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domingo, 18 de julho de 2010

Helicópteros, submarinos e barcos?



Inscrições egípcias não identificadas em nenhuma tradução feita até hoje.

Helicópteros, submarinos e barcos?

fica no ar.

Passaro de saqqara



Será este objecto um modelo aerodinâmico egípcio, ou simplesmente uma escultura.

As propriedades aerodinâmicas desta escultura são impressionantes, testes em tunel de vento mostraram que um prototipo à escala teria a força de sustentação necessária para voar.

Apenas seria impossível de manobrar pois lhe falta um leme de causa, mas como se pode ver pelas imagens foi encontrado com menos uma secção na zona do leme.

Tentando prever como essa peça seria foi adicionado um leme bastante simples na cauda et VOILÁ, o prototipo do pássaro tornou-se estável em vôo.

Esta apresentação terminou com a frase: "Será que desvendámos os mistérios de voar, ou será que apenas andamos a redescobrir algo que outras civilizações do nosso planeta já sabiam"

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Crise do DUBAI

Vale a pena ler o desenrolar dos acontecimentos no dubai, e como estão a abalar os mercados europeus de acções.

Teremos uma nova crise na europa devido à queda do dubai?

Se os investidores resgatarem o dinheiro o dubai poderá não ter capacidade de pagar os 56 bilioes de dolares que está a dever, na sua maioria a empresas europeias.

:) GG Abu-Dabi **
"Where the dreams come true"

Cliquem no link para ver os desenvolvidmentos

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Prevenir a transmissão através de antirectrovirais (ART)

Preventing HIV transmission with antiretrovirals

Kevin M De Cock a, Siobhan P Crowley a, Ying-Ru Lo a, Reuben M Granich a & Brian G Williams a

a. Department of HIV/AIDS, World Health Organization, 20 avenue Appia, 1211 Geneva 27, Switzerland.

Correspondence to Siobhan P Crowley (e-mail: crowleys@who.int).

Bulletin of the World Health Organization 2009;87:488-488. doi: 10.2471/BLT.09.067330

Three of the most extraordinary events in global health over the past 30 years have been the emergence of the pandemic of HIV/AIDS, the development of antiretroviral therapy (ART) capable of arresting HIV progression and reducing mortality, and scale-up of therapy in low- and middle-income countries. By the end of 2007, approximately 3 million people were accessing ART in resource-constrained settings,1 an unimaginable achievement a few years previously, yet one whose expansion and sustainability are threatened by resource constraints and competing priorities. Adding complexity are scientific uncertainties – where is the pandemic going, what is the best way to use ART for individual health and what role can ART play in HIV prevention?

By the end of 2007, an estimated 33 million persons were living with HIV and 2.7 million had become newly infected that year.2 Sub-Saharan Africa has 67% of all estimated infections. At the risk of oversimplification, two broad patterns have emerged globally: HIV affects the general population in sub-Saharan Africa but elsewhere is largely concentrated in specific groups at risk. Eight countries in southern Africa have an adult HIV prevalence of 15% or above.

Although the annual incidence of HIV infections globally peaked around the mid-1990s,3 the absolute number of people living with HIV in Africa continues to increase as a result of persistent high incidence and population growth rate. Universal access remains a remote aspiration unless HIV transmission is substantially and rapidly reduced.

There is little doubt that ART has preventive effects; what is uncertain is how best to apply it and combine it with other evidence-based prevention interventions for maximal synergy and benefit. For HIV-negative persons, guidelines already exist concerning use of ART for post-exposure prophylaxis,10 and results of randomized controlled trials of pre-exposure prophylaxis will soon become available. It is the treatment of persons who are already infected, however, that may have the widest impact. The rationale seems simple: transmission only occurs from infected persons who are numerically far fewer than HIV-negative susceptible persons; viral load is the greatest risk factor for all modes of transmission; ART lowers viral load; prevention of mother-to-child transmission offers proof of concept; and there is observational evidence of reduced transmission from discordant heterosexual couples when the index partner is on ART.11,12

Several papers have proposed expanded use of ART as a means of limiting HIV spread13,14 and further impetus to this discussion was given by a mathematical model published by WHO scientists in late 2008.15 Their paper reported that in an HIV/AIDS epidemic of southern African severity, universal voluntary HIV testing on an annual basis followed by immediate ART could reduce HIV incidence by about 95% within a decade, with cost-saving over the medium term. Formidable challenges to such an approach include conducting the necessary research; operational and financial feasibility; ethical and human rights challenges, acceptability; and the potential for drug resistance and toxicity.

Widespread early therapy for HIV is intellectually compelling because it targets viral load, the major biological risk factor for transmission and disease progression. Delaying treatment until HIV has inflicted severe damage on the immune system and further transmission occurs is a different practice to the approach of other infectious diseases such as tuberculosis. Earlier diagnosis and treatment offer opportunity for “positive prevention” emphasizing other health interventions, as well as enhancement of sexual and reproductive health and rights of persons living with HIV.16 Nonetheless, the world requires evidence before policy development on ART for HIV prevention can be envisaged.

WHO will organize a consultation in late 2009 to examine research priorities, operational considerations and ethical and human rights concerns around the use of ART for HIV prevention. Additional questions other than impact in generalized epidemic settings include relevance to concentrated epidemics, impact on tuberculosis incidence, prevention of mother-to-child transmission and cost implications.

At a time when other avenues of HIV prevention research, including vaccine evaluations, have given discouraging results, how to use ART for the greatest simultaneous therapeutic and prevention benefit is perhaps the most pressing question in HIV research.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

E eu é que sou rico?

Em Baixo: (In Diário Económico)

Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal, o Eddie Habbaz que alguns de vós conheceram no iate clube do Porto, chegou a fazer umas regatas em Leixões no Red Falcon do João Andrade.

Dizia-lhe eu à boa maneira portuguesa de "coitadinhos" : - Sabes Eddie, nós os portugueses somos pobres ...

Esta foi a sua resposta:

Manuel, como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capaz de pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que pago eu?

Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade, de telefone móvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?

Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços bancários e cartas de crédito ao triplo que nos custam nos EUA, ou quando

podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 dólares o equivalente 20.000? Podem dar 8.000 dólares de presente ao vosso governo e nós não.

Não te entendo.

Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 20% pagais ainda impostos municipais.

Além disso, são vocês que têm " impostos de luxo" como são os impostos na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc, que faz com que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários, impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das empresas, de circulação automóvel.

Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.

Sois pobres onde Manuel?

Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e de Empresas ligadas ao Estado.

Deixa-te de merdas Manuel, sois pobres onde?

Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3000 dólares ao mês por pessoas, isto é mais ou menos os vossos 2000 € . Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto que nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.

Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.

Vocês não são pobres, gastam muito mal o vosso dinheiro.

domingo, 5 de abril de 2009

a Administração Obama anda com problemas da tal e tão desejada transparência...

Pois ... sem "marionetas" ... assim parece um presidente

hum, faltam-me as palavras para descrever, mas talvez tenrinho.

pessoas votaram nele simplesmente pela cor da pele, e não vendo foi a maior maneira de o descriminarem, votar num negro não é ser anti-racista, neste caso tem se revelado falta de bom senso.

vamos retirar as tropas no Afeganistão no praso máximo de 3ou6 meses disse ele?
->resposta passado 2 meses: reforçar a presença no Afeganistão.

->koreia testa os misseis com alcance até à Europa

->irão arma confusão com o Paquistão

presidente Obama .. não brinques com coisas sérias.
governar a super potência mundial não é coisa doce.

é preciso "mexer cordelinhos" com o resto do mundo. e isso não se ensina em Harvard, nem tão pouco a escrever revistas sobre leis, pois há por ai meninos que tão-se marimbando para isso.

nesta altura anda-se a brincar aos presidentes, o presidente do irão já chamou a alguns políticos europeus nomes bastante engraçados sobre a inexperiência sobre como fazer politica mundial.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Alguém com bom senso:: Carlos Tavares propõe capitalização das empresas não financeiras

Carlos Tavares considera que é preciso capitalizar empresas não financeiras e não só os bancos e diz que é preciso eliminar "alçapões" da regulação e supervisão.

Carlos Tavares considera que é preciso capitalizar empresas não financeiras e não só os bancos e diz que é preciso eliminar “alçapões” da regulação e supervisão.

Para o responsável é necessário “aplicar de forma estrita as exigências da directiva dos mercados e intermediários financeiros a intermediários, fiscalizar análises de crédito e ‘reearchs’, harmonizar e racionalizar informação financeira e desalavancar a economia”.

“Esta é talvez a grande questão. Tornar a economia menos dependente do endividamento, capitalizando empresas não financeiras e não só os bancos”, sublinhou o presidente da CMVM, explicando que “o que tem aumentado muito é o endividamento das empresas não financeiras que superou o PIB no final de 2007. Este é um grande risco por causa do risco de aumento dos ‘spreads’”.

Por causa do endividamento, considera Carlos Tavares, "este é um bom momento para as empresas virem para a bolsa, através da cotação ou dos fundos de capital de risco”.

"A recapitalização das empresas vai ser necessária", alertou o responsável, acrescentando que "é um bom momento para as empresas se prepararem para ir ao mercado".


“Há que aperfeiçoar os modelos de regulação europeu e mundial”, alerta ainda o presidente da CMVM, acrescentando que “deve-se reajustar o paradigma da política monetária em termos objectivos” e “há que restaurar os valores tradicionais da banca, de confiança, credibilidade e defesa dos clientes”.

por:
Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt

Lucros da McDonald's aumentaram 80%

A crise económica parece ser "amiga" dos restaurantes de comida rápida. A maior cadeia do género anunciou ter registado em 2008 um aumento de 80% nos seus lucros.

A McDonald's, maior cadeia de restaurantes de comida rápida do mundo, anunciou hoje um aumento de 80 por cento no lucro em 2008, com os baixos preços que praticam a serem preferidos devido à crise económica.
Segundo o presidente da McDonald's, Jim Skinner, a cadeia de restaurantes aumentou ainda o número médio de clientes por dia para 58 milhões, lucrando 4,3 mil milhões de dólares (3,76 dólares/acção) em 2008, um aumento de 80 por cento relativamente a 2007.
As vendas da cadeia aumentaram 6,9 por cento nos Estados Unidos, 8,5 por cento na Europa e 9 por cento na Ásia, Médio Oriente e África.
Em Espanha
Hyundai paga prestação do carro a clientes que fiquem sem emprego
A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.



A Hyundai lançou uma campanha em Espanha que consiste no pagamento da prestação do carro aos seus clientes que fiquem sem emprego.

Esta medida entrará em vigor a partir de 1 de Fevereiro e consiste no pagamento de uma prestação máxima de 600 euros por mês aos seus clientes que percam o emprego, segundo o jornal espanhol “Expansión”.

No entanto, as ajudas da fabricante duram um máximo de 12 meses, o que leva o valor total da ajuda para os 7.200 euros.

“A situação que vivemos é extraordinária e requer medidas extraordinárias. Muitas pessoas necessitam de adquirir um veículo e não o fazem devido à incerteza quanto ao seu futuro laboral. O que pretendemos é generalizar a confiança aos nossos clientes para que estes não adiem a compra”, referiu o director geral da Hyundai em Espanha, Diego Gutiérrez-Colomer citado pelo jornal espanhol.

Para os trabalhadores que sejam despedidos e que tenham adquirido um veículo sem recorrer a um financiamento, a Hyundai oferece um seguro de 350 euros mensais durante um ano.

Por:Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
In: Jornal de Negocios

O ambiente começa a arrefecer??

"As vendas de casas subiram 6,5 por cento em Dezembro, o maior aumento dos últimos sete anos, já que a queda dos preços fizeram atrair mais compradores. Mas os economistas afirmam que essa tendência não tem sustentação já que é preciso ter em conta a actual onda de despedimentos em massa."

in wall street journal

COMENTÁRIO DO CREATEINOVATE:

Parece que o mercado imobiliário dos estados unidos recomeça após esta crise? será que irá abrandar os seus efeitos? ou já vem tarde?

Esperamos para ver.

-Com esta série de despedimentos a nível global das grandes empresas, na esperança de terem lucros acima do esperado, será que haverá alguém disposto a comprar casas sem saber como as irá pagar?
-Voltarão os bancos a emprestar dinheiro sem garantia, para voltar a vender os seus "créditos envenenados" para daqui a uns anos haver nova crise no sub-prime?
ou irá a super potencia criar algum organismo para regular este mercado?
-Mercado este que já deu provas de ser um dos mercados mais importantes do mundo que conhecemos e que chamamos "evoluído" trata-se de chupar dum lado para alguém ganhar.
-E que já vimos que o facto de haver alguém com lucros fabulosos não é bom para ninguém, pois esta crise para além de haver entidades a lucrar imenso, não é nada bom para a economia global.

Veremos no que vai dar.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Inquérito à queda de avião no rio Hudson começou hoje

Devem ter visto na televisão, o desastre que aconteceu nos estados unidos.

Podem ver o VIDEO clicando AQUI











Começaram hoje os minuciosos trabalhos de inquérito às causas da queda do avião da US Airways, que ontem amarou no rio Hudson, ao largo de Manhattan, Nova Iorque. Apesar do aparatoso acidente, nenhum dos 155 passageiros ficou ferido, tendo todos sido resgatados em segurança.

A National Transportation Safety Board (NTSB) já enviou para o local uma equipa de cerca de 20 pessoas, a fim de examinarem a carlinga do aparelho, que continuava hoje a flutuar nas águas do Hudson.

Até agora a hipótese apontada como a mais provável para o acidente centra-se na colisão de um bando de pássaros contra o avião, um Airbus A320, que terá causado danos nos motores. Esta informação foi, aliás, confirmada já ontem pela autoridade de aviação civil norte-americana (FAA).

O construtor do aparelho, a Airbus, também já enviou especialistas para Nova Iorque, a fim de ajudarem a apurar as causas do acidente.

A partir do momento em que as caixas negras do avião forem recuperadas, as circunstâncias em que o avião caiu serão mais fáceis de apurar. Os motores do avião serão igualmente analisados à lupa, uma vez retirados das águas.

Os membros da equipa de inquérito irão igualmente falar com o comandante, Chesley Sullenberger III, cujo sangue frio permitiu salvar as vidas de todos os passageiros.

“O talento do piloto da US Airways, a sua determinação e a sua capacidade de pensar com rapidez contribuíram muito para que os passageiros sobrevivessem ao acidente, cujo final poderia ter sido bem diferente”, indicou à AFP um especialista nas questões da aviação, Chris Yates, que acrescentou que os pássaros deverão ter sido aspirados para os dois motores “provocando um acontecimento muito raro, a paragem dos dois motores ao mesmo tempo, num dos momentos mais críticos de qualquer voo: a descolagem”, sublinhou.

O acidente aconteceu logo após a descolagem do aparelho do aeroporto nova-iorquino de La Guardia, com destino a Charlotte, na Carolina do Norte, com 148 passageiros e cinco tripulantes a bordo.

Imagens captadas pelas televisões mostravam dezenas de pessoas, envergando coletes salva-vidas, nas asas do avião, à espera de serem resgatados pelos "ferries" de passageiros, corvetas da guarda-costeira e helicópteros que acorreram de imediato ao local. A baixa temperatura da água (Nova Iorque registava ontem à tarde sete graus negativos) era a principal preocupação das autoridades, mas todos os passageiros saíram ilesos, alguns dos quais – avançavam hoje os media com alguma ironia – sem sequer terem molhado os pés.

in: publico, edição online

As duas locomotivas do mundo

A Alemanha continua a ser o principal exportador mundial de produtos seguido de muito perto da China, segundo os dados da Organização Mundial do Comércio para os primeiros onze meses de 2008. A China, entretanto, ultrapassou a Alemanha em produto interno bruto e alcançou o 4º lugar depois dos EUA, Zona Euro e Japão, ou a terceira posição se a Zona Euro não for considerada como um bloco.

A guerra pela liderança das exportações mundiais de produtos continua entre a Alemanha e a China, as duas locomotivas actuais do comércio internacional.

A Alemanha lidera a exportação de produtos desde 2003 quando ultrapassou os Estados Unidos.

Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), divulgados esta semana por um dos seus peritos, a Alemanha manteria a liderança durante os onze meses de 2008, com um total de 1,4 biliões de dólares (triliões na designação anglo-saxónica, ou seja 1.400 mil milhões de dólares) de produtos exportados, distanciada ainda da China por uma barreira de 60 mil milhões. Contudo os analistas prevêem que esta corrida possa ser ganha, finalmente, pela China em 2009.

Fruto deste dinamismo económico externo (a China é uma economia aberta em 38%, um ponto percentual mais que a portuguesa), o produto interno bruto (PIB) da República Popular cresceu 13% em 2008, dois pontos percentuais mais do que em 2007, um ritmo de crescimento que já não se observava naquele país desde 1993.

5 maiores economias:
Estados Unidos, a Zona Euro, o Japão, a China e a Alemanha.
(dados I.N.E.)

Banco mundial ai anuncia 2,1% / contracção do comercio

Em

Trichet excluiu 0%

Ao contrário dos estados unidos da américa...

Ver info:
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, excluiu hoje baixar a principal taxa directora para zero por cento, durante uma entrevista difundida pela televisão japonesa NHK.

Trichet foi hoje questionado após a decisão do BCE de reduzir esta taxa em meio ponto percentual, descendo-a para os dois por cento, um número histórico.

"Se me perguntarem se podemos ir até zero, respondo-vos «não, não podemos»", afirmou aos jornalistas da NHK.

No entanto, Trichet não excluiu novas descidas no futuro.

"À questão, «Serão os dois por cento o valor mais baixo que vão atingir?» respondo-vos «não, vamos ver o que é necessário»", disse.

O BCE deixou perceber que em Março pode haver uma possível nova redução desta taxa, que determina o nível do crédito nos dezasseis países do euro, para fazer frente à degradação rápida da economia na zona euro.

Desde Outubro, a taxa directora foi reduzida no total de 2,25 pontos percentuais.

Em dez anos de existência, o BCE nunca desceu tanto a taxa directora.

A Reserva federal norte-americana e o Banco do Japão baixaram a sua principal taxa de juro quase a zero.

LMP

Lusa/Fim

Amorim inaugura primeira instalação mundial de reciclagem de cortiça

A Corticeira Amorim inaugura quarta-feira, em Santa Maria da Feira, a primeira unidade mundial de reciclagem de resíduos de cortiça, que transformará rolhas usadas em aglomerados para isolamentos, material para aeronáutica e caiaques, entre outros novos produtos que recorrem ao material.

Na ocasião serão ainda entregues as primeiras rolhas recolhidas na campanha de reciclagem Green Cork, promovida pela Quercus em parceria com a Corticeira Amorim, e que serão depois transformadas em novos artigos.

Toyota e Honda em corte

TÓQUIO (Reuters) - As duas principais montadoras do Japão, Toyota e Honda, cortarão ainda mais produção para se adequarem a estoques inchados, em um momento em que a venda de automóveis despenca. A terceira colocada Nissan deve transferir parte da produção ao exterior para cortar custos.

Enquanto isso, a Fuji Heavy, fabricante da marca Subaru, é a mais recente empresa automotiva a prever perdas neste ano fiscal, diante de um cenário em que a expansão da recessão global prejudica a demanda em mercados maduros e coloca um freio nas vendas em mercados emergentes.

mais em:

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Portugal escapa à onda de despedimentos no Barclays

Portugal vai escapar à onda de despedimentos que está a afectar o departamento da banca de investimento do Barclays. Fonte próxima da instituição garantiu ao Negócios que "não estão previstos despedimentos" a nível interno, uma vez que "há pouca gente" a trabalhar nessa área em Portugal.

De acordo com fontes citadas pela agência noticiosa AFP, o Barclays vai despedir 2.100 funcionários na área de investimento. Isto é, distribuindo-se pelos três grandes ramos dessa actividade: o Barclays Wealth (gestão de fortunas), o Barclays Capital (especializado em gestão de risco e emissão de dívida pública) e o Barclays Global Investors

Lucros recorde de 6,5 mil milhões um ano antes Deutsche Bank com prejuízos de 3,9 mil milhões

Agudizar da crise no último trimestre do ano teve efeitos nos resultadosO banco alemão Deutsche Bank obteve prejuízos de 3,9 mil milhões de euros no exercício de 2008, contra os lucros recorde de 6,47 mil milhões um ano antes.

Os dados foram avançados esta quarta-feira pela entidade, que destacou o impacto negativo do agudizar da crise sobre os resultados do quarto trimestre.

Desta forma, nos últimos três meses do ano, o maior banco alemão ficou no vermelho, com prejuízos de 4,8 mil milhões, contra os lucros de 953 milhões no último trimestre de 2007.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1032254&div_id=1729

3 mil despedimentos tinham já sido anunciados em 2008 Motorola vai despedir 4 mil em 2009

Objectivo é poupar um total de 1,13 mil milhões de euros
A Motorola prepara uma redução de quatro mil postos de trabalho em 2009, que se somam aos três mil já anunciados em 2008.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Swiss Bank UBP Missed Warnings About Madoff

LONDON -- Swiss bank Union Bancaire Privée kept hundreds of millions of dollars of its wealthy clients' money in Bernard Madoff's alleged Ponzi scheme despite warnings from its own research team, according to people familiar with the matter.

While others in the investment community had questioned Mr. Madoff's strategy and chosen to stay away, the instance offers a rare sign that red flags were raised within one of the large institutions that actually invested with Mr. Madoff.

do you want to know more?
-> http://online.wsj.com/article/SB123188437723478727.html?mod=rss_whats_news_us

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Obama, Barack Presidente

Um dos mais novos presidentes dos estados unidos.
44º presidente



http://www.cnn.com/2008/POLITICS/11/05/video.intl.election/index.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Barack_Obama




Carta de despedida do senador John Mccain

SEND JOHN McCAIN YOUR THOUGHTS

Remarks from Senator John McCain
November 4, 2008
Thank you. Thank you, my friends. Thank you for coming here on this beautiful Arizona evening.

My friends, we have -- we have come to the end of a long journey. The American people have spoken, and they have spoken clearly. A little while ago, I had the honor of calling Senator Barack Obama to congratulate him on being elected the next president of the country that we both love.

In a contest as long and difficult as this campaign has been, his success alone commands my respect for his ability and perseverance. But that he managed to do so by inspiring the hopes of so many millions of Americans who had once wrongly believed that they had little at stake or little influence in the election of an American president is something I deeply admire and commend him for achieving.

This is an historic election, and I recognize the special significance it has for African-Americans and for the special pride that must be theirs tonight.

I've always believed that America offers opportunities to all who have the industry and will to seize it. Senator Obama believes that, too. But we both recognize that though we have come a long way from the old injustices that once stained our nation's reputation and denied some Americans the full blessings of American citizenship, the memory of them still had the power to wound.

A century ago, President Theodore Roosevelt's invitation of Booker T. Washington to dine at the White House was taken as an outrage in many quarters. America today is a world away from the cruel and prideful bigotry of that time. There is no better evidence of this than the election of an African American to the presidency of the United States. Let there be no reason now for any American to fail to cherish their citizenship in this, the greatest nation on Earth.

Senator Obama has achieved a great thing for himself and for his country. I applaud him for it, and offer in my sincere sympathy that his beloved grandmother did not live to see this day, though our faith assures us she is at rest in the presence of her creator and so very proud of the good man she helped raise.

Senator Obama and I have had and argued our differences, and he has prevailed. No doubt many of those differences remain. These are difficult times for our country, and I pledge to him tonight to do all in my power to help him lead us through the many challenges we face.

I urge all Americans who supported me to join me in not just congratulating him, but offering our next president our good will and earnest effort to find ways to come together, to find the necessary compromises, to bridge our differences, and help restore our prosperity, defend our security in a dangerous world, and leave our children and grandchildren a stronger, better country than we inherited.

Whatever our differences, we are fellow Americans. And please believe me when I say no association has ever meant more to me than that.

It is natural tonight to feel some disappointment, but tomorrow we must move beyond it and work together to get our country moving again. We fought as hard as we could.

And though we fell short, the failure is mine, not yours.

I am so deeply grateful to all of you for the great honor of your support and for all you have done for me. I wish the outcome had been different, my friends. The road was a difficult one from the outset. But your support and friendship never wavered. I cannot adequately express how deeply indebted I am to you.

I am especially grateful to my wife, Cindy, my children, my dear mother and all my family and to the many old and dear friends who have stood by my side through the many ups and downs of this long campaign. I have always been a fortunate man, and never more so for the love and encouragement you have given me.

You know, campaigns are often harder on a candidate's family than on the candidate, and that's been true in this campaign. All I can offer in compensation is my love and gratitude, and the promise of more peaceful years ahead.

I am also, of course, very thankful to Governor Sarah Palin, one of the best campaigners I have ever seen and an impressive new voice in our party for reform and the principles that have always been our greatest strength. Her husband Todd and their five beautiful children with their tireless dedication to our cause, and the courage and grace they showed in the rough-and-tumble of a presidential campaign. We can all look forward with great interest to her future service to Alaska, the Republican Party and our country.

To all my campaign comrades, from Rick Davis and Steve Schmidt and Mark Salter, to every last volunteer who fought so hard and valiantly month after month in what at times seemed to be the most challenged campaign in modern times, thank you so much. A lost election will never mean more to me than the privilege of your faith and friendship.

I don't know what more we could have done to try to win this election. I'll leave that to others to determine. Every candidate makes mistakes, and I'm sure I made my share of them. But I won't spend a moment of the future regretting what might have been.

This campaign was and will remain the great honor of my life. And my heart is filled with nothing but gratitude for the experience and to the American people for giving me a fair hearing before deciding that Senator Obama and my old friend Senator Joe Biden should have the honor of leading us for the next four years.

I would not be an American worthy of the name, should I regret a fate that has allowed me the extraordinary privilege of serving this country for a half a century. Today, I was a candidate for the highest office in the country I love so much. And tonight, I remain her servant. That is blessing enough for anyone and I thank the people of Arizona for it.

Tonight, more than any night, I hold in my heart nothing but love for this country and for all its citizens, whether they supported me or Senator Obama, I wish Godspeed to the man who was my former opponent and will be my president.

And I call on all Americans, as I have often in this campaign, to not despair of our present difficulties but to believe always in the promise and greatness of America, because nothing is inevitable here.

Americans never quit. We never surrender. We never hide from history, we make history.

Thank you, and God bless you, and God bless America. Thank you all very much.
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