo dormir à noite, a cicatriz praticamente não se vê e as mãos estão bonitas, sem as deformações que tinha antes».
As listas de espera nos hospitais públicos para este tipo de cirurgia são bastante longas, o que faz com que os utentes estejam a recorrer cada vez mais aos serviços de saúde privados.
O cirurgião do hospitalcuf descobertas assegura que «as pessoas procuram cada vez os privados, sobretudo aqueles que possuem seguros de saúde».
Teresa Silva faz parte da massa que opta pelos privados.
O que é a artrose da base do polegar?
Artrose carpometacarpiana do polegar, rizartrose ou artrose da base do polegar são designações para uma alteração degenerativa que leva à destruição osteoarticular entre a base do primeiro metacárpio e o trapézio. Isto significa que um dos ossos do polegar é danificado ou destruído.
O osso danificado é o trapézio e, como consequência, o primeiro metacárpio e o trapézio provocam atrito, o que provoca dor. Daí a necessidade de retirar o trapézio, na sua totalidade ou parcialmente, e entrepor o tendão ou a prótese entre o escafóide e o primeiro metacárpio.
As mais afectadas pela doença são as mulheres em fase pré ou pós-menopausa. É perto dos 50 anos que se dão as primeiras manifestações da doença.
Segundo Mota da Costa, «a relação de incidência de rizartrose entre sexos é de cerca de 90% para as mulheres. As autoridades médicas estimam, ainda, que cerca de 30% das portuguesas são afectadas pela doença».
Os primeiros sinais nem sempre são levados em conta. A dor no polegar, o inchaço, a dificuldade de movimentos são, normalmente, menosprezados.
Em casos mais graves e em estádios mais avançados, as pessoas podem sentir grandes dificuldades. Apertar um botão de uma camisa, descascar batatas, rodar a maçaneta da porta de casa ou carregar no botão do elevador podem revelar-se tarefas impossíveis de executar. No extremo, o problema pode levar à incapacidade laboral.
Mota da Costa alerta para a importância do diagnóstico precoce. Numa fase inicial, o tratamento é feito com anti-inflamatórios, para que a doença possa evoluir o mais lentamente possível. No seio da classe médica não se fala em anti-inflamatórios como modo de travar a artrose, mas sim num contexto de progressão lenta.
«A artrose da base do polegar não estagna. A única terapêutica capaz de pôr termo à doença é a cirurgia», refere o nosso interlocutor.
Há procedimentos que são desaconselhados antes da cirurgia. Muitos pacientes recorrem a tratamentos de reabilitação física como forma de minorar as dores. No entanto, o médico alerta para os perigos deste comportamento:
«Os tratamentos de reabilitação não devem ser feitos antes da cirurgia.
O único efeito que têm é piorar a situação. Deve fazer-se o possível para não esforçar a mão e, se possível, imobilizá-la com talas, mesmo no início da doença.»
Aquela terapêutica vai esforçar os ossos danificados, aumentar a dor e acelerar o processo de desenvolvimento da artrose. O que à partida parece e pretende ser de reabilitação pode transformar-se em destruição óssea.
Teresa Silva não foi excepção e tentou vários tratamentos, antes de recorrer à cirurgia.
«Tentei de tudo para acabar com as dores. Parafina, acupunctura, nada resultava. Até que decidi avançar para a cirurgia», menciona a nossa entrevistada, que também tentou os tratamentos de reabilitação, mas foi desaconselhada a fazê-los pelo médico.
«Ainda não foram encontradas justificações plausíveis para o aparecimento da rizartrose», comenta Mota da Costa.
Os médicos vêem, assim, o seu trabalho dificultado, uma vez que dispõem de poucos instrumentos para combater a artrose da base do polegar. A cirurgia é, ainda, o único tratamento definitivo e o mais eficaz ao eliminar a fonte de dor, o trapézio.
Sintomatologia
Alguns sintomas da artrose da base do polegar:
- Dor;
- Inchaço;
- Deformação saliente do polegar na direcção do lado dorsal;
- Incapacidade de fazer movimentos de rotação do polegar e de fazer movimentos de pinça.
Fonte: Medicina & Saúde®
quarta-feira, 21 de março de 2007
cancro
Forma não hereditária de cancro da mama também tem mutação do gene BRCA1
20.03.2007 - 13h32 Lusa
Uma equipa de cientistas portugueses e britânicos descobriu uma alteração genética numa forma agressiva de cancro da mama que poderá abrir caminho a um tratamento mais eficaz da doença.
A descoberta consta de um estudo que será publicado na próxima semana pela revista britânica "Oncogene", disse hoje à agência Lusa um dos seus autores, Fernando Schmitt, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup).
Os cientistas detectaram uma alteração no gene supressor tumoral BRCA1, encontrada frequentemente em algumas formas de cancro hereditário da mama e numa forma não hereditária da doença conhecida por carcinoma do tipo basal.
O estudo mostra que o BRCA1 é desligado em alguns cancros mamários do tipo basal, o que os torna semelhantes aos cancros hereditários relativamente aos seus mecanismos celulares de proliferação e de ausência de reparação de erros do ADN, explicou o investigador.
Entre 10 e 15 por cento das 4500 mulheres diagnosticadas anualmente em Portugal com cancro da mama têm esses carcinomas de tipo basal, muitas vezes associados a maus prognósticos e com grandes probabilidades de se disseminarem para os pulmões e cérebro.
Como estes tumores não apresentam receptores de estrogénio, não respondendo por isso à terapêutica hormonal (Tamoxifeno) ou ao Herceptin, "esta descoberta é fundamental para o desenvolvimento de novas formas de os tratar", refere o estudo.
"O cancro da mama não é uma única, mas sim diferentes doenças, sendo cerca de cinco por cento delas causadas por mutação no BRCA1 e hereditárias", disse Fernando Schmitt, que lidera a investigação sobre esta patologia no Ipatimup.
"Nós descobrimos que o gene BRCA1 pode também estar implicado em alguns tipos não hereditários de cancro da mama", sublinhou.
Existem actualmente novos medicamentos específicos para formas hereditárias de cancro da mama causadas por falhas nos genes BRCA1 e BRCA2, sendo que estes fármacos matam selectivamente células tumorais deficientes no gene e afectam pouco as células normais.
Segundo este professor de Patologia na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, o estudo "abre a possibilidade de que estas novas classes de drogas, específicas para mulheres com cancro da mama hereditário, possam também ser apropriadas para algumas mulheres com carcinomas da mama do tipo basal".
A potencial vantagem destas drogas é que poderão ser mais eficazes e menos tóxicas do que os tratamentos gerais actualmente utilizados, assinalou.
Neste estudo, cuja parte laboratorial decorreu durante dois anos e incidiu sobre amostras retrospectivas de vários países, mas na sua maioria de Portugal, trabalharam investigadores do Ipatimup e colegas do Breakthrough Breast Cancer Research Centre, de Londres.
A "Oncogene", uma das mais destacadas revistas mundiais de investigação sobre cancro, pertence ao grupo editorial da "Nature" e tem sede em Londres.
20.03.2007 - 13h32 Lusa
Uma equipa de cientistas portugueses e britânicos descobriu uma alteração genética numa forma agressiva de cancro da mama que poderá abrir caminho a um tratamento mais eficaz da doença.
A descoberta consta de um estudo que será publicado na próxima semana pela revista britânica "Oncogene", disse hoje à agência Lusa um dos seus autores, Fernando Schmitt, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup).
Os cientistas detectaram uma alteração no gene supressor tumoral BRCA1, encontrada frequentemente em algumas formas de cancro hereditário da mama e numa forma não hereditária da doença conhecida por carcinoma do tipo basal.
O estudo mostra que o BRCA1 é desligado em alguns cancros mamários do tipo basal, o que os torna semelhantes aos cancros hereditários relativamente aos seus mecanismos celulares de proliferação e de ausência de reparação de erros do ADN, explicou o investigador.
Entre 10 e 15 por cento das 4500 mulheres diagnosticadas anualmente em Portugal com cancro da mama têm esses carcinomas de tipo basal, muitas vezes associados a maus prognósticos e com grandes probabilidades de se disseminarem para os pulmões e cérebro.
Como estes tumores não apresentam receptores de estrogénio, não respondendo por isso à terapêutica hormonal (Tamoxifeno) ou ao Herceptin, "esta descoberta é fundamental para o desenvolvimento de novas formas de os tratar", refere o estudo.
"O cancro da mama não é uma única, mas sim diferentes doenças, sendo cerca de cinco por cento delas causadas por mutação no BRCA1 e hereditárias", disse Fernando Schmitt, que lidera a investigação sobre esta patologia no Ipatimup.
"Nós descobrimos que o gene BRCA1 pode também estar implicado em alguns tipos não hereditários de cancro da mama", sublinhou.
Existem actualmente novos medicamentos específicos para formas hereditárias de cancro da mama causadas por falhas nos genes BRCA1 e BRCA2, sendo que estes fármacos matam selectivamente células tumorais deficientes no gene e afectam pouco as células normais.
Segundo este professor de Patologia na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, o estudo "abre a possibilidade de que estas novas classes de drogas, específicas para mulheres com cancro da mama hereditário, possam também ser apropriadas para algumas mulheres com carcinomas da mama do tipo basal".
A potencial vantagem destas drogas é que poderão ser mais eficazes e menos tóxicas do que os tratamentos gerais actualmente utilizados, assinalou.
Neste estudo, cuja parte laboratorial decorreu durante dois anos e incidiu sobre amostras retrospectivas de vários países, mas na sua maioria de Portugal, trabalharam investigadores do Ipatimup e colegas do Breakthrough Breast Cancer Research Centre, de Londres.
A "Oncogene", uma das mais destacadas revistas mundiais de investigação sobre cancro, pertence ao grupo editorial da "Nature" e tem sede em Londres.
segunda-feira, 19 de março de 2007
Hypersexuality/Ninfomania
Hypersexuality
From Wikipedia, the free encyclopedia
"Nympho" redirects here. For the album, see Nympho (album).
Hypersexuality
Classification & external resourcesICD-10 F52.7
ICD-9 302.89
Hypersexuality is a desire for human sexual behavior at levels high enough to be considered clinically significant.
Hypersexuality is characterized by an impairing need for frequent genital stimulation that, when achieved, does not result in long-term emotional or sexual satisfaction. This dissatisfaction is what is believed to encourage the heightened frequency of sexual stimulation, as well as additional physiological and neurological symptoms.
The concept of hypersexuality replaces the older concepts of nymphomania (or furor uterinus) and satyriasis. Nymphomania was believed to be a psychological disorder characterized by an overactive libido and an obsession with sex. In males the disorder was called satyriasis (for etymology of the words, see nymph and satyr). "Nymphomania" and "satyriasis" are no longer listed as specific disorders in the DSM-IV.
The threshold for what constitutes hypersexuality is subject to debate, and critics question whether a standardized diagnostic threshold even exists. Sex drive varies widely in humans, and what one person would consider a "normal" sex drive might be considered excessive by some and low by others. The consensus among those who consider this a disorder is that the threshold is met when the behavior causes distress or impaired social functioning.Contents [hide]
1 Hypersexuality and physical conditions
2 References
3 See also
4 External links
[edit]
Hypersexuality and physical conditions
There are a number of known physical conditions that can lead to hypersexual behavior.
Hypersexuality can be a symptom of bipolar disorder and is generally associated with the manic phase of the condition. It can result in later regrets (depressive phase), and cause a person to lie about any sexual activity they are active in, so much, that they will even believe in it themselves. The condition can also be caused by Klüver-Bucy syndrome.
It has sometimes been reported following brain injuries and diseases that cause dementia and loss of impulse control. Additionally, hypersexuality is a reported side effect of dopamine imbalance. Huntington's Disease has also been related to hypersexuality.
-----
Ninfomania é o ato de espontaneamente apresentar um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de frequência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos.
Pensa-se que uma mulher com ninfomania deseja ter atos sexuais interminantemente, mas a realidade não possui qualquer ligação com tal mito.
Uma mulher considerada ninfomaníaca, na realidade, não consegue satisfazer seus desejos sexuais e por isso sente a necessidade de ter vários atos sexuais seguidos, para uma tentativa de gozo e/ou orgasmo.
From Wikipedia, the free encyclopedia
"Nympho" redirects here. For the album, see Nympho (album).
Hypersexuality
Classification & external resourcesICD-10 F52.7
ICD-9 302.89
Hypersexuality is a desire for human sexual behavior at levels high enough to be considered clinically significant.
Hypersexuality is characterized by an impairing need for frequent genital stimulation that, when achieved, does not result in long-term emotional or sexual satisfaction. This dissatisfaction is what is believed to encourage the heightened frequency of sexual stimulation, as well as additional physiological and neurological symptoms.
The concept of hypersexuality replaces the older concepts of nymphomania (or furor uterinus) and satyriasis. Nymphomania was believed to be a psychological disorder characterized by an overactive libido and an obsession with sex. In males the disorder was called satyriasis (for etymology of the words, see nymph and satyr). "Nymphomania" and "satyriasis" are no longer listed as specific disorders in the DSM-IV.
The threshold for what constitutes hypersexuality is subject to debate, and critics question whether a standardized diagnostic threshold even exists. Sex drive varies widely in humans, and what one person would consider a "normal" sex drive might be considered excessive by some and low by others. The consensus among those who consider this a disorder is that the threshold is met when the behavior causes distress or impaired social functioning.Contents [hide]
1 Hypersexuality and physical conditions
2 References
3 See also
4 External links
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Hypersexuality and physical conditions
There are a number of known physical conditions that can lead to hypersexual behavior.
Hypersexuality can be a symptom of bipolar disorder and is generally associated with the manic phase of the condition. It can result in later regrets (depressive phase), and cause a person to lie about any sexual activity they are active in, so much, that they will even believe in it themselves. The condition can also be caused by Klüver-Bucy syndrome.
It has sometimes been reported following brain injuries and diseases that cause dementia and loss of impulse control. Additionally, hypersexuality is a reported side effect of dopamine imbalance. Huntington's Disease has also been related to hypersexuality.
-----
Ninfomania é o ato de espontaneamente apresentar um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de frequência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos.
Pensa-se que uma mulher com ninfomania deseja ter atos sexuais interminantemente, mas a realidade não possui qualquer ligação com tal mito.
Uma mulher considerada ninfomaníaca, na realidade, não consegue satisfazer seus desejos sexuais e por isso sente a necessidade de ter vários atos sexuais seguidos, para uma tentativa de gozo e/ou orgasmo.
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quinta-feira, 1 de março de 2007
Papa Ordena Estudo do Preservativo na Luta Contra a SIDA
De acordo com o dirigente do ministério de cuidados de saúde do Vaticano, o Papa Benedito pediu aos teólogos e cientistas mais velhos para prepararem um documento que analise o uso do preservativo como meio de evitar a transmissão do HIV. “Em breve, o Vaticano irá endereçar um documento acerca do uso de preservativos por pessoas que tenham doenças graves, nomeadamente SIDA”, disse o Cardeal Javier Lozano Barragan numa entrevista publicada ontem no jornal La Repubblica.
O Vaticano opõe-se actualmente ao uso do preservativo como parte dos seus ensinamentos contra a contracepção, defendendo que a abstenção relativamente ao sexo é a único modo seguro de travar o alastramento do HIV/SIDA. Mas o assunto dividiu os mais altos oficiais da Igreja. Na entrevista, Barragan classificou-a como “uma questão muito delicada e difícil que requer prudência”.
O anúncio de Barragan foi feito apenas alguns dias depois de o Cardeal Carlo Maria Martini, um opositor nas eleições papais do ano passado, ter sugerido que o uso de preservativo é o “mal menor” na luta contra a SIDA.
Barragan recusou fazer qualquer antecipação do estudo, e não é claro se o relatório levará de facto a uma alteração fundamental na política da Igreja.
The Guardian (London) (04.24.06)::Barbara McMahon
Coment:
boa ideia
------
Segundo uma reportagem da BBC
Vaticano sustenta que os preservativos são ineficazes na prevenção da sida
O Vaticano está a difundir, a milhões de fieis em vários países do mundo, a tese de que, ao contrário do que afirmam os cientistas, os preservativos não impedem a transmissão do vírus da sida, revela uma investigação da televisão britânica BBC.
Segundo a BBC, a justificação avançada é a de que se o latex de que são feitos os preservativos não consegue evitar totalmente a passagem do esperma, é ainda maior a possibilidade de ser permeável ao vírus do HIV.
O Vaticano opõem-se ao uso de qualquer tipo de contracepção artificial, incluindo de perservativos — a única forma de impedir o contágio de doenças sexualmente transmissíveis —, defendendo que a melhor forma de combater a epidemia da sida é fomentando a abstinência sexual.
No entanto, este argumento estará a ser reforçado com argumentos, não comprovados cientificamente, que põem em causa a eficácia dos contraceptivos.
"Estas declarações incorrectas sobre os preservativos e o HIV são perigosas quando enfrentamos uma pandemia global que já provocou a morte a mais de 20 milhões de pessoas e afecta actualmente pelo menos 42 milhões", afirmou um porta-voz da OMS.
in Clix Notícias
coment:
Sim vaticano tás lá, todos sabem que o preservativo é o unico modo de parar/abrandar o crescimento
já diz aquela musica brasileira nao é :P
se você que ... use camisinha, pode ser da cara ouda baratinha... idem idem aspas aspas
--------
mau e agora onde ficamos???
com dois documentos tao contraditorios como fazemos a coisa usa-se ou nao se usa?? eu cá acho que o melhor se usar agora o resto é com vocês apenas se respeitem hã? que esse assunto nao é para brincar.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Herbalife
Herbalife
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Atenção: Este artigo possui passagens que não respeitam o Princípio da imparcialidade. Tenha cuidado ao ler as informações contidas nele. Existe alguma controvérsia quanto à forma de o tornar mais imparcial, e se sabe alguma coisa sobre o assunto deve evitar editar o artigo neste momento sem participar na conversa a decorrer na página de discussão.
A Herbalife é uma multinacional americana presente hoje em 64 países, que atua na indústria de nutrição humana, distribuindo seus produtos através de marketing multinível, onde cada elemento é um distribuidor independente. A empresa foi fundada em 1980 por Mark Hughes, o qual faleceu em 2000. Um de seus slogans é "Quer perder peso? Pergunte-me como".
Os principais líderes da Herbalife também são distribuidores, tal como o atual CEO, o executivo Michael O. Johnson, que atuou como presidente da Walt Disney Company por 17 anos.Índice [esconder]
1 História oficial
2 História extra-oficial
3 Controvérsias
4 Ligações externas
[editar]
História oficial
A empresa começou depois de uma tragédia pessoal de seu futuro fundador, nos seus 18 anos, quando viu sua mãe morrer por uma overdose de anfetaminas (remédios para emagrecer). Mark começou a pesquisar sobre formas de emagrecer sem que a saúde fosse prejudicada. Após participar de um simpósio sobre ervas chinesas, ele desenvolveu o seu primeiro produto, o pó nutricional, o qual começou a ser vendido em Fevereiro de 1980.
A empresa chegou ao Brasil em 1995, e atualmente conta com Eneida Bini (ex-executiva da Avon) como diretora-geral da filial no Brasil.
[editar]
História extra-oficial
A história oficial é em grande parte um mito criado por Mark Hughes como parte de seu discurso de vendas.
Sua mãe, Jo Ann Hughes, morreu em 1975 (quando Mark tinha 19 anos), por overdose de Darvon (propoxifeno, um analgésico opióide).
Em 1976, Mark começou a trabalhar vendendo Slender Now ("mais magro agora") dos Laboratórios Seyforth, uma empresa de marketing multi-nível. Quando a mesma fechou em 1979, ele passou a vender equipamento de ginástica e produtos para controle de peso para a Golden Youth, outra empresa de marketing direto. Quando esta outra empresa também fechou, ele decidiu abrir sua própria empresa para combinar a filosofia oriental de ervas medicinais com a filosofia ocidental de minerais e vitaminas.
Em fevereiro de 1980, em parceria com Richard Marconi (responsável pelo Slender Now), ele abriu a Herbalife, com grande sucesso.
Em março de 1985, o procurador-geral do estado da Califórnia acusou a empresa de fazer promessas falsas ou enganosas quanto aos produtos (em particular, quanto ao teor de cafeína, um estimulante), além de operar a empresa como um esquema de corrente (ou pirâmide). Em maio ele prestou depoimento a uma comissão de senadores. O caso estadual foi fechado após a empresa pagar US$850.000 e retirar dois produtos do mercado. A investigação federal não resultou em uma acusação.
[editar]
Controvérsias
Distribuidores independentes da Herbalife questionam a rentabilidade deste tipo de negócio, alegando serem incentivados a manter grandes estoques, mesmo quando não conseguem vendê-los, embora essa não seja uma obrigação contratual. Há depoimentos de que distribuidores independentes ganham até cem mil reais por mês. A maioria dos distribuidores independentes, no entanto, encontra-se incapaz de atingir suas metas de venda.
Além disso nutricionistas contestam a eficácia dos produtos de emagrecimento. No final de 2005, a associação Pro Teste testou seis marcas de produtos nutricionais, incluindo o da Herbalife, concluindo que o mesmo não satisfaz as necessidades nutricionais do organismo [1].
A empresa se defende lembrando que o produto é aprovado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério da Saúde no Brasil e de outras 61 nações. A equipe medica e científica da Herbalife inclui um laureado com o prémio Nobel da Medicina, Prof. Louis Ignarro.
Critica-se também o sistema de distribuidores independentes por funcionar como um esquema de matriz (semelhante ao esquema de pirâmide, porém com a comercialização de produtos), pois há a necessidade de progressão geométrica no número de distribuidores subordinados para que o distribuidor do topo da pirâmide alcance faturamentos de centenas de milhares de dólares, modelo de negócios insustentável dada a natureza finita da população consumidora.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Atenção: Este artigo possui passagens que não respeitam o Princípio da imparcialidade. Tenha cuidado ao ler as informações contidas nele. Existe alguma controvérsia quanto à forma de o tornar mais imparcial, e se sabe alguma coisa sobre o assunto deve evitar editar o artigo neste momento sem participar na conversa a decorrer na página de discussão.
A Herbalife é uma multinacional americana presente hoje em 64 países, que atua na indústria de nutrição humana, distribuindo seus produtos através de marketing multinível, onde cada elemento é um distribuidor independente. A empresa foi fundada em 1980 por Mark Hughes, o qual faleceu em 2000. Um de seus slogans é "Quer perder peso? Pergunte-me como".
Os principais líderes da Herbalife também são distribuidores, tal como o atual CEO, o executivo Michael O. Johnson, que atuou como presidente da Walt Disney Company por 17 anos.Índice [esconder]
1 História oficial
2 História extra-oficial
3 Controvérsias
4 Ligações externas
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História oficial
A empresa começou depois de uma tragédia pessoal de seu futuro fundador, nos seus 18 anos, quando viu sua mãe morrer por uma overdose de anfetaminas (remédios para emagrecer). Mark começou a pesquisar sobre formas de emagrecer sem que a saúde fosse prejudicada. Após participar de um simpósio sobre ervas chinesas, ele desenvolveu o seu primeiro produto, o pó nutricional, o qual começou a ser vendido em Fevereiro de 1980.
A empresa chegou ao Brasil em 1995, e atualmente conta com Eneida Bini (ex-executiva da Avon) como diretora-geral da filial no Brasil.
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História extra-oficial
A história oficial é em grande parte um mito criado por Mark Hughes como parte de seu discurso de vendas.
Sua mãe, Jo Ann Hughes, morreu em 1975 (quando Mark tinha 19 anos), por overdose de Darvon (propoxifeno, um analgésico opióide).
Em 1976, Mark começou a trabalhar vendendo Slender Now ("mais magro agora") dos Laboratórios Seyforth, uma empresa de marketing multi-nível. Quando a mesma fechou em 1979, ele passou a vender equipamento de ginástica e produtos para controle de peso para a Golden Youth, outra empresa de marketing direto. Quando esta outra empresa também fechou, ele decidiu abrir sua própria empresa para combinar a filosofia oriental de ervas medicinais com a filosofia ocidental de minerais e vitaminas.
Em fevereiro de 1980, em parceria com Richard Marconi (responsável pelo Slender Now), ele abriu a Herbalife, com grande sucesso.
Em março de 1985, o procurador-geral do estado da Califórnia acusou a empresa de fazer promessas falsas ou enganosas quanto aos produtos (em particular, quanto ao teor de cafeína, um estimulante), além de operar a empresa como um esquema de corrente (ou pirâmide). Em maio ele prestou depoimento a uma comissão de senadores. O caso estadual foi fechado após a empresa pagar US$850.000 e retirar dois produtos do mercado. A investigação federal não resultou em uma acusação.
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Controvérsias
Distribuidores independentes da Herbalife questionam a rentabilidade deste tipo de negócio, alegando serem incentivados a manter grandes estoques, mesmo quando não conseguem vendê-los, embora essa não seja uma obrigação contratual. Há depoimentos de que distribuidores independentes ganham até cem mil reais por mês. A maioria dos distribuidores independentes, no entanto, encontra-se incapaz de atingir suas metas de venda.
Além disso nutricionistas contestam a eficácia dos produtos de emagrecimento. No final de 2005, a associação Pro Teste testou seis marcas de produtos nutricionais, incluindo o da Herbalife, concluindo que o mesmo não satisfaz as necessidades nutricionais do organismo [1].
A empresa se defende lembrando que o produto é aprovado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo Ministério da Saúde no Brasil e de outras 61 nações. A equipe medica e científica da Herbalife inclui um laureado com o prémio Nobel da Medicina, Prof. Louis Ignarro.
Critica-se também o sistema de distribuidores independentes por funcionar como um esquema de matriz (semelhante ao esquema de pirâmide, porém com a comercialização de produtos), pois há a necessidade de progressão geométrica no número de distribuidores subordinados para que o distribuidor do topo da pirâmide alcance faturamentos de centenas de milhares de dólares, modelo de negócios insustentável dada a natureza finita da população consumidora.
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